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quinta-feira, 2 de abril de 2026

Entenda as principais mudanças do Imposto de Renda 2026

Ganhos com bets e limites dos rendimentos estão entre as novidades
 
Edgard Matsuki - Repórter da Radioagência Nacional 
 
FONTE: AGÊNCIA BRASIL
 
https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-03/entenda-principais-mudancas-do-imposto-de-renda-2026

Brasília (DF), 26/03/2026 - Tira-Dúvidas do IRPF 2026 - Imposto de Renda Pessoa Física. Foto: Bruno Peres/Agência Brasil
© Bruno Peres/Agência Brasil
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A declaração do Imposto de Renda 2026 tem mudanças neste ano. O contribuinte deve ficar de olho nesses alterações no momento de declarar valores, bens e ganhos. 

A série Tira-Dúvidas do IR 2026 explica as principais novidades

Rendimentos tributáveis

Uma das mudanças está na atualização dos limites da declaração. Agora, quem recebeu R$ 35.584 em rendimentos tributáveis no ano passado será obrigado a declarar. Em 2025, o valor era de R$ 33.888.

Atividade Rural

Para ganhos de receita bruta com atividade rural, o valor passou de R$ 169.440 para R$ 177.920.

Restituição

Outra mudança está relacionada à restituição por parte da Receita Federal. No ano passado, ela foi feita em cinco lotes. Neste ano, será em quatro, sendo que 80% dos contribuintes que têm direito à restituição devem receber nos dois primeiros lotes.

Ainda falando em restituição, há uma novidade: pessoas que não são obrigadas a declarar, mas têm direito à restituição de até R$ 1.000, poderão receber uma espécie de cashback da Receita Federal. 

"A Receita Federal fará a restituição de forma automática para os seguintes contribuintes: que não estavam obrigados a entregarem a declaração do Imposto de Renda Pessoa Física 2025, com direito à restituição de até R$ 1.000, com CPF regular e baixo risco fiscal, e que possuam chave Pix atrelada ao CPF. O crédito da restituição automática está previsto para acontecer em 15 de julho de 2026 pela chave Pix CPF", explica professor de Ciências Contábeis da UDF, Deypson Carvalho. 

Ganho com bets

É obrigatório o recolhimento do imposto de renda sobre ganhos com bets. A alíquota é de 15%, e deve incidir sobre os prêmios líquidos que excederem o valor da primeira faixa da tabela progressiva anual do Imposto de Renda, o que para a declaração de 2026 representa o valor de R$ 28.467,20.

"Desta forma, o contribuinte tem de informar o rendimento e fazer o ajuste anual, bem como informar o saldo existente em 31 de dezembro na ficha de bens e direitos por meio do código 0602", disse Carvalho.

Outras mudanças

Informações como ganhos de renda variável, de gastos com saúde e de dependentes estarão disponíveis com mais exatidão na declaração pré-preenchida. Também será possível declarar raça e cor de dependentes e o nome social do declarante. 

>> Confira todos os episódios da série Tira-Dúvidas do IR 2026

Família ganha com licença-paternidade maior


O presidente Lula sancionou na terça (31) a Lei 13.371, que aumenta a licença-paternidade para até 20 dias. Benefício, que dilata gradativamente os prazos de licença, se aplica quando do nascimento da criança, na adoção ou ganho do processo para guarda de filho.

O advogado trabalhista Yuri Alves, que atende entidades de frentistas, afirma: “A lei tem claro objetivo social. Ao ampliar a licença do pai, todo o círculo familiar é beneficiado. Portanto, o benefício à família será efetivo. E mais proteção familiar significa maior estabilidade social”.

Até a Constituição de 1988, a licença-paternidade era de um dia, conforme a CLT, de 1943. Na Constituinte, o sindicalismo conseguiu elevar o benefício para cinco dias, prazo que, a depender de lei futura, poderia ser aumentado.

