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sexta-feira, 6 de novembro de 2026

STF debate transição do fim da escala 6×1

Audiência de conciliação será realizada em 10 de novembro, às 14h, em Brasília; ministro Flávio Dino não suspendeu o calendário de implementação da nova jornada

Categoria: Agência DIAP


O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), marcou para terça-feira (10 de novembro), às 14h, em Brasília (DF), uma audiência de conciliação, no âmbito do Supremo, para discutir os prazos de implementação do fim da escala 6×1. 

 

O encontro reunirá representantes das centrais sindicais, entidades empresariais e órgãos públicos, após questionamentos apresentados à Corte sobre as regras de transição da nova jornada de trabalho.

A audiência foi determinada nesta quinta-feira (5), no âmbito da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 8041, ajuizada pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). A entidade pede mais tempo para a adaptação das empresas às mudanças estabelecidas pela Emenda Constitucional nº 141/2026, promulgada em 16 de outubro.

A emenda estabelece a redução gradual da jornada máxima de 44 para 40 horas semanais, sem redução salarial, e assegura dois dias de descanso remunerado. Pelo calendário aprovado pelo Congresso Nacional, a primeira etapa entra em vigor em 16 de dezembro de 2026, quando a jornada será limitada a 42 horas semanais. A redução definitiva para 40 horas ocorrerá em dezembro de 2027.

A CNC considera insuficiente o prazo de 60 dias para a primeira etapa e solicita que sua implementação seja adiada para outubro de 2027, enquanto a jornada de 40 horas passaria a valer somente em outubro de 2028. A entidade argumenta que as mudanças exigem reorganização das escalas, contratação de trabalhadores e renegociação de acordos e convenções coletivas, especialmente nos setores de comércio, serviços e turismo.

Ao analisar o pedido, Flávio Dino não concedeu a suspensão imediata do cronograma. Em avaliação preliminar, o ministro considerou que o período de dois meses não se mostra necessariamente inviável, embora tenha reconhecido a necessidade de examinar os argumentos apresentados pelos setores econômicos.

O ministro também delimitou o alcance da audiência de conciliação. A discussão ficará restrita aos aspectos práticos da implementação da emenda, sem colocar em negociação a redução da jornada ou a ampliação do repouso semanal, direitos já incorporados ao texto constitucional.

Foram convocados representantes das confederações empresariais, centrais sindicais, Advocacia-Geral da União (AGU), Procuradoria-Geral da República (PGR) e das advocacias da Câmara dos Deputados e do Senado Federal.

A participação das entidades sindicais será importante para que eventuais ajustes no período de transição considerem a proteção dos direitos dos trabalhadores, a negociação coletiva e as condições necessárias à aplicação da nova jornada.

Além da ação da CNC, a Confederação Nacional da Indústria (CNI) também apresentou questionamentos ao Supremo sobre a implementação da EC 141/2026, ampliando o debate jurídico sobre a adaptação dos contratos de trabalho e dos instrumentos coletivos às novas regras.

 

(Com informações do STF, Estadão e CNN Brasil)

FONTE DIAP - https://www.diap.org.br

Fim da escala 6x1: CNI vai ao STF contra regras da nova jornada


Confederação questiona aplicação das novas regras a contratos vigentes, alerta para aumento de custos e pede mais tempo para adaptação das empresas. Segundo entidade, impacto para a indústria será de R$ 88 bilhões.


A Confederação Nacional da Indústria (CNI) acionou o STF contra dispositivos da emenda constitucional que acaba com a escala 6x1 e reduz a jornada semanal de 44 para 40 horas, sem corte salarial. A entidade quer preservar contratos de trabalho e acordos coletivos anteriores à mudança, além de ampliar o prazo de adaptação das empresas.


A Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI), apresentada na quarta-feira (4), contesta pontos da Emenda Constitucional 141/2026, promulgada pelo Congresso em 16 de outubro. Segundo a CNI, a aplicação das novas exigências a contratos já firmados viola a segurança jurídica, a autonomia da negociação coletiva e a livre iniciativa.


