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quarta-feira, 27 de maio de 2026

Sindicalismo celebra nova NR-1


Valeu a luta sindical, dos técnicos em segurança, dos Médicos do Trabalho e dos ativistas pela saúde nos ambientes de trabalho. Nesta terça, 26, passou a vigorar a Norma Regulamentadora nº 1 (NR-1), marcando um divisor de águas na história da segurança e saúde ocupacional no País.

Pela Norma, as empresas gerenciarão os riscos psicossociais e a saúde mental dos trabalhadores. O descumprimento implicará multa à empregadora.

Debates – A publicação da NR-1 foi adiada várias vezes pelo governo devido à pressão empresarial. O tema foi tratado no Ministério do Trabalho e Emprego via Comissão Tripartite Paritária Permanente.

A nova Norma obriga empregadores com empregados celetistas a incluir assédio moral, sobrecarga de trabalho, metas abusivas, falta de suporte gerencial, violência no trabalho e burnout no Programa de Gerenciamento de Riscos e no Gerenciamento de Riscos Ocupacionais.

Mudança – Em 2025, o INSS concedeu mais de 546 mil afastamentos por transtornos mentais e comportamentais. Antes tratada de forma implícita, agora a questão tem contornos claros. O Brasil alinha se às Convenções da OIT, à ISO 45001 e junto à lista atualizada de doenças ocupacionais do próprio MTE, que reconhece o burnout como doença profissional.

Empresas – Devem identificar, avaliar e controlar fatores da organização do trabalho que possam comprometer a saúde mental.

Fiscalização – A fiscalização ganha força punitiva, com multas ou responsabilizações judiciais. As empresas devem realizar diagnóstico de riscos psicossociais, atualizar medidas preventivas e planos de ação, capacitar líderes e equipes, criar canais efetivos de denúncia e monitorar continuamente os resultados.

Vitória – Para os Sindicatos, a Norma representa uma grande conquista. A classe trabalhadora ganha um instrumento legal robusto pra fiscalizar e pressionar por ambientes de trabalho mais saudáveis.

A NR-1 reforça uma nova cultura na área da segurança física e integral a dignidade do trabalhador. Mas sua efetividade exigirá atuação conjunta da fiscalização, Justiça do Trabalho, Sindicatos e sociedade. Empresa que se antecipar deverá colher ganhos em produtividade, retenção de talentos e redução de passivos.

Nildo – A Agência sindical ouviu Nildo Queiroz. Ele é metalúrgico da base de Guarulhos, dirige o Departamento de Saúde do Trabalhador no Sindicato, é técnico em Segurança no Trabalho, e também palestrante em Sipatis e Seminários. Ele afirma: “É um grande avanço, que aumenta a responsabilidade da empresa, dá mais poderes ao Sindicato e fortalece o papel dos cipeiros”.

MAIS – Tribunal Superior do Trabalho – https://www.tst.jus.br

 

 

CNTI presente na reunião da Comissão Especial sobre o Fim da Escala 6x1

 


A Confederação Nacional dos Trabalhadores na Indústria (CNTI), representada pelo presidente José Reginaldo e pela secretária para Assuntos do Trabalho da Mulher, Juventude e Idoso/CNTI e presidente da NCST, Sônia Zerino, participou nesta segunda-feira (25) da reunião da Comissão Especial da Câmara dos Deputados que debate o fim da escala 6x1. Na ocasião, o relator da proposta, deputado Leo Prates, apresentou parecer favorável à redução da jornada de trabalho para 40 horas semanais, sem redução salarial e com dois dias de descanso por semana, sendo um deles preferencialmente aos domingos.

 


A proposta está prevista em uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC), que deverá ser analisada novamente pela comissão especial na próxima quarta-feira (27) e, posteriormente, seguir para votação no Plenário da Câmara antes de ser encaminhada ao Senado. A votação prevista para esta segunda-feira foi adiada após um pedido de vista coletiva apresentado.


