Translate

segunda-feira, 15 de agosto de 2022

Movimento Sindical celebra o Bicentenário da Independência com o projeto “Brasil em 200 nomes” nesta segunda (15)

Para comemorar o bicentenário da independência as centrais sindicais CUT, Força Sindical, UGT, CTB, Nova Central e CSB apresentarão uma seleção de 200 nomes de personalidades que tiveram impacto positivo na vida dos trabalhadores desde 1822.


Organizada por ordem de nascimento, a seleção constituirá um panorama dos últimos 200 anos, desde as lutas pela independência, pela República, pela abolição, passando pelo modernismo, pelo trabalhismo dos anos de 1930, pelas primeiras lutas sindicais e políticas, pela resistência à ditadura militar, pela redemocratização, construção das centrais sindicais, até os dias atuais.


São nomes pesquisados, levantados e indicados por um amplo grupo de trabalho que se formou em torno das centrais. A ideia foi dar à seleção um caráter diversificado – contemplando diversos setores da sociedade, progressista – relacionando aqueles que de alguma forma são guiados por uma concepção progressista da sociedade, e popular – com nomes conhecidos e de grande projeção, ao lado daqueles que merecem projeção e revitalização da memória.


O projeto Brasil em 200 nomes será lançado no dia 15 de agosto de 2022, às 10 horas, na Câmara Municipal de São Paulo, com a palestras e a apresentação da Corporação Musical Operária da Lapa.


Após esta data o projeto ficará disponível no site do Centro de Memória Sindical que hospedará a lista, o material “Brasil em 200 obras”, além de artigos e uma linha do tempo das lutas dos trabalhadores.

 

Fonte: Centro de Memória Sindical - Do Blog de Notícias da CNTI


sexta-feira, 12 de agosto de 2022

Alta de alimentos é mais que o dobro da inflação em 2022

 Produtos alimentícios subiram quase 10% em sete meses, prejudicando mais pobres

 
 
 
Alta mundial e exportação de alimentos pressionam preços da comida no Brasil - Marcelo Camargo /Agência Brasil 
 
 

Ir ao supermercado já está cerca de 10% mais caro hoje do que estava no início do ano. O preço dos alimentos e bebidas já subiu 9,83% nos primeiros sete meses de 2022, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O percentual é mais do que o dobro da inflação do período medida pelo Índice de Preço ao Consumidor Amplo (IPCA): 4,77%.

Os dados de julho do IPCA e do aumento dos alimentos foram divulgados na quarta-feira (10). No mês, o país registrou deflação de 0,68%, ou seja, uma queda de preços. Mas os alimentos subiram 1,3%.

:: Preços da cesta básica aumentam mais que a inflação em todo o país ::

Só o leite leite longa vida subiu 25,46% em julho, tendo já subido 10,72% no mês anterior. O preço do leite pressionou o custo de derivados: o queijo subiu 5,28% em julho; a manteiga, 5,75%; e o leite condensado, 6,66%.

No ano, o mesmo leite já subiu 77,84%. Os derivados subiram 39,58%.

Outro destaque do mês foram as frutas, com alta de 4,40%

Já a cebola aumentou 40%; a batata inglesa, 29,89%; o café, 15,24%; e o morango, 103,81%. Ou seja, em sete meses o preço do morango mais que dobrou.

:: No Brasil, quem recebe salário mínimo trabalha metade do mês ou mais para comprar cesta básica ::

Exportação pressiona preços

Segundo pesquisa do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), da Escola Superior de Agricultura "Luiz de Queiroz” (Esalq) da Universidade de São Paulo (USP), os preços dos alimentos vêm aumentando desde 2021, em todo o mundo. Neste ano, com a guerra entre Rússia e Ucrânia, a pressão inflacionária cresceu.

O Índice de Preços dos Alimentos calculado pela Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO-ONU) atingiu um recorde em 2022, superando altas históricas registradas na década de 1970.

:: Por que o café está tão caro e até onde isso pode chegar? ::

Como o agronegócio brasileiro está hoje conectado com ao mercado mundial, quando os preços no exterior sobem, acabam aumentando também internamente já que o agricultor nacional pode vender sua produção aqui ou exportar.

