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sexta-feira, 29 de maio de 2026

Trabalhadores planejam mais tempo com a família com fim da 6x1

Cuidar dos filhos, se reunir com os pais e passear estão nos planos
 
Isabela Vieira e Odair Braz Júnior - repórteres da Agência Brasil

Rio de Janeiro (RJ), 28/05/2026 – Trabalhadores comentam aprovação pela Câmara dos Deputados da PEC que acaba com escala de trabalho 6x1. Emerson Santos pretende passar mais tempo com seu filho, Igor Gabriel. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil
© Fernando Frazão/Agência Brasil
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Passar um dia na praia com as filhas de 12 e 7 anos é a intenção da atendente de lanchonete Gessiane Roberto Vianna, de 28 anos, quando tiver mais um dia de descanso.

Trabalhando de segunda a sábado, no centro da cidade do Rio de Janeiro, ela abre um sorriso quando comenta a aprovação do fim da jornada 6x1, pela Câmara dos Deputados, na noite desta quarta-feira (27). Os deputados deram o aval à proposta, que ainda precisa passar pelo Senado antes de começar a valer.

>> Entenda a PEC que acaba com escala 6x1: mais tempo livre e mesmo salário

"É minha mãe que dá café da manhã [para as filhas], que leva para a escola, que busca, porque eu não tenho tempo", conta a atendente, de 28 anos.

 

Rio de Janeiro (RJ), 28/05/2026 – Trabalhadores comentam aprovação pela Câmara dos Deputados da PEC que acaba com escala de trabalho 6x1. Geisiane Roberta da Rocha, atendente de lanchonete, quer passar mais tempo com as filhas. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil
Gessiane Roberto Vianna, atendente de lanchonete, exibe foto das filhas. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

Além das 44 horas semanais, a jornada diária inclui ainda duas horas de transporte para ir e voltar da lanchonete, o que a afasta ainda mais da rotina familiar.

“As meninas me cobram, me pedem para ir à praia, para sair com elas, ir a qualquer canto, mas eu nunca consigo”, lamentou.

O trâmite para acabar com a escala 6x1 ainda depende do Congresso Nacional, mas os trabalhadores que passarão a ter dois dias de descanso remunerado na semana já fazem planos. Respirar o ar puro da Floresta da Tijuca ao lado do filho de 13 anos é o desejo do balconista Emerson Santos, de 43 anos.

“Meu filho pede para irmos juntos. Esse é o nosso momento de lazer: subir a montanha, pegar uma cachoeira. Mas é raro”, relatou.

Emerson, que atende em uma farmácia na zona sul do Rio, pretende aumentar a frequência dos passeios com as duas folgas, descanso que outras categorias já têm, lembra. 

>> Saiba como votaram os deputados na PEC que acaba com a escala 6x1

 

Rio de Janeiro (RJ), 28/05/2026 – Trabalhadores comentam aprovação pela Câmara dos Deputados da PEC que acaba com escala de trabalho 6x1. Emerson Santos pretende passar mais tempo com seu filho, Igor Gabriel. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil
Emerson Santos pretende passar mais tempo com seu filho, Igor Gabriel. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

Família reunida

Filhos também querem ficar mais tempo com os pais. Gerente de uma loja de calçados e bolsas no centro do Rio, Victor Pacheco, de 23 anos, que trabalha de segunda a sábado, conta que está mais aliviado pela mãe, de 50 anos, que trabalha 6x1 em uma fábrica de biscoitos.

“Ela mora em Duque de Caxias e sai de casa às 9h da manhã para chegar duas horas depois em Madureira. Quando volta, correndo o risco de perder o último ônibus, é quase meia-noite”, revelou. “É uma correria enorme”.

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Rio de Janeiro (RJ), 28/05/2026 – Trabalhadores comentam aprovação pela Câmara dos Deputados da PEC que acaba com escala de trabalho 6x1. Victor Pacheco, que trabalha em loja, pretende conviver mais com a mãe, que trabalha numa fábrica de alimentos. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil
Victor Pacheco, que trabalha em loja, mostra foto da mãe no celular. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

Quando a folga dos dois coincide, aos domingos, eles fazem um esforço para se verem.

“Sábado, a gente trabalha. No domingo, quando a minha folga e a dela batem, a gente, de vez em quando, se organiza para se ver. Tem que ser bem planejado”, contou.

Correndo contra o tempo também está Juliana de Mello*, de 21 anos, atendente de um quiosque de sorvete, de segunda a sábado. Com um bebê de 1 ano e 10 meses, ela anseia por mais tempo para a rotina básica da criança.

"Ela quase ligou para a dona da loja, hoje, para saber como iria funcionar a nova escala", brincou uma colega de trabalho. 

"Quero levar ao pediatra, levar para vacinar, coisas simples, ver crescer", relatou Juliana à Agência Brasil. "A nossa expectativa é de que comece logo", completou a jovem mãe. 

Com mais tempo, há quem também planeje se dedicar aos estudos. É o caso da atendente de banca de jornal Stephanie Gonzaga, de 34 anos.

