Translate

terça-feira, 26 de maio de 2015

Movimento sindical realiza Dia Nacional de Paralisação


Para protestar contra medidas conservadoras que estão sendo tomadas tanto pelo Executivo quanto pelo Congresso Nacional, as centrais sindicais — CTG, UGT, NSCT, CSP-Conlutas e Intersindical — realizam, nesta sexta-feira (29), Dia Nacional de Paralisações.

O Dia Nacional de Paralisação foi anunciado pelas centrais sindicais no 1º de Maio. A ideia é preparar a classe trabalhadora para uma greve geral, que deve acontecer caso o governo e o Congresso insistam em retirar direitos.

As centrais sindicais lutam contra as medidas provisórias (MPs) 664 e 665, de 2014, do ajuste fiscal, que restringiram o acesso dos trabalhadores a benefícios da Previdência e do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT), como Seguro Desemprego, Abano Salarial e pensões por morte.

As MPs já foram aprovadas pela Câmara e aguardam votação no Senado. Depois vão a sansão presidencial.

Os trabalhadores também protestarão na sexta-feira contra o PL 4.330 da terceirização. A matéria, que já foi aprovada pela Câmara a aguarda apreciação do Senado (PLC 30/15), mitiga direitos trabalhistas como FGTS, férias e 13º salário.

Fonte: Diap - site da CNTI (www.cnti.org.br)

segunda-feira, 11 de maio de 2015

Terceirização será rejeitada em comissões do Senado Federal

Senador Paulo Paim, relator da matéria na CDH, dará parecer pela rejeição. Alvo é subcontratação em atividades-fim, mas senadores avaliam que qualquer modificação no projeto seria desfeita na Câmara. Há quem defenda discussão em plenário.

O PL 4.330/04, que regulamenta a terceirização e permite sua ampliação para todas as áreas das empresas, sofrerá artilharia pesada no Senado. Distribuída para as comissões de Constituição e Justiça (CCJ), Direitos Humanos (CDH), Assuntos Sociais (CAS) e Assuntos Econômicos (CAE), a matéria terá em cada um desses colegiados senadores que não só a rejeitam frontalmente, mas já trabalham para arquivá-la e, consequentemente, impedir que ela retorne à análise da Câmara, onde foi aprovada em 22 de abril.

A proposição aprovada na Câmara tramita no Senado como Projeto de Lei da Câmara (PLC) 30/15.

Depois de provocar feridos em protesto e rusgas entre caciques peemedebistas depois da primeira votação, o texto já tem ao menos um relatório de comissão já confirmado pela rejeição: o de Paulo Paim (PT-RS), relator da matéria na CDH. O objetivo é fazer com que ela sequer chegue ao plenário.

“Em primeiro lugar, não tenho pressa alguma. Agora, quando meu relatório ficar pronto, sem qualquer pressa, no momento adequado, claro que eu darei pela rejeição do projeto. Entendo que qualquer alteração que a gente fizer volta para a Câmara. E lá, sob a coordenação do presidente da Câmara [Eduardo Cunha, PMDB-RJ], o que fizermos aqui ele vai mudar lá. Vai acabar permitindo a terceirização na atividade-fim, a que eu sou radicalmente contra”, explicou Paim ao Congresso em Foco.

Além da questão da atividade-fim, o senador petista acredita que Cunha também não vai garantir a chamada “responsabilidade solidária”, que obriga a contratante a dividir com a contratada compromissos trabalhistas e previdenciários quando estes forem descumpridos. Paim também acredita que o peemedebista não vai assegurar que seja estendida aos terceirizados os mesmos direitos concedidos aos demais trabalhadores.

Para Paim, uma das referências no Congresso quando o assunto é legislação trabalhista, muitos deputados se renderem ao lobby, quando grupos procuram parlamentares para emplacar projetos de seu interesse. “Com certeza. Alguns setores – digamos assim, para não nominar deputados – foram seduzidos por aqueles que financiam as campanhas. E quem financia cobra, depois, a conta”, reclamou. O senador diz temer ainda que os deputados não garantam aos terceirizados os direitos assegurados aos trabalhadores da “empresa-mãe”, ou contratante. Paim diz que o ideal é a inclusão deles na Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (Cipa).

“Que caminho nós, do Senado, temos de fazer? No meu entendimento, o bom senso manda que a gente rejeite o projeto e apresente outro regulamentando, aí sim, a questão dos terceirizados, separadamente. Para mim, é o único caminho viável. Espero que os senadores – que pertencem à Casa revisora, que tem mais sensibilidade para a questão social – possam caminhar conosco nessa visão mais ampla de valorizar o terceirizado, e não rebaixar os celetistas”, ponderou, referindo-se aos empregados regidos pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT).