"A aplicação compulsória das novas jornadas sobre contratos pactuados sob a vigência anterior da Constituição desconfigura a reciprocidade original e majora o valor da hora trabalhada à revelia das partes contraentes", afirma o diretor jurídico da CNI, Alexandre Vitorino.


Outro alvo da ação é a previsão de que cláusulas de acordos e convenções coletivas incompatíveis com as novas regras percam a validade após 60 dias. Para a entidade, a medida desconsidera condições negociadas anteriormente e compromete a organização do trabalho em setores com funcionamento contínuo.


O que a indústria pede ao STF

A CNI solicita a preservação dos contratos anteriores à emenda e a suspensão dos prazos de redução da jornada por ao menos um ano. Também pede que as exigências não sejam aplicadas às microempresas e empresas de pequeno porte até a edição de uma lei complementar que regulamente sua adaptação.


Segundo a confederação, o tratamento diferenciado previsto na Constituição é necessário diante das dificuldades das empresas menores para reorganizar suas atividades. "Não pode haver segurança jurídica se o Estado, por meio de uma emenda constitucional, faz tábula rasa de contratos individuais e coletivos, por melhores e mais humanitárias que sejam as suas intenções", afirma Vitorino.


A entidade estima que a redução da jornada e a ampliação do descanso semanal, sem diminuição salarial, elevarão em 11,1% o custo do trabalho formal na indústria, o equivalente a R$ 88 bilhões. Segundo a CNI, a mudança acarreta riscos para a competitividade e a manutenção dos empregos.


Quando a jornada será reduzida

A Emenda Constitucional 141 estabelece uma transição gradual. A partir de 16 de dezembro de 2026, a jornada máxima cairá de 44 para 42 horas semanais, com dois dias de descanso remunerado. Em dezembro de 2027, o limite passará a 40 horas.


A legislação permite regimes excepcionais de compensação mediante negociação coletiva, desde que respeitadas as garantias constitucionais de descanso. Segundo dados do Ministério do Trabalho e Emprego, aproximadamente 14,9 milhões de brasileiros trabalham atualmente na escala 6x1.


A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) também recorreu ao Supremo. Em ação distribuída ao ministro Flávio Dino, a entidade pediu o adiamento da implantação das regras, concentrando seus questionamentos no calendário de transição. As ações não suspendem automaticamente a emenda. Os prazos aprovados pelo Congresso continuam válidos até eventual decisão judicial em contrário.


A mudança foi aprovada pela Câmara dos Deputados em 27 de maio, em dois turnos, por 472 votos a 22 e 461 a 19, respectivamente. No Senado, a PEC 221/2019 recebeu 75 votos favoráveis e apenas um contrário em cada um dos dois turnos, realizados em 14 de outubro. De autoria original do deputado Reginaldo Lopes (PT-MG), a proposta foi aprovada na forma de um substitutivo do deputado Leo Prates (Republicanos-BA) e incorporou discussões de outra PEC apresentada por Erika Hilton (Psol-SP). No Senado, a relatoria coube ao senador Omar Aziz (PSD-AM). O texto foi promulgado pelo Congresso em 16 de outubro, transformando-se na Emenda Constitucional 141/2026.

 

Fonte: Congresso em Foco - No Blog de Notícias da CNTI ----  https://cnti.org.br


quinta-feira, 5 de novembro de 2026

CNC aciona STF para adiar fim da escala 6×1


Confederação pede que primeira etapa da transição gradual para a nova escala de trabalho seja adiada para o ano que vem


A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) entrou com uma ação no Supremo Tribunal Federal (STF) para adiar o início da transição para a nova jornada de trabalho após o fim da escala 6×1.


A emenda constitucional promulgada em outubro reduz a carga horária de 44 para 40 horas semanais sem corte de salário.


A implementação, porém, será gradual. A primeira etapa da transição começa 60 dias após a promulgação, em 16 de dezembro deste ano, quando a jornada máxima semanal cai de 44 para 42 horas e o trabalhador passa a ter garantidos dois dias de descanso remunerado. Doze meses depois, a jornada de trabalho passa a ser limitada a 40 horas semanais.


A CNC pede que a primeira etapa da transição passe para o próximo ano, em 16 de outubro de 2027.