De acordo com a Cepea, de janeiro a junho de 2022, o volume exportado pelo agronegócio nacional recuou 1% comparado ao mesmo período do ano anterior. Os preços em dólar, porém, subiram 28%. Diante disso, mesmo vendendo menos, o lucro aumentou, somando US$ 79 bilhões (mais de R$ 400 bilhões) no primeiro semestre, um novo recorde, 26% superior do que em 2021.

Saiba mais: O Brasil e a escassez: o que os momentos históricos de carestia nos ensinam?

Pior para os pobres

A alta da comida piora as condições de vida, principalmente, da população mais pobre. É ela quem compromete maior parte de seu orçamento com alimentos e bebidas.

O economista Marcio Pochmann, professor titular da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), disse que essa população vem sofrendo com a inflação já há algum tempo. Em 12 meses, por exemplo, os preços dos alimentos já subiu 14,72%.

:: IPCA cai 0,68% em julho puxado por combustíveis::

Segundo ele, a deflação registrada em julho foi causada basicamente pela queda dos preços dos combustíveis e da energia elétrica resultante do corte de impostos sobre esses produtos. Para ele, porém, o índice é “artificial”, criado por ações diretas do presidente Jair Bolsonaro (PL) visando sua reeleição. Pior: não contribui com quem mais precisa.

“Produtos vinculados a cesta básica e produtos vinculados a bens de consumo durável continuam aumentando. A deflação é uma medida artificial que decorre da decisão do governo de retirar tributos sobre os combustíveis. A inflação segue importante principalmente para quem precisa consumir alimentos”, disse Pochmann.

Edição: Rodrigo Durão Coelho

 

FONTE: REDE BRASIL DE FATO

 

https://www.brasildefato.com.br/2022/08/10/alta-de-alimentos-e-mais-que-o-dobro-da-inflacao-em-2022

quinta-feira, 11 de agosto de 2022

Diap lança hoje o “Quem foi Quem”, digital


Será lançado hoje (10) o “Quem foi Quem” no Congresso Nacional. Trata-se de publicação do Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar, iniciada ainda na Constituinte.

O periódico, cujas edições anteriores são impressas, relata, a cada período eleitoral, os votos de deputados e senadores em matérias de interesse dos trabalhadores, principalmente.

A primeira edição saiu no formato fascículo, por Estado. Prefácio de Carlos Castello Branco, então principal articulista brasileiro – todas as edições estão disponíveis no site do Diap. O texto atual de divulgação é do bancário Ronaldo Brito, presidente interino.

LOCAL – Lançamento, híbrido, no Auditório Adelino Cassis, sede da CUT/DF, com transmissão pelos canais da Central, TV Diap, no YouTube, e entidades parceiras.

A equipe do Diap se apoiou em cinco critérios: Importância da matéria sob os pontos de vistas político, econômico e/ou social; Registro nominal do voto de cada parlamentar; Grau de disputa entre governo e oposição; Aspecto temporal das propostas de lei submetidas a voto com vigência permanente ou temporária das políticas públicas; e Clareza do dispositivo votado em relação ao objetivo pretendido.

TEMAS – Votações de interesse direto dos trabalhadores, deliberações sobre temas como mudanças estruturais que impactem o Estado e marcos regulatórios específicos, além de matérias que garantiram a continuidade do Fundeb, Auxílio Brasil, auxílio-gás e Piso da Enfermagem, dentre outros.

IMPORTÂNCIA – Para Neuriberg Dias, diretor de Documentação do Diap, o “Quem foi Quem” visa permitir fiscalizar como cada deputado e senador votou em matérias sobre direitos trabalhistas. “Na versão digital, fica mais fácil essa pesquisa. A nova plataforma permitirá que o eleitor avalie o comportamento dos parlamentares. E atualiza o trabalhador e a sociedade quanto a temas que são votados no Congresso Nacional”, explica.

LINK – Plataforma pra acompanhar e compartilhar votações: www.quemfoiquem.org.br – conteúdos estarão disponíveis a partir desta quarta (10).