De acordo com o texto do relator, a redução da jornada ocorrerá de forma gradual. Sessenta dias após a promulgação da emenda constitucional, o limite passará para 42 horas semanais, já assegurando dois dias de repouso remunerado por semana. Após doze meses, a carga horária será definitivamente reduzida para 40 horas semanais.

 


O parecer apresentado por Leo Prates reúne pontos das PECs apresentadas pelos deputados Reginaldo Lopes e Erika Hilton, que defendiam jornadas de 36 horas semanais. Segundo o relator, a transição deve ocorrer de maneira responsável, acompanhada de políticas públicas, negociação coletiva e incentivos à produtividade, permitindo que empresas e setores se adaptem sem impactos imediatos sobre empregos e custos.

 

FONTE: Blog de Notícias da CNTI

 

https://cnti.org.br/html/noticias/2026/CNTIpresenteCEFimEscala6x1.htm

 

terça-feira, 26 de maio de 2026

MANIFESTAÇÃO PELO FIM DA ESCALA 6X1

 O Movimento Sindical de Petrópolis marcou presença na manifestação para o fim da escala 6X1.

 


 A manifestação ocorreu no Rio de Janeiro (Capital), no dia 25 de maio de 2026, com início na Candelária seguindo até a Cinelândia.


 

A escala 6x1 impõe uma rotina desgastante em diversos setores, comprometendo o descanso e a saúde física e mental dos profissionais.

Os efeitos da jornada exaustiva sobre a vida das mulheres trabalhadoras, uma vez que além do trabalho nas empresas carregam também responsabilidades dentro de suas casas e com suas famílias.

Reduzir a jornada sem reduzir salários é garantir mais dignidade ao trabalhadores, qualidade de vida e justiça social para milhões de trabalhadores/trabalhadoras no Brasil.

Não podemos permitir condições que prejudicam e muito a saúde física e mental, o bem estar dos trabalhadores .

POR ISSO SOMOS A FAVOR DA ESCALA 6X1! 

 

 


segunda-feira, 25 de maio de 2026

Escala 6x1 atinge 14,8 milhões de pessoas e pesa nos setores de serviços e comércio

 


Dados do Dieese indicam que grande parte dos trabalhadores brasileiros enfrenta jornadas superiores a 40 horas semanais, evidenciando a predominância de cargas horárias extensas no mercado de trabalho


Escrito por: Walber Pinto | Editado por: Rosely Rocha

Tânia Rêgo/Agência Brasil
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Uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC), que pretende alterar as regras da escala de trabalho da atual 6x1, modelo de jornada que prevê seis dias consecutivos de trabalho para apenas um de descanso no país, deve ser votada na próxima semana na Câmara dos Deputados. A leitura do parecer sobre a proposta, porém, foi adiado após pressão de deputados da extrema direita e agora deve ser apresentado na segunda-feira (25).

Um levantamento do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) aponta que um em cada três trabalhadores e trabalhadoras brasileiros atua na escala 6x1. Segundo o estudo, cerca de 14,8 milhões de trabalhadores, o equivalente a 33,2% dos ocupados no país, estão submetidos a esse modelo de trabalho.

Os dados do Dieese mostram ainda que 64% dos trabalhadores formais têm jornada superior a 40 horas semanais, e cerca de 75% dos trabalhadores celetistas trabalham mais de 40 horas por semana.

Setores que estão na escala 6x1

Entre os setores com maior incidência da escala 6x1 estão transporte aéreo, hospedagem, alimentação e comércio, áreas marcadas por funcionamento contínuo e jornadas mais extensas. De acordo com o Dieese:

  • Transporte aéreo — 53,2%
  • Serviços de alojamento — 52,0%
  • Serviços de alimentação — 47,1%
  • Comércio — 42,2%

Os números revelam que trabalhadores de áreas com funcionamento diário e horários estendidos são os mais submetidos à jornada de seis dias consecutivos de trabalho para apenas um de descanso.

No entanto, empresários ligados aos setores do comércio e dos serviços estão entre os mais resistentes às mudanças. Ao mesmo tempo, empresas que testaram modelos alternativos, como a escala 5x2, relatam melhora no engajamento dos funcionários.