Já a redução da jornada de trabalho para 40 horas semanais, defende a entidade, deveria passar a ser implementada a partir de outubro de 2028.


Para a CNC, o prazo de 60 dias é muito curto para a adaptação das empresas, que podem precisar contratar novos trabalhadores, reestruturar turnos e renegociar convenções coletivas, já que os acordos em vigor perdem eficácia a partir da implementação da nova escala.

 

Fonte: Estadão Conteúdo - No Blog de Notícias da CNTI - https://cnti.org.br

País gerou 1.248 mil empregos formais até setembro de 2026

 

Dados do NovoCaged divulgados pelo MTE apontam a geração de 121.305 postos de trabalho formais no mês. Já o acumulado, desde janeiro de 2023, é de 5.653.169 postos de trabalho.
 
 

De acordo com os dados do NovoCaged de setembro, divulgados nesta quarta-feira (04) pelo ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, o mercado formal de trabalho brasileiro gerou 121.305 postos de trabalho formais, resultante de 2.214.437 admissões e 2.093.132 desligamentos no mês. Com esse resultado, o estoque de empregos alcançou 48.359.577 vínculos formais de trabalho. No ano, janeiro a setembro, foram 1.248.914 novos postos de trabalho, um aumento de +2,65%. Já o acumulado, desde janeiro de 2023, é de 5.653.169 postos de trabalho. 

Em setembro, quatro dos cinco grandes grupamentos de atividades econômicas registraram saldos positivos, com destaque para o setor de Serviços (+81.241), seguido da Indústria (+19.285), Comércio (+15.697) e Construção (+9.468). Somente o setor da Agropecuária registrou um saldo negativo de -4.381.

Foram registrados saldos positivos em 26 estados, com destaque, em valores absolutos, para São Paulo (+19.391), Pernambuco (+13.371) e Alagoas (+11.110), e,  em termos relativos, Alagoas (+2,47%), Amapá (+1,35%) e Roraima (+1,23%).

Dos postos de trabalho gerados, 78,1% são vínculos típicos (+94.729) e 21,9% a vínculos não típicos (+26.576), majoritariamente trabalhadores com jornada igual ou inferior a 30 horas (+17.773) e temporários (+8.359).

Acumulado de 2025

De janeiro a Setembro de 2026, o saldo de emprego chegou a 1.248.914 postos de trabalho, crescimento de +2,65%, sendo positivo nos cinco grandes grupamentos de atividades econômicas. O maior crescimento ocorreu no setor de Serviços, com um saldo positivo de 775.774 postos formais de trabalho, crescimento de +3,39%), com destaque para o setor da Administração Pública, Defesa e Seguridade Social, Educação, Saúde Humana e Serviços Sociais que gerou 276.355 postos, crescimento de +4,76% no acumulado do ano. A Construção gerou +207.434 postos formais de trabalho, crescimento de +7,03%, principalmente em Obras de Infraestrutura (+82.909), Construção de Edifícios (+66.883) e Serviços Especializados para Construção (+57.642).

A Indústria teve um saldo de 188.563 postos, (+2,10%), com destaque para a Fabricação de Produtos Alimentícios (+55.929) e Fabricação de Veículos Automotores, Reboques e Carrocerias (+26.878). Também a Agropecuária apresentou saldo positivo no ano, 51.893 novos postos, crescimento de +2,87%, com destaque para as Atividades de Apoio à Agricultura e à Pecuária (+15.353), Cultivo de Café (+7.464) e Cultivo de Alho (+3.667).

O Comércio, com um crescimento de 0,24%, acumulou saldo positivo de 25.280 postos formais de trabalho no ano.

O saldo positivo foi registrado em todos os estados, com destaque para São Paulo (+322.551), Minas Gerais (+129.777) e Rio de Janeiro (+86.489). Em termos relativos, as maiores variações no acumulado do ano foram registradas no Amapá (+7,75%), Roraima (+4,54%) e Piauí (+4,52%).

 Grupos Populacionais

O saldo no mês foi positivo para mulheres (+62.989) e para homens (+59.129) e 106.293 postos de trabalho foram gerados para a população de até 24 anos. Pessoas com nível médio completo apresentaram o maior saldo (+82.818), seguidas por aquelas com nível médio incompleto (+17.258). Os demais níveis de instrução totalizaram saldo positivo de +21.235.