MAIS – www.diap.org.br


 

quarta-feira, 10 de agosto de 2022

Brasil amarga o maior juro real do mundo: 8,5%

  Por  

Edifício-Sede do Banco Central em Brasília. Foto: Marcello Casal Jr - Agência Brasil

Com a nova alta da taxa básica de juros da economia (Selic) para 13,75%, na última quarta-feira (3), pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC), os juros reais, isto é descontada a inflação, atingiram 8,52% ao ano.

O Brasil é o líder no ranking mundial de juros reais, tendo mais que o dobro da taxa do 2º colocado, México (4,20%), segundo levantamento feito pelo G1 com dados compilados pelo MoneYou e pela Infinity Asset Management.

A taxa de juros real é calculada com abatimento da inflação prevista para os próximos 12 meses, sendo considerada uma medida melhor para comparação com outros países. Veja abaixo o ranking:

Com os sucessivos aumentos na Selic, o governo Bolsonaro retirou recursos públicos do povo e transferiu a bancos e demais rentistas, a título de juros da dívida pública, a soma de R$ 500 bilhões nos últimos 12 meses encerrados em maio, de acordo com informações do Banco Central. Esse é o maior patamar desde fevereiro de 2016, época que atingiu R$ 513 bilhões.

Os atuais R$ 500 bilhões representam 5,51% do PIB, porcentagem mais alta desde novembro de 2018 (5,52%). O pico, também na comparação com o PIB, foi em janeiro de 2016 (9% do PIB).

ANALISTAS: “JUROS ALTOS AGRAVAM A CRISE ECONÔMICA”

O economista José Luis Oreiro afirma que “não existe pressão de demanda sobre a economia brasileira” que justifique os aumentos da taxa de juros. “A inflação é um problema de choque de oferta persistente, mas não permanente”, disse o professor da Universidade de Brasília (UNB). “Há inflação de alimentos e de energia subindo, por conta de uma série de eventos que persistem no tempo, como: a guerra da Rússia e da Ucrânia, como os efeitos ainda da Covid-19 sobre a cadeia mundial de suplementos”. “Quer dizer, esses efeitos estão durando mais do que a gente havia esperado”, avaliou.

“Aí o que nos leva a questão de qual é a economia política que está por trás do aumento dos juros. A única razão que eu vejo, é que se trata de um governo que está em fim de mandato”, observou Oreiro, ao afirmar que “o setor financeiro, que tem uma relação carnal com o Banco Central, está se aproveitando dos últimos meses que restam do seu domínio absoluto sobre o Banco Central para fazer a maior extração de renda possível”. “Estão aproveitando que o governo está acabando para tirar o máximo proveito possível. É puro saque à economia do país”, apontou.

O economista Nelson Marconi avalia que “a alta dos juros só prejudicará mais nossa combalida economia e as pessoas endividadas”, disse o professor da Fundação Getúlio Vargas (FGV).  Ele também considera que o processo inflacionário que o Brasil vive não é provocado por excesso de demanda. “O que influiria mesmo na redução da inflação seria a mudança da política de preços da Petrobrás e investimentos em energia, não a alta dos juros”, defendeu.

Antonio Corrêa de Lacerda, que é presidente do Conselho Federal de Economia (Cofecon), destaca que “com os juros nas alturas, o crédito fica proibitivo. Isso inviabiliza as empresas, inviabiliza as pessoas e o próprio Estado brasileiro é onerado”, lembrou o professor da PUC/SP.

“A inflação que nós sofremos hoje vem de causas que não têm a ver com o aumento da demanda”, também avaliou. “Estamos vivendo uma situação absolutamente esquizofrênica, do ponto de vista da economia”. “A economia vai mal, o desemprego é muito elevado, as empresas estão quebrando, as famílias estão endividadas e muita gente passa fome, e o Banco Central elevando a taxa de juros, o que vai agravar estas situações”, criticou Corrêa de Lacerda.

Para Fausto Augusto Junior, que é diretor técnico do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (DIEESE), o aumento da taxa de juros compromete o crescimento econômico e a qualidade de vida das pessoas.

“Aumentar a taxa de juros é encarecer cada vez mais a vida da população, porque quando a taxa de juros aumenta, fica cada vez mais difícil você acessar algum bem por meio do crédito. O cartão de crédito chega nesses valores exorbitantes que a gente tem aí de taxa de juros. O cheque especial é a mesma coisa. De novo o que é mais um mecanismo de transferência de renda dos mais pobres para os mais ricos”, observou Fausto Júnior.