O que é jornada de trabalho

Jornada de trabalho é o período em que o trabalhador fica à disposição do empregador para exercer suas atividades. Atualmente, a Constituição Federal estabelece limite de 44 horas semanais, geralmente distribuídas na escala 6x1, seis dias de trabalho para um de descanso.

Apesar disso, a realidade da maioria da classe trabalhadora brasileira é de jornadas longas e desgastantes.

Segundo o Dieese, a maioria absoluta dos trabalhadores brasileiros atua entre 40 e 44 horas semanais. Além disso, cerca de 20 milhões de pessoas trabalham acima desse limite, chegando a jornadas entre 45 e 48 horas ou mais.

Pesquisa da CUT

Uma pesquisa encomendada pela CUT em parceria com o instituto Vox Populi investigou as mudanças no mundo do trabalho e o avanço da informalidade no Brasil.

Segundo o presidente da CUT, Sergio Nobre, muitos trabalhadores têm recusado vagas formais porque elas oferecem baixos salários e jornadas consideradas rígidas e exaustivas.“O grande fator que pesa muito é a jornada de trabalho extensa, a rigidez das escalas de trabalho, em especial a escala seis por um, que torna impossível conciliar o trabalho com a vida”, afirmou durante audiência pública na Câmara dos Deputados.

Ainda segundo a pesquisa, cerca de 80% dos entrevistados consideram a redução da jornada para 40 horas semanais e o fim da escala 6x1 como pautas prioritárias do movimento sindical brasileiro. Tanto os estudos do Dieese e da CUT defendem que jornadas menores podem aumentar a produtividade e diminuir afastamentos e rotatividade.

Mais tempo para viver

Entre os principais argumentos em defesa da redução da jornada está a melhoria da qualidade de vida. Com menos horas de trabalho, os trabalhadores passam a ter mais tempo para descanso, convivência familiar, estudo, lazer e cuidados com a saúde física e mental. De acordo com o Dieese:

  • 71,2 milhões de trabalhadores precisam se deslocar para o trabalho;
  • 14,5 milhões levam entre 30 minutos e uma hora no trajeto;
  • 7,4 milhões gastam mais de uma hora para chegar ao trabalho;
  • 1,3 milhão passa mais de duas horas no deslocamento diário.

Na prática, milhões de brasileiros passam grande parte do dia dedicados ao trabalho, somando jornada e deslocamento.

 

FONTE: SITE DA CUT 

https://www.cut.org.br/noticias/escala-6x1-atinge-14-8-milhoes-de-pessoas-e-pesa-nos-setores-de-servicos-e-comer-cbd9

Diap defende jornada de 40 horas já



 
A comissão especial que analisa a proposta promoveu dois debates sobre o tema (Foto: Bruno Spada / Câmara dos Deputados)

Para Neuriberg Dias, diretor de Documentação do Diap, a redução da jornada e o fim da escala 6×1 têm respaldo social, histórico e econômico. Entidade defende aplicação imediata das mudanças.

Dia 19, em Audiência na Comissão Especial da Câmara Federal, Neuriberg sustentou que a redução da jornada e o fim da escala 6×1 podem concluir discussão iniciada há quase quatro décadas na Assembleia Nacional Constituinte.

O debate sobre a redução para 40 horas semanais, ele diz, “já está consumado do ponto de vista político e social”, restando agora a questão em torno do prazo de transição. Para o representante do Diap, o Congresso já não discute mais “se” haverá redução da jornada, mas “como” será implementada.

Segundo o especialista, os argumentos econômicos utilizados historicamente pra barrar mudanças nas relações de trabalho perderam sustentação ante a nova realidade produtiva marcada pela automação, digitalização e reorganização tecnológica do mercado de trabalho.

Constituinte – Ao reconstruir a trajetória da pauta, ele lembrou que o Diap participou ativamente da Constituinte, em articulação com Centrais e Confederações, defendendo a redução imediata da jornada de 48 para 40 horas semanais.