"Se tiver mais uma folga, eu posso focar no meu curso [técnico] de enfermagem", disse. "Para estudar, tem que ter tempo e cabeça, né? Se você está muito cansada acaba abdicando de algo", explicou.

 

Rio de Janeiro (RJ), 28/05/2026 – Trabalhadores comentam aprovação pela Câmara dos Deputados da PEC que acaba com escala de trabalho 6x1. Sthepanie Gonzaga, pretende usar tempo de folga para estudos no curso de enfermagem. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil
Stephanie Gonzaga, pretende usar tempo de folga para estudos no curso de enfermagem. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

Escala sacrificante

Em São Paulo, trabalhadores que conversaram com a Agência Brasil também comemoram o fim da 6x1 e destacaram a intenção de passar mais tempo com suas famílias, como Flávio Antunes, funcionário de uma papelaria na zona sul de São Paulo. 

“Eu, particularmente, queria muito o fim da 6x1. Quero ter mais tempo para meu filho e minha esposa”, revelou. 

A vigilante Celma Araújo, que trabalha na zona oeste da capital paulista, soube do resultado da votação no Congresso e também celebrou. Celma relatou que a mudança não deve afetá-la diretamente, mas que será boa para seu marido e filho.

“Eles trabalham na 6x1 e reclamam muito. Não podem ficar com a família, não podem ir a um evento, nada”.

Rio de Janeiro (RJ), 28/05/2026 – Trabalhadores em ponto de ônibus no Largo da Carioca após aprovação pela Câmara dos Deputados da PEC que acaba com escala de trabalho 6x1. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil
Trabalhadores em ponto de ônibus no Largo da Carioca após aprovação pela Câmara dos Deputados da PEC que acaba com escala de trabalho 6x1. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

O porteiro Everton França trabalha na zona norte de São Paulo. Ele é metalúrgico de formação, mas abandonou a profissão por considerar a escala 6x1 sacrificante.

“Achei bom o fim da escala [6x1], porque vai abrir novas oportunidades. O pessoal que saiu dos empregos antigos devido à escala mais forte, vai poder voltar”, acredita.

França se enquadra nessa categoria de pessoas: “Eu sou metalúrgico e saí porque a escala era muito puxada. Agora, com a 5x2, já estou pensando em ser metalúrgico de novo”.

*Nome fictício para preservar a identidade da entrevistada.

 

FONTE: AGÊNCIA BRASIL 

https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-05/trabalhadores-planejam-mais-tempo-com-familia-com-fim-da-6x1 

Vitória! Centrais Sindicais celebram redução da jornada e fim da escala 6x1


A aprovação, na Câmara dos Deputados, da PEC que reduz a jornada de trabalho para 40 horas semanais, sem redução salarial, e estabelece o fim da escala 6x1 representa uma conquista histórica para a classe trabalhadora brasileira.


As Centrais Sindicais, Confederações, Federações e Sindicatos celebram este importante marco para as trabalhadoras e os trabalhadores do país.


Destacamos o amplo processo democrático de negociação institucional e diálogo social construído junto aos deputados e deputadas, bem como o compromisso público demonstrado pelo Governo Federal, sob a liderança do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que conferiu centralidade a esta pauta tão relevante para o povo brasileiro.


A medida beneficiará milhões de pessoas pelo país, que poderão contar com mais tempo para cuidados com a saúde, convivência com a família, formação, lazer, ou seja, para usufruir como melhor lhe convém. A forma como a proposta deverá ser implementada também oferece aos setores econômicos um horizonte claro de adaptação e transição, compatível com as transformações do mundo do trabalho e da organização produtiva contemporânea.


Estudos e experiências internacionais demonstram que a redução da jornada tende a elevar a produtividade, qualificar o tempo de trabalho e gerar novos postos de emprego. São avanços que fortalecem o desenvolvimento nacional com soberania, inclusão social e valorização do trabalho.


Toda a mobilização em torno da luta pela redução da jornada e pelo fim da escala 6x1 — incluindo audiências públicas, cobertura da imprensa, entrevistas, debates, manifestações populares, discursos e posicionamentos de sindicalistas e representantes do movimento sindical — constitui um rico processo de aprendizado político para toda a sociedade brasileira. Trata-se de uma conquista histórica construída com participação social, mobilização e diálogo democrático.


É fundamental que esse aprendizado se converta em consciência na hora de eleger parlamentares, governadores, senadores e presidente da República, ou seja, representantes comprometidos com o povo e com a valorização do trabalhador.


As Centrais Sindicais e todo o movimento sindical iniciam, desde já, a mobilização para a próxima etapa de debates no Senado Federal, confiantes de que o presidente Davi Alcolumbre dará celeridade à tramitação legislativa naquela Casa, para garantir a aprovação definitiva desses direitos fundamentais.


Viva esta vitória da classe trabalhadora brasileira!