Em 2008, ou seja, 20 anos após a promulgação da Constituição, a Lei 11.770, de setembro, instituiu a “Empresa Cidadã”, que criou a possibilidade de estender a licença para 15 dias. Oito anos depois, em 2016, o governo instituiu o Marco da Primeira Infância (Lei 13.257), ampliando políticas públicas de apoio às crianças. Essa lei previa licença-paternidade de até 20 dias.

A ampliação da licença-paternidade será gradual. Passará dos atuais cinco dias para 10 dias em 2027, 15 dias em 2028 e 20 dias em 2029.

O dr. Yuri vê na lei sancionada “um avanço social enorme, que demonstra maturidade institucional do Estado, ao contemplar o círculo familiar”. Para o advogado, “essa lei vem ao encontro de um movimento social pulsante pela redução da jornada e fim da escala 6×1”. Tais iniciativas, ele argumenta, “buscam maior conforto aos trabalhadores e possibilidades concretas de convivência com a família”. E conclui: “Todos ganham quando há maior proteção social”.

Suspensão – Em situações comprovadas de violência doméstica ou abandono financeiro em relação à criança ou sua família, a licença-paternidade poderá ser suspensa.

O pagamento da licença não vai onerar a empregadora, porque a empresa será ressarcida pela Previdência Social.

MAIS – https://www.gov.br/secom/pt-brhttps://www.gov.br/previdencia/pt-br

 

 

quarta-feira, 1 de abril de 2026

Pejotização e seus efeitos sistêmicos – Rita Serrano

Após participar, em 10 de março, de audiência pública no Congresso Nacional, representando o DIAP no debate sobre as consequências da pejotização para a Previdência Social, o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e as políticas públicas, reafirmo uma convicção: a pejotização não pode ser tratada como simples alternativa contratual. O termo se refere à prática de contratar trabalhadores como pessoa jurídica – daí a expressão “PJ” – mesmo quando a relação concreta reúne características típicas de emprego, como subordinação, pessoalidade, habitualidade e dependência econômica.

Costuma-se apresentar a pejotização como um caminho rápido para reduzir custos. Essa leitura, porém, é curta e enganosa. A substituição do vínculo formal por contratos precários pode até gerar alívio imediato na folha de pagamento, mas tende a produzir perdas relevantes no médio e no longo prazo, tanto para o desempenho empresarial quanto para a sustentabilidade das políticas públicas.

Do ponto de vista das empresas, a experiência internacional mostra que ambientes de trabalho de baixa qualidade estão associados à queda de produtividade, ao aumento do absenteísmo e do presenteísmo e à redução das margens de lucro. A Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) destaca que a qualidade do emprego está diretamente ligada ao bem-estar dos trabalhadores e à produtividade, afetando, por consequência, a rentabilidade das empresas. Em outras palavras, a aparente economia com encargos pode ser anulada por custos ocultos: mais rotatividade, perda de conhecimento acumulado, falhas operacionais, menor engajamento e menor capacidade de inovação.

Há ainda um ponto central que raramente aparece no discurso dos defensores da pejotização: relações de trabalho instáveis desestimulam o investimento em qualificação. A OCDE observa que a informalidade mantém trabalhadores em atividades de baixa produtividade e limita o acesso ao treinamento. Para a empresa, isso significa menor formação de equipes, maior dificuldade de retenção de talentos e enfraquecimento da capacidade competitiva no médio prazo. Não há modernização possível quando o vínculo é tratado como descartável.

Também é preciso considerar o efeito concorrencial. Quando empresas recorrem à pejotização para transferir custos trabalhistas e previdenciários, elas passam a operar em vantagem artificial diante das que cumprem a legislação. Estudo da European Labour Authority registra que empregadores que utilizam formas fraudulentas de “falso trabalho autônomo” podem economizar entre 35% e 50% do custo de contratação de um trabalhador. Isso revela que não se trata, em muitos casos, de ganho real de eficiência, mas de deslocamento de custos para o trabalhador e para o Estado. Além de distorcer a concorrência, essa prática aumenta o risco de passivos trabalhistas, previdenciários e reputacionais.