“Além disso, a gente vai assistindo mais um movimento para esfriar a economia. Uma economia que está bastante desaquecida já, com a taxa de desemprego com mais de 10 milhões de pessoas. Uma economia que não consegue gerar emprego de qualidade. A grande maioria dos empregos gerados continua sendo empregos ligados a informalidade”.

Ele acrescenta ainda “a renda média do trabalhador caindo, e aí conforme a taxa de juro vai aumentando, cada vez menos você vai ter perspectivas de crescimento. De alguma forma a gente vai assistindo em relação à taxa de juros mais um dos movimentos do atual governo de ampliação das desigualdades no Brasil.

FONTE: Jornal  

terça-feira, 9 de agosto de 2022

Miguel Torres cobra correção nas tabelas do Imposto de Renda

Salário acima de R$ 1.903,98 paga Imposto de Renda Fonte. As tabelas que corrigiriam o desconto, reduzindo seu impacto, há anos estão sem reajuste. Só no governo Bolsonaro a defasagem acumula 26,6%.

O sindicalismo, há muito, combate os descontos abusivos. O tema consta das deliberações da Conclat, de abril. E na quinta, 4 de agosto, Miguel Torres, presidente da Força Sindical, publicou artigo na Folha de S. Paulo, página A-3, “É urgente corrigir a tabela do IR”.

Ele alerta para a situação paradoxal. Determinadas faixas salariais, isentas do Imposto ou enquadradas em tabelas mais baixas, passam a pagar mais IR assim que a categoria consegue reajuste, ainda que pela mera reposição do INPC.

As últimas atualizações das tabelas ocorreram em 2005 e 2015. Recente levantamento por Auditores da Receita Federal mostra que a defasagem da tabela do IR chega a 147,37%.

Juros – O artigo de Miguel Torres sai um dia depois do governo tornar a elevar a Selic, agora em 13,75% – juro alto transfere renda a setores especulativos. Miguel reforça o pleito da Conclat e termina assim seu texto: “Corrigir a tabela do IR nos salários é uma forma de distribuir renda”.

UNAFISCO – Segundo os Auditores Fiscais da Receita, a atualização das tabelas livraria do desconto 15 milhões de brasileiros. Só incidiria IR em salários a partir de R$ 4.465,01.

LEIA O ARTIGO – Clique aqui.

 

FONTE: Agência Sindical

segunda-feira, 8 de agosto de 2022

Movimento Sindical celebra o Bicentenário da Independência com o projeto “Brasil em 200 nomes”

Para comemorar o bicentenário da independência as centrais sindicais CUT, Força Sindical, UGT, CTB, Nova Central e CSB apresentarão uma seleção de 200 nomes de personalidades que tiveram impacto positivo na vida dos trabalhadores desde 1822.


Organizada por ordem de nascimento, a seleção constituirá um panorama dos últimos 200 anos, desde as lutas pela independência, pela República, pela abolição, passando pelo modernismo, pelo trabalhismo dos anos de 1930, pelas primeiras lutas sindicais e políticas, pela resistência à ditadura militar, pela redemocratização, construção das centrais sindicais, até os dias atuais.


São nomes pesquisados, levantados e indicados por um amplo grupo de trabalho que se formou em torno das centrais. A ideia foi dar à seleção um caráter diversificado – contemplando diversos setores da sociedade, progressista – relacionando aqueles que de alguma forma são guiados por uma concepção progressista da sociedade, e popular – com nomes conhecidos e de grande projeção, ao lado daqueles que merecem projeção e revitalização da memória.


O projeto Brasil em 200 nomes será lançado no dia 15 de agosto de 2022, às 10 horas, na Câmara Municipal de São Paulo, com a palestras e a apresentação da Corporação Musical Operária da Lapa.


Após esta data o projeto ficará disponível no site do Centro de Memória Sindical que hospedará a lista, o material “Brasil em 200 obras”, além de artigos e uma linha do tempo das lutas dos trabalhadores.