De acordo com Neuriberg, a proposta chegou a ser aprovada na Comissão da Ordem Social, em 1987, mas foi alterada depois por pressão empresarial durante a Comissão de Sistematização, resultando na atual jornada de 44 horas.

O membro do Diap citou ainda iniciativas posteriores que mantiveram a discussão no Congresso, como a PEC 231/95, dos então deputados Paulo Paim (PT-RS) e Inácio Arruda (PCdoB-CE), e a PEC 148/15, do senador Paulo Paim, pronta pra votação no Senado. Também mencionou a PEC 221/19, do deputado Reginaldo Lopes (PT-MG), e a PEC 8/25, de Erika Hilton (PSol-SP), que recolocaram o tema no centro do debate nacional.

A própria duração histórica da discussão, diz Neuriberg, desmonta o argumento de transição longa. “O tempo já foi dado”, sustentou ao defender a implementação imediata das 40 horas semanais.

Mudança – O diretor do Diap argumentou que a economia brasileira já opera, em larga medida, sob jornadas reduzidas firmadas via negociação coletiva. Dados da Pnad Contínua, organizados pelo Dieese e Ministério do Trabalho, indicam que 37% dos empregados ocupados já trabalham 40 horas semanais, enquanto outros 31% cumprem jornadas entre 41 e 44 horas.

Segundo Neuriberg, 22 milhões de trabalhadores formais – 54% do total – ainda permanecem acima das 40 horas semanais. Em relação às escalas, afirmou que 2/3 dos empregados já atuam no regime 5×2, mas cerca de 15 milhões de pessoas seguem submetidas à escala 6×1.

Nova economia – Na parte final da sua fala durante a Audiência, Neuriberg Dias sustentou que o avanço tecnológico altera as bases do debate trabalhista. Segundo ele, durante décadas prevaleceu a ideia de que produtividade, competitividade e ambiente de negócios resolveriam automaticamente os problemas sociais. Porém, a automação acelerada, o envelhecimento populacional e o desemprego estrutural impõem novos desafios. Ele diz: “Aquele padrão previa substituição de empregos com direitos; agora, o risco é de destruição de empregos sem direitos”.

Neuriberg ainda defendeu reforma estrutural das relações de trabalho baseada em quatro pilares: 1) redução imediata para 40 horas semanais, 2) fim da escala 6×1 com dois dias consecutivos de descanso, 3) manutenção integral dos salários e 4) fortalecimento das negociações coletivas.

MAIS – Site do Diap e das Centrais Sindicais.

 FONTE: Agência Sindical

 

sexta-feira, 22 de maio de 2026

CNTI participa, em São Paulo, de Audiência Pública sobre a Redução da Jornada de Trabalho

 


A Confederação Nacional dos Trabalhadores na Indústria (CNTI), representada pelo secretário da Região Sudeste e presidente do Sindicato dos Papeleiros de Guarulhos/SP, Eduardo Henrique Neves, pela secretária para Assuntos do Trabalho da Mulher, da Juventude e do Idoso da CNTI e presidente da Nova Central Sindical de Trabalhadores (NCST), Sônia Zerino, e pelo secretário de Educação da CNTI e presidente do Sindicato dos Eletricitários de São Paulo, Eduardo Anunciatto “Chicão”, participou, nesta quinta-feira (14), da Audiência Pública realizada no Auditório do Palácio do Trabalhador, em São Paulo. O encontro teve como pauta central a discussão das Propostas de Emenda à Constituição (PECs) que tratam da redução da jornada de trabalho e do fim da escala 6×1, reunindo lideranças sindicais, parlamentares e representantes do governo federal em um dos mais relevantes fóruns de debate social e trabalhista do país.

 


Conduzida pelo deputado federal Alencar Santana, presidente da comissão especial responsável pela análise das propostas, a audiência contou ainda com a presença do ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, a ex-ministra Marina Silva e do deputado Leo Prates, relator da proposta constitucional. Durante as intervenções, as autoridades destacaram a necessidade de modernização das relações de trabalho, enfatizando a valorização da classe trabalhadora, a promoção da qualidade de vida e a construção de um ambiente produtivo mais equilibrado e humanizado. Em sua fala, o deputado Alencar Santana também convocou sindicalistas e trabalhadores de todo o país para mobilização nos dias 26 e 27 de maio, em Brasília, reforçando a importância da participação popular no debate sobre as mudanças na legislação trabalhista.