“A gente aprova o projeto e manda para a Câmara. Se a Câmara alterar, volta para o Senado, e o Senado dá a última palavra. Seria uma PEC [proposta de emenda à Constituição] paralela, como fizemos no passado, na reforma da Previdência”, acrescentou o senador petista.

Paim lembra que, na quinta-feira (14), o assunto será discutido em comissão especial em um auditório do Senado, quando são esperadas centenas de pessoas direta ou indiretamente ligadas ao tema. Paim diz ter a expectativa de reunir “500 líderes” trabalhistas em evento com o seguinte tema: “Terceirização, revogação da Lei Áurea e trabalho escravo”.

O Congresso em Foco procurou o presidente da Câmara para comentar o assunto. Mas, até o fechamento desta reportagem, Eduardo Cunha não respondeu ao contato.

“Absurdo”
Já para o senador Paulo Rocha (PT-PA), membro titular da Comissão de Assuntos Sociais, o destino mais provável do projeto é o arquivamento. “Esse é o processo”, disse à reportagem. Para o petista, o que foi feito pelos deputados em relação à redação da matéria “foi um absurdo”.

“Naturalmente, vamos fazer um processo de discutir o projeto em todas as comissões, para os senadores realmente aprofundarem o debate sobre essa questão. Tem uns que defendem a regulamentação, claro, diferente do que saiu lá da Câmara, que foi um absurdo”, ponderou o senador.

“Outros acham que deveria logo ser arquivado o projeto para iniciar outro debate, com um projeto mais apurado, que realmente dê respostas à realidade do país. É verdade que tem muita terceirização – uns já avançaram até para a ‘quarteirização’. Então, é preciso uma legislação dura sobre isso”, acrescentou Paulo Rocha.

Membro da Comissão de Assuntos Econômicos, Walter Pinheiro (PT-BA) também engrossou o coro contra o tratamento dado à Câmara ao tema da terceirização. E a exemplo de Paim e Paulo Rocha, vai combater o projeto. “Espero que a gente reponha isso no Senado da República, botando as coisas no seu devido lugar: lugar de terceiro é no terceiro, nós estamos querendo trabalhadores em primeiro, e não em terceiro lugar”, sentenciou o parlamentar baiano.

Soberania
Mas, ao passo em que defende o arquivamento da proposição, Paim e seus colegas sabem que há quem queira debatê-la em plenário. “Aqui [no Senado], a Casa é soberana. Não adianta a minha vontade; aqui, é a vontade da maioria do plenário”, disse à reportagem a senadora Ana Amélia (PP-RS), defendendo a necessidade de regulamentação das subcontratações. Se depender dela, a matéria sairá das comissões para o plenário, para ser devidamente votada.

“O discurso já está assim: contra a terceirização. Não se discute o que é terceirização. Eu lhe pergunto: será que as pessoas que combatem linearmente a terceirização querem que o Senado contrate cinco mil faxineiros? O que vai para a folha de uma prefeitura média ou pequena? Os garis, que fazem a limpeza das ruas? É isso o que as pessoas querem? Que Estado é esse capaz de abrigar esse universo de pessoas?”, questionou a senadora.

Ana Amélia, que também é membro da CDH, reclama que o debate sobre a terceirização está reduzido às críticas sobre precarização do trabalho, quando essa resistência deveria ser dirigida à sua aplicação para a atividade-fim das empresas. Para a senadora, o que deve ser feito é estender a todos os terceirizados as garantias trabalhistas dos demais trabalhadores, como Fundo de Garantia, férias e 13º salário. “E que não haja precarização, que a carga de trabalho seja normal, que a hora-extra seja paga”, exemplificou.

Ana Amélia, Paim e Walter Pinheiro também são membros da CCJ, a mais importante comissão do Senado. Caberá ao colegiado analisar a juridicidade e constitucionalidade do projeto em última instância antes do plenário, caso a proposição chegue a essa altura da tramitação. Caso a CCL entenda que o projeto não obedece aos ditames regimentais, como alguns juristas já apontam, a questão é resolvida na própria comissão, com o arquivamento do texto.

Mudanças
A matéria já está sob questionamento no Supremo Tribunal Federal. A inconstitucionalidade do projeto é apontada, entre outros, pelo procurador do Ministério Público do Trabalho, Helder Amorim, no que diz respeito à terceirização da atividade-fim.