Salários

O salário médio real de admissão em Setembro foi de R$ 2.429,41, uma redução de R$ 1,10 (-0,05%) em relação a agosto, que foi de R$ 2.430,51. Na comparação com Setembro/2025 (R$ 2.384,50), o salário médio real de admissão aumentou R$ 44,90 (+1,88%).

 

FONTE: M.T.E. 

 https://www.gov.br/trabalho-e-emprego/pt-br/noticias-e-conteudo/2026/novembro/pais-gerou-1-248-mil-empregos-formais-ate-setembro-de-2026

 

quarta-feira, 4 de novembro de 2026

Sindicalismo discute efetivação do fim da 6×1 e redução da jornada

 A grande tarefa do sindicalismo até o final do ano é garantir a efetividade da Emenda Constitucional 141/2026, que acabou com a escala 6×1 e reduziu a jornada para 42 e depois até 40 horas semanais.

Sindicalismo discute efetivação do fim da 6x1 e redução da jornada


Centrais, Confederações, Federações e Sindicatos se reúnem com suas assessorias econômica e jurídica, a fim adotar as providências visando implementar os dois avanços.

O sindicalismo quer se apressar, buscando ocupar o espaço ocupado pela desinformação e fake news da direita, segundo a qual o Presidente Lula mudaria o que a Emenda Constitucional alterou – o Presidente não tem esse poder.

Encontro – No dia 28, a Força Sindical reuniu dirigentes para esclarecer a aplicação do fim da escala 6×1 e da redução da jornada de trabalho. O encontro abordou a jornada de 40 horas, sem redução salarial, e os encaminhamentos necessários para orientar as entidades filiadas.

Miguel Torres, presidente nacional da Força, enfatiza: “O fim da escala 6×1 e a redução da jornada pra 40 horas, sem redução salarial, representam uma conquista histórica da classe trabalhadora. Essa vitória é resultado de muitos anos de luta, mobilização, diálogo e unidade do movimento sindical”.

Para Miguel, “é fundamental que Sindicatos, Federações e Confederações estejam preparados pra orientar os trabalhadores, fortalecer a negociação coletiva e acompanhar a aplicação das novas regras. Queremos mais qualidade de vida, mais tempo para a família, para o descanso e para o lazer, sem abrir mão dos salários e dos direitos conquistados.”

Dieese – O encontro na Força contou com a participação de Adriana Marcolino, diretora-técnica do Diese, que apresentou o documento “Disputar a renda, reduzir a jornada: o trabalho no centro do desenvolvimento”, no qual abordou os principais pontos da Emenda Constitucional 141/2026 e destacou estratégias para fortalecer a negociação coletiva e proteger os direitos dos trabalhadores. Segundo Adriana, “a redução da jornada representa uma oportunidade para melhorar as condições de trabalho, proteger a saúde dos trabalhadores e fortalecer a negociação coletiva”.

Jurídico – O assessor jurídico da Força Sindical, César Augusto de Mello, esclareceu aspectos técnicos da redução da jornada para 40 horas semanais, da escala 5×2 e da preservação dos salários. O advogado César Augusto de Mello apresentou uma análise dos principais dispositivos da Emenda Constitucional 141/2026.

O dr. César alertou para a necessidade de adequar cláusulas incompatíveis com as novas disposições constitucionais, respeitando os prazos previstos na emenda. Ele diz: “É fundamental acompanhar atentamente a aplicação das novas regras. A redução da jornada não pode representar perdas salariais, e a negociação coletiva terá papel decisivo na organização das escalas, na garantia dos períodos de descanso e na proteção dos direitos dos trabalhadores.”

MAIS – Sites da Força Sindical – www.fsindical.org.com.br ou www.dieese.org.br

FONTE: Agência Sindical - https://agenciasindical.com.br

Dossiê orienta sindicatos sobre fim da escala 6×1 e 40 horas

 Dossiê reúne orientações jurídicas, estudos e propostas para garantir a redução da jornada, o fim da escala 6×1 e direitos trabalhistas


A redução da jornada de trabalho e o fim da escala 6×1 ganharam um importante instrumento de orientação para fortalecer a atuação das entidades sindicais brasileiras.