Brasília, 27 de maio de 2026


Sérgio Nobre, presidente da CUT (Central Única dos Trabalhadores)
Miguel Torres, presidente da Força Sindical
Ricardo Patah, presidente da UGT (União Geral dos Trabalhadores)
Adilson Araújo, presidente da CTB (Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil)
Antonio Neto, presidente da CSB (Central dos Sindicatos Brasileiros)
Sonia Zerino, presidente da NCST (Nova Central Sindical de Trabalhadores)
 
FONTE: SITE da UGT
 
https://www.ugt.org.br/Noticias/80646-Vitoria-Centrais-Sindicais-celebram-reducao-da-jornada-e-fim-da-escala-6x1

Brasil vai bem. Desemprego cai, renda sobe

O Brasil vai bem, de Norte a Sul, de Leste a Oeste. O desemprego caiu para 5,8% no trimestre encerrado em abril, a menor taxa para o período desde o início da série histórica, em 2012. IBGE registra alta da ocupação e na renda média, como também crescimento da massa de rendimento.
Segundo a PNAD Contínua Mensal, do IBGE, é a primeira vez que a taxa de desocupação fica abaixo de 6% no período fevereiro, março e abril. Frente ao mesmo trimestre de 2025, quando o índice havia ficado em 6,6%, a queda foi de 0,8 ponto percentual.
Comparado ao trimestre encerrado em março de 2026, ou seja, janeiro, fevereiro e março, o desemprego também recuou. Taxa caiu de 6,1% pra 5,8%, redução de 0,3 ponto percentual.

Ocupação de 102,3 milhões

 
Cresce total de ocupados. Trimestre encerrado em abril registrou 102,3 milhões de pessoas, de 14 anos ou mais. Em 2025, contingente era de 101,2 milhões. Entre os trimestres encerrados em abril de 2025 e abril de 2026, o indicador passou de 58,2% pra 58,4% entre pessoas de 14 anos ou mais.

Rendimento médio de R$ 3.732,00

 
A PNAD Mensal do IBGE também aponta aumento no rendimento médio real habitualmente recebido em todos os trabalhos. Trimestre de fevereiro a abril de 2025, valor de R$ 3.542,00. Este ano, subiu para R$ 3.732,00. Crescimento da renda média ocorreu em paralelo ao aumento do número de pessoas ocupadas.

Massa chega a R$ 377 bi

 
A massa de rendimento real habitual, total recebido mensalmente por todas as pessoas ocupadas, alcançou R$ 377,04 bilhões no trimestre encerrado em abril. Valor acrescenta R$ 22,8 bi em relação ao mesmo período de 2025. A massa de rendimentos havia somado R$ 354,14 bilhões.

MAIS – Sites do IBGE, Ministério do Trabalho e Secom

 

Davi Alcolumbre envia PEC do "horário flexível" à CCJ do Senado

 

Proposta foi apresentada pela oposição no Senado em contraponto à proposta que acaba com a escala 6x1. Texto permite acordo individual para jornada flexível e remuneração proporcional por hora trabalhada.


O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), enviou à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) a PEC do senador Rogério Marinho (PL-RN) que flexibiliza regras de jornada e remuneração. O despacho ocorreu nesta quinta-feira (28), um dia depois de a Câmara aprovar, em dois turnos, a proposta que acaba com a escala 6x1 e reduz a jornada semanal de 44 para 40 horas.


A PEC aprovada pelos deputados estabelece duas folgas semanais e redução da jornada sem perda salarial. No segundo turno, o texto recebeu 461 votos favoráveis e 19 contrários e agora segue para análise do Senado. Caberá ao presidente da CCJ, senador Otto Alencar (PSD-BA), definir se os dois textos vão tramitar em conjunto.


Veja a íntegra da PEC encabeçada por Rogério Marinho.


Oposição no Senado

 

A proposta de Marinho vai na direção oposta. Em vez de fixar uma redução geral da jornada, o texto permite que empregados escolham entre o regime tradicional da CLT e um modelo flexível, baseado em horas trabalhadas. A minuta altera o artigo 7º da Constituição para admitir acordo individual, convenção coletiva ou livre pactuação direta entre patrão e empregado.


Contrato individual

 

Pelo texto, o contrato individual poderá prevalecer sobre instrumentos de negociação coletiva. A PEC também prevê que, em caso de redução de jornada, salário, férias, 13º, FGTS e demais direitos sejam calculados proporcionalmente à carga horária efetivamente trabalhada.


Na justificativa, Marinho afirma que a proposta amplia a "liberdade" do trabalhador para escolher sua jornada e adaptar a rotina às necessidades pessoais e ao mercado. A oposição apresentou a PEC após a aprovação, na Câmara, da redução da jornada.


Disputa sobre jornada

 

O envio da PEC à CCJ não impede a tramitação da proposta aprovada pela Câmara, mas cria uma disputa política no Senado. De um lado, está o texto que reduz a jornada para 40 horas sem corte salarial; de outro, a proposta de Marinho, apoiada por senadores da oposição, que autoriza jornada flexível e remuneração proporcional por hora trabalhada.