“Terceirizar atividade finalística é inconstitucional. Atinge direitos fundamentais como o direito à greve, acordos e convenções coletivas, reduz a remuneração dos trabalhadores e as contribuições para a Previdência”, explicou o especialista, em audiência pública na CDH em 13 de abril. Ele avisou que também recorrerá ao Judiciário caso esse ponto do texto seja confirmado no Senado.

Além de manter a possibilidade de terceirização da atividade-fim, o texto aprovado na Câmara diminui de 24 para 12 meses o período de quarentena que um ex-empregado deve cumprir para, a partir de então, possa prestar serviços à mesma empresa que o demitiu, agora como contratada de terceirização.

Outra mudança operada pelos deputados diminui o recolhimento antecipado do Imposto de Renda na fonte, de 1,5% para 1%, para empresas de terceirização dos serviços de limpeza, conservação, segurança e vigilância.

O projeto também promove mudanças quanto à responsabilidade da contratante. O texto torna solidária a responsabilidade da contratante em relação às obrigações trabalhistas e previdenciárias descumpridas pela contratada. Nessa modalidade de compromisso, o terceirizado pode processar judicialmente tanto a contratada quanto a contratante.

Fonte: Congresso em Foco - do site CNTI (Confederação Nacional dos Trabalhadores na Indústria)

terça-feira, 5 de maio de 2015

TERCEIRIZAÇÃO

Dilma: terceirização deve manter diferenciação para atividades-meio e fim
 
A regulamentação da terceirização deve manter a diferenciação para atividades-meio e fim nos vários setores produtivos, afirmou a presidente Dilma Rousseff em sua segunda mensagem pelo Dia do Trabalho, nas redes sociais, no dia 1º de maio..

Dilma destacou também que o Projeto de Lei (PL) 4330, em tramitação no Congresso Nacional, ajudará a proteger o emprego de 12,7 milhões de trabalhadores terceirizados que, segundo a presidente, terão assegurados a “proteção no emprego, os direitos trabalhistas e previdenciários e garantia de um salário digno”. Dilma disse ainda que a medida significa maior segurança para o empregador.

O PL foi aprovado na Câmara dos Deputados no dia 22 de abril e estabelece a terceirização da atividade-fim. O projeto agora será debatido e votado no Senado. Hoje o trabalho terceirizado é regido pela súmula 331

do Tribunal Superior do Trabalho (TST).

Neste 1º de maio, em vez de fazer o tradicional pronunciamento do Dia do Trabalho no rádio e na TV, a presidenta Dilma Rousseff decidiu usar as redes sociais para lembrar a data e dialogar com os trabalhadores.

Na sua segunda mensagem, Dilma destacou ainda que é preciso assegurar ao trabalhador a garantia aos direitos conquistados nas negociações salariais, proteger a Previdência Social da perda de recursos para garantir a sua sustentabilidade e que o seu governo tem o compromisso de manter os direitos e as garantias dos trabalhadores.

Fonte: Agência Brasil

domingo, 3 de maio de 2015

PRIMEIRO DE MAIO É DIA DE LUTA

Lembranças do dia 1º de maio

Por Flavio Aguiar, na Rede Brasil Atual:



Há várias lembranças com relação a este 1º de maio, em termos de datas redondas.

1) Há 125 anos, 1º de maio de 1890, realizou-se a primeira greve internacional pela jornada de oito horas de trabalho, com forte repercussão nos Estados Unidos, Canadá e Europa. A data lembrava os episódios em torno do chamado Massacre de Haymarket, em Chicago. Várias organizações sindicais norte-americanas decretaram uma greve geral a partir de 1º de maio de 1886 em favor da jornada de oito horas.

Numa manifestação no dia 3, a polícia atirou sobre os manifestantes, matando dois deles. Nova manifestação foi chamada para o dia seguinte, 4 de maio. Desta vez alguém até hoje não identificado com segurança jogou uma bomba, matando um policial na hora e ferindo outros sete que morreram dias depois.

Os organizadores da manifestação foram inculpados, e sete deles foram condenados à morte. Dois tiveram a pena comutada, mas cinco não, e quatro foram executados com requintes de crueldade, por enforcamento, no ano seguinte (o quinto de suicidou antes da execução da sentença).

O governador do estado de Illinois (onde fica Chicago), extinguiu a pena dos condenados e prisioneiros que ainda estavam vivos, reconhecendo a inocência de todos, inclusive dos que tinham sido executados. A seguir, em 1889, a Internacional Socialista oficializou a data como dia de protesto pela jornada de oito horas, inaugurado com a greve internacional no ano seguinte. No Brasil, a data passou a ser comemorada a partir de 1895, tendo sido declarada feriado nacional pelo presidente Artur Bernardes, em 1925.