O dossiê, divulgado em outubro de 2026, reúne cinco documentos com análises jurídicas, estudos técnicos e experiências de negociação coletiva para orientar os sindicatos brasileiros.


Além disso, o material apresenta os desafios da implementação da Emenda Constitucional nº 141/2026, que estabelece a jornada de 40 horas semanais, sem redução salarial.


A publicação destaca que a conquista resulta da mobilização sindical e popular, além de décadas de reivindicações por melhores condições de trabalho e descanso remunerado.


Redução da jornada e regras de transição

Conforme o documento, a nova legislação estabelece uma transição gradual, garantindo dois dias de repouso semanal remunerado e preservando integralmente os salários dos trabalhadores brasileiros.


A primeira etapa começa em 16 de dezembro de 2026, quando a jornada máxima cairá para 42 horas semanais, com dois dias de descanso remunerado.


Posteriormente, em 16 de dezembro de 2027, o limite semanal chegará às 40 horas, consolidando outra etapa da histórica conquista defendida pelo movimento sindical brasileiro.


Negociação coletiva fortalece direitos

Nesse contexto, o dossiê orienta os sindicatos a revisar acordos e convenções coletivas, negociar escalas e impedir retrocessos nas condições de trabalho das categorias representadas.


O documento também alerta contra metas abusivas, jornadas excessivas e mecanismos que possam comprometer os benefícios da redução das horas trabalhadas e dos descansos conquistados.


Além disso, as entidades devem acompanhar propostas de regulamentação, especialmente aquelas relacionadas aos regimes diferenciados, aos pequenos negócios e à proteção dos trabalhadores terceirizados brasileiros.


Cinco temas fundamentais do dossiê

O material organiza cinco publicações que oferecem fundamentos jurídicos, argumentos econômicos e orientações práticas para fortalecer a negociação coletiva e defender os direitos dos trabalhadores.


Fim da escala 6×1 e redução da jornada de trabalho: orientações jurídicas para os sindicatos.


Emenda Constitucional nº 141/2026: análise da conquista, dos prazos e dos desafios de implementação.


Cartilha sobre jornada de trabalho: perguntas e respostas sobre descanso, saúde, produtividade e qualidade de vida.


Boas práticas em negociações coletivas: 15 exemplos de cláusulas negociadas em 2024 e 2025.


PEC 12/2026: análise crítica da proposta de trabalho sob demanda e dos riscos de precarização.


Mobilização sindical continua

Por fim, o dossiê reforça a importância da organização sindical para assegurar que a redução da jornada represente melhores condições de trabalho, saúde e qualidade de vida.


A publicação também destaca que a negociação coletiva deve preservar direitos conquistados, impedir perdas salariais e garantir a efetiva aplicação das novas regras em cada categoria.


Dossiê reúne orientações jurídicas, estudos e propostas para garantir a redução da jornada, o fim da escala 6×1 e direitos trabalhistas

 

 

 Fonte: Rádio Peão Brasil - No Blog de Notícias da CNTI -https://cnti.org.br



terça-feira, 3 de novembro de 2026

DIAP lança cartilha sobre nova jornada de trabalho e escala 5x2

 

O Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (DIAP) lançou a cartilha Nova Jornada de Trabalho no Brasil, que explica as mudanças previstas na Emenda Constitucional nº 141/2026.


A publicação apresenta as novas regras para a jornada de trabalho, incluindo a implementação da escala 5x2, a redução progressiva da jornada para 40 horas semanais e a garantia de que não haverá redução salarial.


O material também detalha os prazos de transição, o papel das negociações coletivas e o histórico de tramitação da proposta no Congresso Nacional.


Para a Nova Central Sindical de Trabalhadores (NCST), acompanhar a implementação das novas regras é fundamental para garantir os direitos conquistados e assegurar melhores condições de trabalho e qualidade de vida para a classe trabalhadora.

 


Acesse a cartilha completa e confira os detalhes das mudanças na jornada de trabalho.

 

 

Fonte: NCST - No Blog de Notícias da CNTI -https://cnti.org.br/