No plano macroeconômico, os impactos são ainda mais amplos. A expansão de vínculos precários enfraquece a base de financiamento da Previdência Social, do FGTS e de políticas públicas que dependem da formalização do trabalho. Quando a contribuição se torna irregular ou inexistente, cresce a pressão sobre o orçamento público e diminui a capacidade estatal de sustentar sistemas de proteção social e políticas de inclusão. A OCDE mostrou, em relatório de 2025 sobre a América Latina, que a informalidade está associada à baixa produtividade, à baixa proteção social e à restrição do acesso a direitos e treinamento. Nos sete países latino-americanos considerados no estudo, 48% dos trabalhadores estavam na informalidade; em um conjunto mais amplo de 27 países da região, esse percentual chegava a 55%.

O quadro brasileiro torna esse debate ainda mais urgente. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), no trimestre móvel de novembro de 2025 a janeiro de 2026, a taxa de informalidade foi de 37,5%, o equivalente a 38,5 milhões de trabalhadores. No quarto trimestre de 2025, esse indicador havia ficado em 37,6%, o que mostra estabilidade em patamar ainda elevado, e não uma redução expressiva. Ao mesmo tempo, o próprio IBGE registrou o fortalecimento do emprego formal: no quarto trimestre de 2025, 74,4% dos empregados do setor privado tinham carteira assinada, e a média anual de 2025 alcançou 38,9 milhões de empregados com carteira no setor privado, o maior número da série histórica. Em síntese, os dados mostram que o Brasil avançou na geração de postos formais, mas continua convivendo com um contingente muito alto de trabalhadores informais.

Esse cenário desmente a ideia de que a formalização seria uma categoria ultrapassada. Ao contrário, os dados recentes indicam que o emprego com carteira segue sendo a principal base de sustentação do mercado de trabalho brasileiro. Enfraquecê-lo por meio da ampliação da pejotização não representa modernização, mas a reedição de um modelo de baixo valor agregado, baixa proteção e baixa capacidade de crescimento sustentado.

A comparação internacional reforça esse diagnóstico. Países e regiões com elevada informalidade não aparecem, em regra, como exemplos de maior produtividade, maior bem-estar ou sistemas mais robustos de proteção social. Ao contrário, convivem com menor arrecadação, maior vulnerabilidade social e mais dificuldade para financiar políticas públicas. O problema, portanto, não é apenas jurídico ou trabalhista: é econômico, concorrencial e fiscal.

Por isso, a discussão sobre pejotização precisa sair do terreno do cálculo imediato dos encargos e ser enfrentada como questão estratégica para o país. O que está em jogo é a qualidade do trabalho, a competição saudável entre empresas, a segurança jurídica das relações laborais e a sustentabilidade das bases de financiamento do Estado social brasileiro.

Promover eficiência econômica é necessário. Mas eficiência verdadeira não se constrói à custa da precarização, da evasão contributiva e da transferência de custos privados para toda a sociedade. O desafio é exatamente o oposto: modernizar a economia com produtividade, inovação, segurança Juridica e respeito ao Trabalho.

Rita Serrano. Presidenta do Diap e Mestra em Administração.

 

 

Centrais lançam marca unificada do 1º de Maio

Centrais sindicais apresentam logomarca unificada do 1º de Maio de 2026, destacando empregos, direitos, democracia e mobilização nacional dos trabalhadores


As centrais sindicais lançaram, nesta semana, a logomarca unificada do 1º de Maio de 2026, fortalecendo identidade nacional e mobilização conjunta dos trabalhadores brasileiros organizados.


A nova identidade visual destaca, bandeiras prioritárias como empregos, direitos, democracia, soberania e vida digna, além de ampliar visibilidade das pautas históricas do movimento sindical.


Além disso, os dirigentes das centrais reforçam que o material orientará atos em todo o país, estimulando unidade, participação popular e pressão por avanços concretos nas negociações.