 


A audiência reuniu expressiva representação do movimento sindical brasileiro, com a presença de sindicatos, federações, confederações e centrais sindicais de diversas regiões do país. Ao longo dos debates, foram defendidas medidas voltadas à ampliação dos direitos sociais e à construção de uma agenda trabalhista alinhada às transformações econômicas, tecnológicas e sociais contemporâneas. A participação da CNTI reafirma o compromisso histórico da entidade com a defesa dos trabalhadores da indústria, a valorização do trabalho digno e o fortalecimento do diálogo democrático em torno de pautas estratégicas para o futuro das relações de trabalho no Brasil.

 

FONTE: Blog de Notícias da CNTI

https://cnti.org.br/html/noticias/2026/CNTIAudienciaReducaodaJornadaSP.htm

 

quinta-feira, 21 de maio de 2026

Centrais intensificam pressão em Brasília

 


As Centrais Sindicais convocam trabalhadores de todo o país para grande ato em Brasília nos dias 26 e 27 de maio. A manifestação visa garantir a aprovação da redução da jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais, sem redução salarial, e o fim da escala 6×1.


A mobilização é um momento decisivo, porque no dia 26 de maio ocorre a votação na Comissão Especial da Câmara dos Deputados. No dia 27 de maio, a matéria vai a plenário. Diversas ações acontecerão simultaneamente, com seminários, plenárias estaduais e forte pressão nos gabinetes parlamentares.


A campanha vem ganhando força desde 1º de Maio de 2026 e se intensificou com o Seminário realizado em São Paulo, dia 14, na sede da Força Sindical. A estratégia tem diversas ações articuladas pelas lideranças sindicais, como envio massivo de mensagens a deputados, diálogos diretos nos gabinetes, pressão presencial em Brasília e forte campanha nas redes sociais. Uma cartilha elaborada pelo Dieese também está sendo amplamente divulgada.


Causa justa – As Centrais Sindicais defendem a aprovação por acreditarem ser uma conquista importante aos trabalhadores. O fim da escala 6×1 combate a exaustão e o adoecimento dos trabalhadores, garantindo a todos o direito a dois dias consecutivos de descanso remunerado. A redução da jornada melhora a qualidade de vida, a saúde mental, o tempo com a família e o lazer. As mulheres são as mais prejudicadas pela jornada atual e serão as que mais se beneficiarão com a mudança.


“Temos, hoje, dez para a votação para debater no Congresso, as Centrais Sindicais estarão dialogando na semana para mobilizar as bases, e os dirigentes estarão em Brasília. A audiência na sede da Força Sindical no dia 14 foi importante. Nós temos que ter políticos junto com a nossa causa”, declarou João Carlos Gonçalves (Juruna), Secretário Geral da Força Sindical.


Empregos – A medida deve gerar mais empregos, pois as empresas precisarão de novas contratações para cobrir as horas reduzidas.


Entre as propostas em tramitação está a PEC 221/2019, que altera a Constituição Federal e oferece o caminho mais duradouro para a redução da jornada. A PL 1838/2026 do governo Lula, em regime de urgência, altera a CLT, fixa a jornada em 40 horas semanais, proíbe a redução salarial e praticamente extingue a escala 6×1.


Apoio – De acordo com pesquisa Datafolha de 2026, 71% da população apoia a redução da jornada e o fim da escala 6×1. O apoio é ainda maior entre mulheres (77%) e jovens (83%).


As Centrais Sindicais reforçam o chamado: a presença massiva de trabalhadores em Brasília nos dias 26 e 27 é fundamental para pressionar os deputados e transformar em lei essa reivindicação histórica dos trabalhadores.

 

Fonte: Agência Sindical - Do Blog de Notícias da CNTI