 

Fonte: Congresso em Foco - Do Blog de Notícias da CNTI

 

https://cnti.org.br


quinta-feira, 28 de maio de 2026

Fim da Escala 6x1 – Veja como votaram os deputados

 Categoria: Agência DIAP 

FONTE:DIAP

https://www.diap.org.br/index.php/noticias/agencia-diap/92955-fim-da-escala-6x1-veja-como-votaram-os-deputados

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A Câmara dos Deputados aprovou, em dois turnos, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que prevê a redução gradual da jornada máxima de trabalho no país e estabelece mudanças na escala semanal de descanso dos trabalhadores. Após a votação concluída nesta quarta-feira (27), o texto segue agora para apreciação do Senado Federal.

No primeiro turno, a proposta recebeu 472 votos favoráveis e 22 contrários. Já na segunda votação, o placar foi de 461 votos a favor e 19 contra, consolidando ampla maioria pela aprovação da matéria.

A PEC estabelece a redução da carga horária semanal de 44 para 40 horas sem diminuição salarial. A implementação ocorrerá em duas etapas ao longo de 14 meses. A primeira redução entra em vigor 60 dias após a promulgação da emenda constitucional, enquanto a segunda será aplicada 12 meses depois.

Além da diminuição da jornada, o texto também determina a adoção de dois dias de descanso semanal, encerrando, na prática, o modelo conhecido como escala 6x1 — sistema em que o trabalhador atua durante seis dias consecutivos com apenas um dia de folga. A proposta define ainda que o repouso semanal deverá ocorrer, preferencialmente, aos domingos.

Entre os votos contrários registrados no segundo turno, parlamentares de partidos como PL, Novo, MDB, União Brasil, PSD e PP se posicionaram contra a medida. O Partido Liberal concentrou quase metade dos votos negativos.

Por outro lado, a proposta reuniu apoio expressivo de deputados de diferentes correntes políticas e legendas, demonstrando amplo alinhamento em torno da revisão das regras de jornada de trabalho e descanso semanal no país.

Agora, a expectativa se volta para a tramitação da PEC no Senado, onde o texto precisará passar por nova rodada de debates e votações antes de eventual promulgação.

Veja como votou cada deputado no segundo turno na Câmara.

Votos contra:

  • Adriana Ventura (Novo-SP)
  • Bibo Nunes (PL-RS)
  • Carlos Chiodini (MDB-SC)
  • Caroline de Toni (PL-SC)
  • Daniel Freitas (PL-SC)
  • Daniela Reinehr (PL-SC)
  • Fabio Schiochet (União-SC)
  • Gilson Marques (Novo-SC)
  • Julia Zanatta (PL-SC)
  • Kim Kataguiri (Missão-SP)
  • Lucas Redecker (PSD-RS)
  • Marcel van Hattem (Novo-RS)
  • Mauricio Marcon (PL-RS)
  • Nicoletti (PL-RR)
  • Pezenti (MDB-SC)
  • Ricardo Guidi (PL-SC)
  • Ricardo Salles (Novo-SP)
  • Rosângela Moro (PL-SP)
  • Sérgio Turra (PP-RS)

Votos a favor:

  • AJ Albuquerque (PP-CE)
  • Acácio Favacho (MDB-AP)
  • Adail Filho (MDB-AM)
  • Adilson Barroso (PL-SP)
  • Adriano do Baldy (PP-GO)
  • Aécio Neves (PSDB-MG)
  • Afonso Florence (PT-BA)
  • Afonso Hamm (PP-RS)
  • Aguinaldo Ribeiro (PP-PB)
  • Airton Faleiro (PT-PA)
  • Alberto Fraga (PL-DF)
  • Albuquerque (Republicanos-RR)
  • Alceu Moreira (MDB-RS)
  • Alencar Santana (PT-SP)
  • Alex Manente (Cidadania-SP)
  • Alexandre Guimarães (MDB-TO)
  • Alfredinho (PT-SP)
  • Alfredo Gaspar (PL-AL)
  • Alice Portugal (PCdoB-BA)
  • Aliel Machado (PV-PR)
  • Aline Gurgel (União-AP)
  • Altineu Côrtes (PL-RJ)
  • Aluisio Mendes (Republicanos-MA)
  • Amanda Gentil (PP-MA)
  • Amaro Neto (PP-ES)
  • Amom Mandel (Republicanos-AM)
  • Ana Paula Leão (PP-MG)
  • Ana Paula Lima (PT-SC)
  • Ana Pimentel (PT-MG)
  • André Abdon (PP-AP)
  • André Fernandes (PL-CE)
  • André Ferreira (PL-PE)
  • André Figueiredo (PDT-CE)
  • André Fufuca (PP-MA)
  • André Janones (Rede-MG)
  • Andreia Siqueira (PSB-PA)
  • Antônia Lúcia (MDB-AC)
  • Antonio Andrade (PSDB-TO)
  • Antonio Brito (PSD-BA)
  • Antonio Carlos R. (Podemos-SP)
  • Antônio Doido (MDB-PA)
  • Any Ortiz (PP-RS)
  • Arlindo Chinaglia (PT-SP)
  • Arthur Lira (PP-AL)
  • Arthur Oliveira Maia (União-BA)
  • Átila Lira (PP-PI)
  • Augusto Coutinho (Republicanos-PE)
  • Aureo Ribeiro (Solidariedade-RJ)
  • Bacelar (PV-BA)
  • Baleia Rossi (MDB-SP)
  • Bandeira de Mello (PV-RJ)
  • Bebeto (PP-RJ)
  • Benedita da Silva (PT-RJ)
  • Benes Leocádio (União-RN)
  • Beto Preto (PSD-PR)
  • Beto Richa (PSDB-PR)
  • Bia Kicis (PL-DF)
  • Bohn Gass (PT-RS)
  • Bruno Farias (Republicanos-MG)
  • Bruno Ganem (Podemos-SP)
  • Camila Jara (PT-MS)
  • Capitão Alberto Neto (PL-AM)
  • Capitão Alden (PL-BA)
  • Capitão Augusto (PL-SP)
  • Carla Dickson (PL-RN)
  • Carlos Gaguim (União-TO)
  • Carlos Gomes (Republicanos-RS)
  • Carlos Jordy (PL-RJ)
  • Carlos Sampaio (PSD-SP)
  • Carlos Veras (PT-PE)
  • Carlos Zarattini (PT-SP)
  • Carol Dartora (PT-PR)
  • Castro Neto (MDB-PI)
  • Cabo Gilberto Silva (PL-PB)
  • Coronel Chrisóstomo (PL-RO)
  • Célia Xakriabá (PSOL-MG)
  • Célio Silveira (MDB-GO)
  • Celso Russomanno (Republicanos-SP)
  • Celso Sabino (PDT-PA)
  • Cezinha Madureira (PL-SP)
  • Charles Fernandes (PSD-BA)
  • Chico Alencar (PSOL-RJ)
  • Chris Tonietto (PL-RJ)
  • Clarissa Tércio (PP-PE)
  • Claudio Cajado (PP-BA)
  • Cleber Verde (MDB-MA)
  • Clodoaldo Magalhães (PV-PE)
  • Coronel Assis (PL-MT)
  • Coronel Fernanda (PL-MT)
  • Coronel Meira (PL-PE)
  • Coronel Ulysses (União-AC)
  • Cristiane Lopes (Podemos-RO)
  • Da Vitoria (PP-ES)
  • Dagoberto Nogueira (PP-MS)
  • Daiana Santos (PCdoB-RS)
  • Dal Barreto (União-BA)
  • Damião Feliciano (União-PB)
  • Dandara (PT-MG)
  • Dani Cunha (PL-RJ)
  • Daniel Agrobom (PSD-GO)
  • Daniel Almeida (PCdoB-BA)
  • Daniel Barbosa (PP-AL)
  • Daniel Trzeciak (PSDB-RS)
  • Daniela Waguinho (Republicanos-RJ)
  • Danilo Forte (PP-CE)
  • Danrlei (PSD-RS)
  • David Soares (Podemos-SP)
  • Defensor Stélio Dener (União-RR)
  • Delegada Adriana Accorsi (PT-GO)
  • Delegado Bruno Lima (Podemos-SP)
  • Delegado Éder Mauro (PL-PA)
  • Delegado Fabio Costa (PP-AL)
  • Delegado Matheus Laiola (União-PR)
  • Delegada Ione (PL-MG)
  • Delegada Katarina (PSD-SE)
  • Delegado Bilynskyj (PL-SP)
