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quinta-feira, 30 de abril de 2026

Cadastro do 1º de Maio


As direções das centrais sindicais determinaram que as comemorações do 1º de Maio, este ano, fossem descentralizadas, aproximando-as dos trabalhadores e das trabalhadoras e unificadas pela pauta aprovada na CONCLAT 26.

Mas, como todos sabemos, não basta haver determinação se não houver mobilização e controle.

Dirigentes e ativistas participantes da CONCLAT 26 aprovaram a pauta unificada em Brasília, para onde convergiram as marchas.

Esta pauta foi entregue a representantes dos três Poderes, com grande destaque para a entrega ao presidente Lula.

E, de maneira inteligente e mobilizadora, as Centrais Sindicais criaram um cadastro para registrar as comemorações do 1º de Maio de todo o país e de todas as entidades.

Neste cadastro já aparecem dezenas de eventos previstos (assembleias, passeatas, reuniões, festividades, congraçamentos), sendo atualizado no próprio desenrolar dos acontecimentos e apresentando ao final o balanço de todas as formas de comemoração do 1º de Maio do movimento sindical. Todas as entidades que organizarem as manifestações devem informar ao cadastro suas realizações.

Neste ano eleitoral as comemorações descentralizadas facilitam a cada entidade fazer convites àqueles eventuais pré-candidatos que tenham a simpatia e o apoio dos associados.

João Guilherme Vargas Netto. Consultor de entidades sindicais de trabalhadores.

 FONTE: Agência Sindical

 

Paim cobra votação de proposta que reduz jornada para 40 horas

 


Em pronunciamento no Plenário nesta segunda-feira (27), o senador Paulo Paim (PT-RS) voltou a defender o fim da escala de trabalho 6x1 e a redução da jornada para 40 horas semanais, sem corte salarial. Paim cobrou o avanço da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 148/2015, já aprovada na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado e pronta para votação no Plenário. Segundo ele, a medida é voltada à melhoria das condições de vida dos trabalhadores.


— Essa proposta não é apenas uma mudança técnica na legislação trabalhista; ela é, acima de tudo, uma política humanitária. No Brasil ainda vigora uma jornada de até 44 horas semanais; uma jornada que, na prática, para muitos, se torna ainda mais pesada, com os deslocamentos longos de onde moram até a fábrica, a empresa, o comércio. Enfim, são jornadas extenuantes e muitas vezes cruéis. Essa é a realidade da 6x1, seis dias de trabalho e apenas um de descanso. É preciso dizer que isso compromete a saúde física, mental e emocional do trabalhador — afirmou.


Paim destacou que o debate ganha força em todo o país e lembrou que a CCJ da Câmara aprovou projetos com teor semelhante, que agora seguem para uma comissão especial. Ele disse também que diversos setores no Brasil já adotam jornadas menores, tendência internacional que pode gerar impactos positivos no emprego e na produtividade:

 

— Diversas categorias, por meio de negociação coletiva, já conquistaram jornadas menores, inclusive menores que as 40 horas, como bancários, petroleiros e profissionais da saúde; ou seja, reduzir jornada é um caminho conhecido, testado e aprovado. Não estamos falando aqui de uma pauta isolada, mas de um movimento histórico de valorizar o trabalho no Brasil. Na França, há muito tempo, a jornada é de 35 horas semanais. Na Alemanha, há jornadas reduzidas, também na linha das 36 horas. No Reino Unido e na Espanha, experiências como a semana de quatro dias vêm sendo testadas com resultado positivo. Na América Latina, o Chile aprovou recentemente a redução da jornada para 40 horas semanais.

 

Fonte: Agência Senado - Do Blog de Notícias da CNTI - https://cnti.org.br

quarta-feira, 29 de abril de 2026

Centrais entregam Agenda Jurídica a Flávio Dino, ministro do STF

 

 


O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Flávio Dino, recebeu representantes das centrais sindicais em Brasília para discutir os principais desafios jurídicos enfrentados pela classe trabalhadora. A reunião contou com a presença de José Reginaldo Inácio, que representou a Nova Central Sindical de Trabalhadores (NCST), além de Miguel Torres, presidente da Força Sindical, e de Eduardo Annunciato, dos eletricitários de São Paulo.


Na conversa, os dirigentes entregaram a Agenda Jurídica das Centrais no STF e no Tribunal Superior do Trabalho (TST) com preocupações relacionadas ao cenário atual, como a preservação de direitos, o fortalecimento da negociação coletiva e a necessidade de enfrentar práticas que fragilizam as relações de trabalho, como a pejotização.


Flávio Dino afirmou que a aproximação entre o Judiciário e o movimento sindical é fundamental para qualificar o debate institucional e contribuir para decisões mais justas, em consonância com a Constituição.


Ao fim do encontro, as lideranças reforçaram que a Agenda Jurídica das Centrais deve ganhar ainda mais centralidade como instrumento de articulação e mobilização.

 


Com foto e informações da Força Sindical

 

 

 Fonte: NCST  - Do Blog de Notícias da CNTI - https://cnti.org.br

UGT protesta contra juros altos

 



 
Josimar Andrade, da UGT, durante ato em frente ao Banco Central, na Av. Paulista, contra a taxa Selic

A Central UGT e o Sindicato dos Comerciários de São Paulo somaram-se hoje (28) a outras Centrais e entidades sindicais na luta contra a Taxa Básica de Juros (Selic), em 14,75% ao ano. O ato, em frente ao BC, na Avenida Paulista, Capital, reuniu organizações classistas, reforçando a unidade do movimento sindical em torno da pauta desenvolvimentista.