As lideranças sindicais afirmam que o 1º de Maio de 2026 marcará mobilizações, defenderá direitos e impulsionará a construção de um Brasil mais justo.


1º de Maio tem mobilização descentralizada nacional

As centrais sindicais orientam, portanto, que sindicatos realizem atos diretamente em suas bases, promovendo mobilizações nos locais de trabalho e regiões de atuação, ampliando alcance.


Além disso, a proposta busca fortalecer o diálogo com trabalhadores, dar visibilidade às reivindicações e impulsionar a organização sindical por meio de ações descentralizadas em todo país.


Paralelamente, as centrais realizarão ato em Brasília, no dia 15 de abril, com marcha na capital federal e entrega da Pauta da Classe Trabalhadora.


O documento, previamente distribuído aos sindicatos filiados e consolidado como proposta unitária das centrais, será apresentado, debatido e aprovado durante a mobilização nacional em Brasília.


Posteriormente, as lideranças entregarão a pauta ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, ao senador Davi Alcolumbre e ao deputado Hugo Motta.


Por fim, as centrais intensificarão a participação de entidades sindicais e movimentos sociais, organizando atividades, mobilizando bases e garantindo deslocamento de trabalhadores para fortalecer a jornada.Fonte:

 

 Rádio Peão Brasil - Do Blog de Notícias da CNTI - https://cnti.org.b/

terça-feira, 31 de março de 2026

Salário mínimo – João Guilherme Vargas Netto


Em um País no qual a taxa de mais-valia é 100% (ler com atenção o artigo de Naercio Menezes Filho, no Valor de 20/2/26, em que “um estudo recente com dados brasileiros estima que os salários dos trabalhadores é a metade do valor de sua contribuição produtiva para a empresa em que trabalha”), há um espinho na garganta dos capitalistas: o salário-mínimo e sua valorização.


Este ano, comemoram-se os 90 anos de sua criação e o 20º aniversário da política para sua valorização.


Ambas as efemérides foram assunto para um evento no Ministério do Trabalho e Emprego e deram substância ao novo livro do Dieese sobre o salário mínimo e sua conturbada história.


O espinho encravado na garganta dos capitalistas produz quase sempre soluços em seus escribas, que atentam contra a validação do salário mínimo, suas relações com a Previdência e o esforço para sua valorização.


Que o salário mínimo é essencial basta prestar atenção à língua falada pelos brasileiros em que “salário” quer dizer quase sempre salário mínimo, que é também usado pelos estatísticos como degraus para análise dos rendimentos.


O horror dos capitalistas e de seus escribas ao salário mínimo decorre de seu papel civilizatório, como marco e limite da exploração.


Vargas Netto – Consultor de entidades sindicais de trabalhadores.

 

Fonte: Agência Sindical - Do Blog de Notícias da CNTI - https://cnti.org.br

O ‘antídoto’ da pejotização: a estratégia das elites para aniquilar direitos



Sob o manto da "liberdade contratual", o parecer do PGR Paulo Gonet ameaça transformar o trabalhador em um simulacro de empresa, esvaziando a luta pela redução da jornada e pela dignidade laboral

 


A história do Brasil é marcada por um ciclo perverso: sempre que a classe trabalhadora vislumbra uma conquista real, as estruturas de poder se movimentam para criar "antídotos" que neutralizam qualquer progresso. O recente parecer do Procurador-Geral da República, Paulo Gonet, favorável à pejotização, é o mais novo veneno destilado contra o povo brasileiro. Ao defender que a Justiça Comum, e não a do Trabalho, julgue a validade desses contratos, o PGR abre a porteira para uma fraude institucionalizada que suprime férias, 13º salário, FGTS e a própria dignidade do trabalhador.