  • Delegado Caveira (PL-PA)
  • Delegado Marcelo (União-MG)
  • Delegado Palumbo (Podemos-SP)
  • Delegado da Cunha (União-SP)
  • Denise Pessôa (PT-RS)
  • Diego Coronel (Republicanos-BA)
  • Diego Garcia (União-PR)
  • Dilvanda Faro (PT-PA)
  • Dimas Fabiano (PP-MG)
  • Dimas Gadelha (PT-RJ)
  • Domingos Neto (PSD-CE)
  • Domingos Sávio (PL-MG)
  • Dorinaldo Malafaia (PDT-AP)
  • Doutor Luizinho (PP-RJ)
  • Dr. Daniel Soranz (PSD-RJ)
  • Dr. Fernando Máximo (PL-RO)
  • Dr. Flávio (PL-RJ)
  • Dr. Victor Linhalis (PSB-ES)
  • Dr. Francisco (PT-PI)
  • Dr. Frederico (PL-MG)
  • Dr. Ismael Alexandrino (PSD-GO)
  • Dr. Jaziel (PL-CE)
  • Dr. Luiz Ovando (PP-MS)
  • Dr. Zacharias Calil (MDB-GO)
  • Dra. Alessandra Haber (Podemos-PA)
  • Duarte Jr. (Avante-MA)
  • Duda Ramos (Podemos-RR)
  • Duda Salabert (PSOL-MG)
  • Eduardo Bismarck (PV-CE)
  • Eduardo Velloso (Solidariedade-AC)
  • Eduardo da Fonte (PP-PE)
  • Elcione Barbalho (MDB-PA)
  • Eli Borges (Republicanos-TO)
  • Elmar Nascimento (União-BA)
  • Emanuel Pinheiro Neto (PSD-MT)
  • Emidinho Madeira (PL-MG)
  • Enfermeira Rejane (PCdoB-RJ)
  • Erika Hilton (PSOL-SP)
  • Erika Kokay (PT-DF)
  • Eros Biondini (PL-MG)
  • Eunício Oliveira (MDB-CE)
  • Evair de Melo (Republicanos-ES)
  • Fabio Garcia (União-MT)
  • Fábio Macedo (Podemos-MA)
  • Fabio Reis (PSD-SE)
  • Fábio Teruel (MDB-SP)
  • Fausto Jr. (União-AM)
  • Felipe Becari (Podemos-SP)
  • Felipe Carreras (PSB-PE)
  • Felipe Francischin (Podemos-PR)
  • Félix Mendonça Jr (PDT-BA)
  • Fernanda Pessôa (PSD-CE)
  • Fernanda Melchionna (PSOL-RS)
  • Fernando Coelho (União-PE)
  • Fernando Mineiro (PT-RN)
  • Fernando Monteiro (PSD-PE)
  • Fernando Rodolfo (PRD-PE)
  • Filipe Barros (PL-PR)
  • Filipe Martins (PL-TO)
  • Flávia Morais (MDB-GO)
  • Flávio Nogueira (PT-PI)
  • Florentino Neto (PT-PI)
  • Franciane Bayer (Republicanos-RS)
  • Fred Costa (PRD-MG)
  • Fred Linhares (Republicanos-DF)
  • Gabriel Mota (União-RR)
  • Gabriel Nunes (PSD-BA)
  • General Girão (PL-RN)
  • General Pazuello (PL-RJ)
  • Geraldo Mendes (União-PR)
  • Geraldo Resende (União-MS)
  • Gervásio Maia (PCdoB-PB)
  • Gilberto Abramo (Republicanos-MG)
  • Gilberto Nascimento (Podemos-SP)
  • Gilson Daniel (Podemos-ES)
  • Gilvan da Federal (PL-ES)
  • Giovani Cherini (PL-RS)
  • Glaustin da Fokus (Podemos-GO)
  • Glaycon Franco (PSDB-MG)
  • Gleisi Hoffmann (PT-PR)
  • Greyce Elias (PL-MG)
  • Guilherme Uchoa (PSD-PE)
  • Gustavo Gayer (PL-GO)
  • Gustinho Ribeiro (PP-SE)
  • Gutemberg Reis (MDB-RJ)
  • Heitor Schuch (PSD-RS)
  • Helder Salomão (PT-ES)
  • Helena Lima (PSD-RR)
  • Helio Lopes (PL-RJ)
  • Heloísa Helena (Rede-RJ)
  • Henderson Pinto (União-PA)
  • Hercílio Diniz (MDB-MG)
  • Hildo Rocha (MDB-MA)
  • Hugo Leal (PSD-RJ)
  • Hugo Motta (Republicanos-PB)
  • Icaro de Valmir (Republicanos-SE)
  • Idilvan Alencar (PSB-CE)
  • Igor Timo (União-MG)
  • Ilacir Bicalho (Republicanos-MG)
  • Inácio Arruda (PCdoB-CE)
  • Ismael (PL-SC)
  • Isnaldo Bulhões Jr (MDB-AL)
  • Itamar Paim (PL-PR)
  • Ivoneide Caetano (PT-BA)
  • Iza Arruda (MDB-PE)
  • Jack Rocha (PT-ES)
  • Jadyel Alencar (Republicanos-PI)
  • Jandira Feghali (PCdoB-RJ)
  • Jeferson Rodrigues (PSDB-GO)
  • Jefferson Campos (PL-SP)
  • Jilmar Tatto (PT-SP)
  • João Carlos (Republicanos-AM)
  • João Cury (MDB-SP)
  • João Daniel (PT-SE)