Josimar Andrade de Assis, diretor de Relações Sindicais do Sindicato dos Comerciários de São Paulo, afirma: “Não adianta redução a conta-gotas. É preciso uma queda expressiva dos juros para impulsionar o desenvolvimento nacional”.

Para o dirigente, a mobilização demonstra a força da organização dos trabalhadores. Ele critica: “O endividamento das famílias é um problema sério, e a taxa de juros é um dos principais fatores geradores desse drama. O sistema financeiro, com taxas abusivas, contribui muito pra essa situação”.

Segundo Josimar, “juro elevado impacta o dia a dia da população, encarecendo o crédito e comprometendo o poder de compra das famílias”.

A UGT atua de forma consistente no debate sobre os efeitos da taxa Selic na economia, especialmente no que diz respeito ao endividamento das famílias.  As manifestações ganham ainda mais relevância no mês de maio, marcado pelo Dia do Trabalhador, consolidando o compromisso histórico da UGT e do SECSP com os direitos, a renda e do desenvolvimento social.

Para as Centrais, a presença nas ruas é fundamental a fim de ampliar o debate público e pressionar por uma política econômica mais equilibrada, que priorize o crescimento e a inclusão social.

MAIS – Site da UGT e demais Centrais

 

terça-feira, 28 de abril de 2026

Escala 6x1: qualquer proposta que avançar será benéfica, diz Paim

 

PEC do senador aguarda votação no Plenário, enquanto textos da Câmara ainda passarão por comissão especial.


O senador Paulo Paim (PT-RS), autor da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 148/2015, que trata da redução da jornada de trabalho e do fim da escala 6x1, afirmou que todas as iniciativas em discussão sobre o tema têm como objetivo beneficiar os trabalhadores. Além do texto de Paim, tramitam na Câmara dos Deputados as propostas da deputada Erika Hilton (Psol-SP) e do deputado Reginaldo Lopes (PT-MG), que foram apensadas.


Enquanto a proposta do senador já está pronta para votação no plenário do Senado, os textos da Câmara ainda passarão por uma comissão especial, que deverá discutir o mérito e definir pontos como carga horária semanal, modelo de transição e eventuais compensações para empresas.


A PEC de Erika Hilton (8/2025) prevê jornada semanal de 36 horas distribuídas em quatro dias de trabalho. Já a proposta de Reginaldo Lopes (221/2019) estabelece a redução gradual da carga horária de 44 para 36 horas ao longo de dez anos.


Paim destacou que os textos podem convergir ao longo da tramitação. "Se a proposta da Câmara for aprovada primeiro, ela vem para o Senado e a nossa pode ser incorporada. Se a nossa for aprovada antes, segue para a Câmara e lá será ajustada ao texto em discussão. E há também uma proposta apresentada pelo presidente Lula. São diferentes caminhos com o mesmo objetivo: melhorar a qualidade de vida da classe trabalhadora", afirmou.


Na semana passada, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva enviou ao Congresso um projeto de lei que reduz a jornada semanal para 40 horas, com dois dias de descanso. O texto ainda aguarda despacho do presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), para iniciar a tramitação.


Segundo o Executivo, a proposta pode avançar mais rapidamente por tramitar em regime de urgência, o que estabelece prazo de 45 dias para análise em cada Casa. Ainda assim, Motta já indicou preferência por uma mudança via Constituição.

 

Fonte: Agência Senado - Do Blog de Notícias da CNTI - https://cnti.org.br

segunda-feira, 27 de abril de 2026

EDITAL PARA ASEEMBLÉIA GERAL DATA BASE DE MAIO DE 2026

 

Pelo presente edital, ficam convocados, pelo Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias de Joalheria, Lapidação de Pedras Preciosas, Extração, Mármores, Calcários e Pedreiras do Município de Petrópolis, CNPJ nº 30.202.733/0001-70, todos os trabalhadores das Indústrias de joalheria, bijuteria, ourivesaria, relojoeiro, oficiais de relojoeiro, lapidação de pedras preciosas e semipreciosas a comparecerem na Assembleia Geral Extraordinária, que acontecerá no dia 30 de abril de 2026, às 17:30 h, em primeira convocação e às 18:00 h, em segunda convocação, sito a Rua Marechal Deodoro, nº 209, S/L 120, Centro, Petrópolis, RJ, onde com qualquer número, será analisada a seguinte ordem do dia: a) elaboração da pauta de reivindicações a ser encaminhada aos patrões/Sindicato Patronal; b) concessão de poderes à Diretoria do Sindicato para celebração de Convenção Coletiva de Trabalho, Acordo Coletivo de Trabalho e condições de trabalho, contribuição sindical, mensalidade sindical e assistencial em favor do sindicato e autorização prévia dos descontos em folha de pagamento, arts. 545 da CLT e 8º da C.F; c) instauração de Dissídio Coletivo, em caso de fracasso nas negociações; d) Permissão para a Assembleia ficar instalada em estado permanente, e) assuntos gerais. Este edital encontra – se também afixado na sede do Sindicato. Petrópolis, 27 de abril de 2026. Sebastião Braz de Souza - Presidente do Sindicato.

CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO MÁRMORES GRANITOS E AFINS 2026