A pejotização não é "modernização"; é retrocesso colonial. É a tentativa de transformar o suor do operário em uma transação comercial fria, despida de garantias sociais. Para a Confederação Nacional dos Trabalhadores na Indústria - CNTI, esse posicionamento é um ataque direto ao coração das conquistas históricas da classe trabalhadora, mascarando relações de emprego reais sob o verniz de contratos entre empresas para fugir de encargos e responsabilidades.


O alvo é a redução da jornada de trabalho


Não é coincidência que esse movimento surja no momento em que a sociedade brasileira amadurece o debate sobre o fim da escala 6x1 e a redução da jornada de trabalho sem redução de salário. A elite econômica, incapaz de aceitar uma minúscula diminuição em suas margens de lucro, utiliza o Estado para esvaziar essas vitórias.


Ao "pejotizar" o trabalhador, o patronato neutraliza o efeito de qualquer redução de jornada. Se não há controle de horas, se não há limite legal estabelecido pela CLT, o trabalhador PJ torna-se escravo de uma produtividade sem fim, sem direito ao descanso remunerado ou à convivência familiar. É uma manobra vergonhosa para manter a desigualdade em patamares abismais e intensificar a exploração.


A resistência necessária


Como bem ensinou o mestre Celso Furtado, as classes dominantes movem o aparelho de Estado para proteger sua concentração de riqueza. O que assistimos hoje é o uso da estrutura jurídica para validar a precarização, jogando sobre os ombros do trabalhador todos os riscos do negócio, enquanto o lucro permanece intocado e blindado.


A CNTI não assistirá passivamente a esse desmonte. A "autonomia contratual" pregada pela PGR é uma falácia quando de um lado está o poder econômico e do outro a necessidade de sobrevivência. Aceitar a pejotização irrestrita é aceitar o esvaziamento da Previdência Social, o enfraquecimento dos sindicatos e a desproteção total em casos de doença ou acidente.


Recomendações e posicionamento da CNTI


Diante desse cenário catastrófico, a CNTI reafirma as diretrizes inegociáveis desta Confederação:


- Combate à pejotização fraudulenta: Denunciamos que o uso do CNPJ para mascarar subordinação e pessoalidade é crime contra a organização do trabalho e deve ser combatido pela Justiça do Trabalho.


- Fim da escala 6x1: Exigimos a imediata revisão dos modelos de jornada que massacram a saúde física e mental dos industriários.


- Redução da jornada sem redução de salário: Esta é a bandeira central para a distribuição de renda e geração de empregos. Não aceitaremos "antídotos" jurídicos que tentem neutralizar essa conquista.


- Solidariedade e mobilização: Conclamamos o movimento sindical e os parlamentares comprometidos com a justiça social a barrar esse entendimento no STF. A Constituição Federal de 1988 não pode ser rasgada em nome da ganância patronal.


A CNTI segue firme: não há liberdade sem direitos, e não há progresso sem justiça laboral!


A Diretoria

 

 Assessoria de Comunicação da CNTI

 

FONTE: Blog de Notícias da CNTI ------  https://cnti.org.br

segunda-feira, 30 de março de 2026

Sindicalismo e Dieese debatem soberania

O Dieese e as Centrais Sindicais convidam para debate em Defesa dos Dados Oficiais e da Soberania Nacional. Evento vai acontecer dia 6 de abril, das 9 às ao meio-dia, no auditório da Escola Dieese, no Centro de São Paulo


A discussão parte integrantes de um movimento em defesa das pesquisas científicas, estatísticas nacionais e instituições públicas produtoras de dados e conhecimento no Brasil. É um debate necessário e urgente.


O Brasil é totalmente dependente quanto ao armazenamento de dados, e isso fragiliza nossa soberania frente às bigtechs e às potências econômicas. O controle e o acesso a banco de dados é estratégico e urgente.


Data: 6 de abril

Horário: 9 às 12 horas

Local: Auditório da Escola Dieese. Rua Aurora, 957, térreo, Centro de SP – Próximo ao Metrô República (saída pela Rua do Arouche).

 

Fonte: Agência Sindical - Do Blog de Notícias da CNTI  https://cnti.org.br