  • João Maia (PP-RN)
  • Joaquim Passarinho (PL-PA)
  • Jonas Donizette (PSB-SP)
  • Jorge Araújo (PP-BA)
  • Jorge Braz (Republicanos-RJ)
  • Jorge Goetten (Republicanos-SC)
  • Jorge Solla (PT-BA)
  • José Airton (PT-CE)
  • José Medeiros (PL-MT)
  • José Nelto (União-GO)
  • José Priante (MDB-PA)
  • José Rocha (União-BA)
  • Joseildo Ramos (PT-BA)
  • Josenildo (PDT-AP)
  • Josivaldo JP (União-MA)
  • Juarez Costa (Republicanos-MT)
  • Juliana Cardoso (PT-SP)
  • Julio Cesar Ribeiro (Republicanos-DF)
  • Julio Lopes (PP-RJ)
  • Juninho do Pneu (PSDB-RJ)
  • Junio Amaral (PL-MG)
  • Júnior Ferrari (PSD-PA)
  • Junior Lourenço (MDB-MA)
  • Júnior Mano (PSB-CE)
  • Juscelino Filho (PSDB-MA)
  • Keniston Braga (MDB-PA)
  • Kiko Celeguim (PT-SP)
  • Lafayette Andrada (PL-MG)
  • Laura Carneiro (PSD-RJ)
  • Leandre (PSD-PR)
  • Lêda Borges (Republicanos-GO)
  • Leo Prates (Republicanos-BA)
  • Leonardo Monteiro (PT-MG)
  • Leur Lomanto Jr. (União-BA)
  • Lídice da Mata (PSB-BA)
  • Lincoln Portela (PL-MG)
  • Lindbergh Farias (PT-RJ)
  • Lindenmeyer (PT-RS)
  • Lucas Ramos (PSB-PE)
  • Luciano Amaral (PSD-AL)
  • Luciano Bivar (MDB-PE)
  • Luciano Ducci (PSB-PR)
  • Lucio Mosquini (PL-RO)
  • Luisa Canziani (União-PR)
  • Luiz Carlos Busato (União-RS)
  • Luiz Carlos Hauly (Podemos-PR)
  • Luiz Carlos Motta (PL-SP)
  • Luiz Couto (PT-PB)
  • Luiz Fernando (União-MG)
  • Luiz Gastão (PSD-CE)
  • Luiz Nishimori (PSD-PR)
  • Luiza Erundina (PSOL-SP)
  • Luizianne Lins (Rede-CE)
  • Lula da Fonte (PP-PE)
  • Magda Mofatto (PL-GO)
  • Marangoni (Podemos-SP)
  • Marcelo Álvaro (PL-MG)
  • Marcelo Crivella (Republicanos-RJ)
  • Marcelo Moraes (PL-RS)
  • Marcelo Nilo (Republicanos-BA)
  • Marcelo Queiroz (PSDB-RJ)
  • Marcio Alvino (PL-SP)
  • Márcio Biolchi (MDB-RS)
  • Márcio Honaiser (Solidariedade-MA)
  • Márcio Jerry (PCdoB-MA)
  • Márcio Marinho (Republicanos-BA)
  • Marcon (PT-RS)
  • Marcos A. Sampaio (MDB-PI)
  • Marcos Soares (PSDB-RJ)
  • Marcos Tavares (PDT-RJ)
  • Maria Arraes (PSB-PE)
  • Maria Rosas (Republicanos-SP)
  • Maria do Rosário (PT-RS)
  • Marina Silva (Rede-SP)
  • Mario Frias (PL-SP)
  • Mário Heringer (PDT-MG)
  • Mário Negromonte Júnior (PSB-BA)
  • Marussa Boldrin (Republicanos-GO)
  • Marx Beltrão (União-AL)
  • Matheus Noronha (PL-CE)
  • Maurício Carvalho (União-RO)
  • Mauricio Neves (PP-SP)
  • Mauricio do Vôlei (PL-MG)
  • Mauro Benevides Filho (União-CE)
  • Max Lemos (União-RJ)
  • Meire Serafim (União-AC)
  • Mendonça Filho (PL-PE)
  • Merlong Solano (PT-PI)
  • Mersinho Lucena (PSD-PB)
  • Messias Donato (União-ES)
  • Miguel Ângelo (PT-MG)
  • Miguel Lombardi (PL-SP)
  • Milton Vieira (Republicanos-SP)
  • Missionário José Olimpio (PL-SP)
  • Moses Rodrigues (União-CE)
  • Murillo Gouvea (PSDB-RJ)
  • Murilo Galdino (Republicanos-PB)
  • Natália Bonavides (PT-RN)
  • Nelson Barbudo (Podemos-MT)
  • Nely Aquino (Podemos-MG)
  • Neto Carletto (Avante-BA)
  • Nikolas Ferreira (PL-MG)
  • Nilto Tatto (PT-SP)
  • Olival Marques (Podemos-PA)
  • Orlando Silva (PCdoB-SP)
  • Osmar Terra (PL-RS)
  • Otoni de Paula (PSD-RJ)
  • Padre João (PT-MG)
  • Pastor Diniz (União-RR)
  • Pastor Eurico (PSDB-PE)
  • Pastor Gil (PL-MA)
  • Pastor Henrique Vieira (PSOL-RJ)
  • Pastor Isidório (Avante-BA)
  • Patrus Ananias (PT-MG)
  • Paulão (PT-AL)