 

Fonte: Rádio Peão Brasil - Do Blog de Noticias da CNTI

DIAP lança “Quem foi Quem” no Congresso Nacional

DIAP apresenta, no formato de plataforma, a histórica publicação do “Quem foi Quem” no Congresso Nacional, que disponibiliza os votos de deputados e senadores em temas relevantes de interesse dos trabalhadores e da sociedade, o que permite ao cidadão-eleitor conhecer como atuaram os representantes no Congresso Nacional.


Rodrigo Britto*


A plataforma — desenvolvida para aferir o desempenho parlamentar em temas que impactam os direitos dos trabalhadores e os serviços prestados à sociedade —, faz parte de novo projeto de acompanhamento e compartilhamento de informações de domínio público, como forma de estimular a participação política e o voto consciente.


Como qualquer iniciativa que pretende fornecer dados e informações à sociedade, essa possui recorte e esse sempre possui algum grau de subjetividade. Para reduzir ao máximo esse viés, buscou-se a definição de critérios na escolha de votações de matérias que representem o pensamento majoritário dos segmentos afetados pelas políticas públicas, positiva ou negativamente.


Para a escolha das votações, a equipe técnica do DIAP utilizou 5 critérios:


1) a importância da matéria sob os pontos de vistas político, econômico e/ou social;


2) o registro nominal do voto de cada parlamentar, excetuando as de forma simbólica quando não há registro do voto por tratarem de matérias consensuais ou em função de manobras regimentais;


3) o grau de disputa entre governo e oposição, exigindo-se em cada votação oposição superior a 20% da Casa do Congresso, no caso da Câmara com divergência superior a 100 votos;


4) o aspecto temporal das propostas de leis submetidas para votação pelos parlamentares com vigência permanente ou temporária das políticas públicas; e


5) a clareza do dispositivo votado em relação ao objetivo pretendido, de modo a não deixar margens para dúvidas sobre o conteúdo da votação.


Universo abrangente

 

O universo de temas é abrangente, indo desde votações de interesse direto e imediato dos trabalhadores, passando por deliberações sobre temas de interesse geral, como mudanças estruturais que impactem o papel do Estado e marcos regulatórios específicos como de meio ambiente, fiscal e econômico, dentre outros.


Para essas votações inseridas na plataforma, dentro dos critérios mencionados acima, serão classificadas as de mérito quando haverá a indicação de posição favorável ou contrário aos trabalhadores e sociedade e/ou aquelas informativas que não serão indicadas posição pelo DIAP, mas ficarão à disposição para o conhecimento da população.


Algumas matérias, em virtude dos critérios definidos e o fato de terem sido votadas de forma consensual no Congresso merecem registro especial nesta plataforma pela importância para o combate dos efeitos econômicos e sociais causados pela pandemia da covid-19 e de algumas de caráter permanente aprovadas, inclusive, com derrubada de vetos presidenciais, que garantiram direitos aos trabalhadores e à sociedade.


Orçamento de guerra

 

Dentre esses, houve a aprovação do orçamento de guerra, que abriu espaço fiscal para aprovação do auxilio emergencial de R$ 600, medidas para manutenção de empregos e renda, acesso a crédito para evitar o fechamento de empresas e fortalecimento das ações de saúde dos estados e municípios.


Bem como dar apoio a vários setores importantes como cultura, turismo, agricultura e serviços, bem como a votação de matérias que garantiram a continuidade do Fundeb, a tributação sobre lucros e dividendos, o Auxilio Brasil, auxílio gás para famílias de baixa renda e piso da enfermagem, dentre outras iniciativas de autoria dos congressistas.


Pelo vínculo com as causas que patrocina e defende, a plataforma é apoiada e reflete o pensamento majoritário das entidades sindicais afiliadas ao DIAP, tal como os rankings de avaliação parlamentar existentes no País.


E buscam ainda prestar serviço de utilidade pública, informando aos representados — a população brasileira — como votaram os parlamentares nos temas de interesse geral e específico dessa.


Linque da plataforma para acompanhar e compartilhar as votações: www.quemfoiquem.org.br, cujos conteúdos estarão disponíveis a partir da próxima quarta-feira (10).


(*) Presidente em exercício do DIAP

 

Fonte: Diap -  Do Blog de Notícias da CNTI