  • Paulinho da Força (Solidariedade-SP)
  • Paulo A. Barbosa (PSD-SP)
  • Paulo Abi-Ackel (PSDB-MG)
  • Paulo Azi (União-BA)
  • Paulo Folletto (PSB-ES)
  • Paulo Freire Costa (PL-SP)
  • Paulo Guedes (PT-MG)
  • Paulo Lemos (PT-AP)
  • Paulo Litro (União-PR)
  • Paulo Magalhães (PSD-BA)
  • Paulo Pimenta (PT-RS)
  • Paulo Teixeira (PT-SP)
  • Pedro Aihara (PP-MG)
  • Pedro Campos (PSB-PE)
  • Pedro Lucas Fernandes (União-MA)
  • Pedro Paulo (PSD-RJ)
  • Pedro Uczai (PT-SC)
  • Pedro Westphalen (PP-RS)
  • Pinheirinho (PP-MG)
  • Pompeo de Mattos (PDT-RS)
  • Pastor Marco Feliciano (PL-SP)
  • Professora Marcivania (PCdoB-AP)
  • Professor Reginaldo Veras (PV-DF)
  • Professor Alcides (PSDB-GO)
  • Professora Luciene (PSOL-SP)
  • Rafael Brito (MDB-AL)
  • Rafael Fera (Podemos-RO)
  • Rafael Prudente (MDB-DF)
  • Rafael Simões (União-MG)
  • Raimundo Costa (PSD-BA)
  • Raimundo Santos (PSD-PA)
  • Reginaldo Lopes (PT-MG)
  • Reimont (PT-RJ)
  • Renata Abreu (Podemos-SP)
  • Renilce Nicodemos (MDB-PA)
  • Renildo Calheiros (PCdoB-PE)
  • Ribamar Silva (Podemos-SP)
  • Ribeiro Neto (Solidariedade-MA)
  • Ricardo Abrão (PSDB-RJ)
  • Ricardo Ayres (Republicanos-TO)
  • Ricardo Barros (PP-PR)
  • Ricardo Maia (MDB-BA)
  • Robério Monteiro (PSB-CE)
  • Roberta Roma (PL-BA)
  • Roberto Duarte (Republicanos-AC)
  • Robinson Faria (PP-RN)
  • Rodolfo Nogueira (PL-MS)
  • Rodrigo Gambale (Podemos-SP)
  • Rodrigo Rollemberg (PSB-DF)
  • Rodrigo Valadares (PL-SE)
  • Rodrigo da Zaeli (PL-MT)
  • Rodrigo de Castro (União-MG)
  • Rogéria Santos (Republicanos-BA)
  • Rogério Correia (PT-MG)
  • Romero Rodrigues (Podemos-PB)
  • Rosana Valle (PL-SP)
  • Rosangela Gomes (Republicanos-RJ)
  • Rosângela Reis (PL-MG)
  • Rubens Otoni (PT-GO)
  • Rubens Pereira Jr. (PT-MA)
  • Rui Falcão (PT-SP)
  • Ruy Carneiro (Podemos-PB)
  • Sâmia Bomfim (PSOL-SP)
  • Samuel Vianna (União-MG)
  • Sanderson (PL-RS)
  • Sandro Alex (PSD-PR)
  • Sargento Fahur (PL-PR)
  • Sargento Portugal (Podemos-RJ)
  • Saullo Vianna (MDB-AM)
  • Saulo Pedroso (PSD-SP)
  • Sérgio Brito (PSD-BA)
  • Sargento Gonçalves (PL-RN)
  • Silvia Cristina (PP-RO)
  • Silvio Costa Filho (Republicanos-PE)
  • Silvye Alves (União-GO)
  • Simone Marquetto (PP-SP)
  • Socorro Neri (PP-AC)
  • Sônia Guajajara (PSOL-SP)
  • Soraya Santos (PL-RJ)
  • Sóstenes Cavalcante (PL-RJ)
  • Stéfano Aguiar (PSD-MG)
  • Tabata Amaral (PSB-SP)
  • Tadeu Veneri (PT-PR)
  • Talíria Petrone (PSOL-RJ)
  • Tarcísio Motta (PSOL-RJ)
  • Thiago Flores (União-RO)
  • Thiago de Joaldo (Republicanos-SE)
  • Tiago Dimas (Podemos-TO)
  • Tiririca (PSD-SP)
  • Toninho Wandscheer (PP-PR)
  • Túlio Gadêlha (PSD-PE)
  • Valmir Assunção (PT-BA)
  • Vander Loubet (PT-MS)
  • Vanderlan Alves (Solidariedade-CE)
  • Vavá (Avante-MG)
  • Vermelho (PL-PR)
  • Vicentinho Júnior (PSDB-TO)
  • Vinicius Carvalho (PL-SP)
  • Vinicius Gurgel (PL-AP)
  • Vitor Lippi (PSD-SP)
  • Waldemar Oliveira (Avante-PE)
  • Waldenor Pereira (PT-BA)
  • Weliton Prado (PSD-MG)
  • Wellington Roberto (PSD-PB)
  • Welter (PT-PR)
  • Wilson Santiago (Republicanos-PB)
  • Yury do Paredão (MDB-CE)
  • Zé Adriano (PP-AC)
  • Zé Neto (PT-BA)
  • Zé Silva (União-MG)
  • Zé Vitor (PL-MG)
  • Zé Haroldo Cathedral (União-RR)
  • Zeca Dirceu (PT-PR)
  • Zezinho Barbary (PP-AC)
  • Zucco (PL-RS)