2) Em 1º de maio de 1970, os exércitos dos Estados Unidos e do Vietnã do Sul invadiram o Camboja, numa tentativa de furar o bloqueio dos vietcongs e chegar ao Vietnã do Norte, além de neutralizar acampamentos dos guerrilheiros naquele país. Foi a última grande tentativa de reverter o curso da guerra que, a esta altura, já soprava favoravelmente para os guerrilheiros e para o Vietnã do Norte.

3) Cinco anos mais tarde, em 1º de maio de 1975, as forças dos vietcongs e do Vietnã do Norte entraram triunfalmente em Saigon, a capital do Vietnã do Sul, depois rebatizada Cidade Ho Chi Min. No dia anterior, 30 de abril, deu-se o último combate importante, numa ponte que dava acesso à cidade. Foi o fim da guerra do Vietnã, a única guerra em que os Estados Unidos foram derrotados no século 20.

4) E nesta data, há 70 anos, travavam-se os últimos combates da Segunda Guerra Mundial na Europa. No dia 30 de abril, Adolf Hitler e sua companheira Eva Braun, com quem ele se casara oficialmente horas antes, se suicidaram. Seu cadáver foi queimado, mas os soviéticos encontraram seus restos e os levaram para Moscou. Entretanto, reza a história que mais tarde esses restos mortais teriam sido incinerados de vez e suas cinzas jogadas num rio.

...X...

NOTA: Neste 1º de maio, no mundo todo, o dia foi marcado por protestos. No Brasil também houve protestos que sequer foram cobertos pela grande mídia. Enquanto Centrais de Trabalhadores de luta protestavam por todo o país, em São Paulo uma central preferiu levar ao palanque um candidato derrotado a presidência e presidente da Câmara que liderou a votação e aprovação do PL 4330/2004, o maior retrocesso nas leis trabalhistas de toda a história do Brasil. Uma vergonha. 

quinta-feira, 30 de abril de 2015

1º de Maio: todos à Lapa por Direitos, Democracia e Combate à Corrupção. Contra o PL 4330



Pela primeira vez em anos, os trabalhadores do Rio de Janeiro realizam um 1º de maio unificado. A manifestação pelo Dia do Trabalhador terá início às 15h desta sexta, na Lapa, no Rio de Janeiro. 

O ato político-cultural vai ter a presença das  centrais sindicais de luta e movimentos sociais.

Todos em defesa dos direitos da classe trabalhadora, da democracia, pela punição dos corruptos e contra o PL 4330, que retira direitos históricos dos trabalhadores por meio de terceirização, e pela democratização dos meios de comunicação.


FONTE: sitio eletrônico do Sindicato dos Jornalistas (http://jornalistas.org.br)

quinta-feira, 23 de abril de 2015

PL 4330 - CÂMARA APROVA TERCEIRIZAÇÃO SEM LIMITE

Câmara vira as costas ao trabalhador e aprova terceirização em atividade-fim
PRIMEIRO DE MAIO SERÁ DIA DE PROTESTO - DIA DE LUTA

Na noite desta quarta-feira , 22 de abril, a Câmara dos Deputados, sob o comando de seu presidente, o deputado federal Eduardo Cunha (PMDB-RJ), apunhalou os trabalhadores e suas conquistas históricas aprovando a emenda que autoria a terceirização em atividade-fim nas empresas do País.
Ao todo, 230 deputados votaram favoráveis à emenda e 203 contra. A proposta foi apresentada pelo relator do projeto, o deputado federal Arthur Maia (SD-BA). O PT apresentou um proposta que contrariava essa emenda, mas ela não foi apreciada.
Além da terceirização em atividade-fim, a Câmara também aprovou a emenda que reduz de 24 para 12 meses, a quarentena que o ex-funcionário de uma empresa deve cumprir para que possa prestar serviços por meio de uma terceirizada.
Agora o projeto será levado para o Senado.

Veja quais deputados votaram a favor da terceirização

Projeto de lei 4330/04 foi aprovado por 230 votos contra 203 e permite que empresas subcontratem para todos os setores


DEM
Alexandre Leite
SP
Sim
Carlos Melles
MG
Sim
Claudio Cajado
BA
Sim
Eli Côrrea Filho
SP
Sim
Elmar Nascimento
BA
Não
Hélio Leite
PA
Sim
Jorge Tadeu Mudalen
SP
Sim
José Carlos Aleluia
BA
Sim
Mandetta
MS
Não
Marcelo Aguiar
SP
Sim
Mendonça Filho
PE
Sim
Moroni Torgan
CE
Não
Onyx Lorenzoni
RS
Sim
Osmar Bertoldi
PR
Sim
Paulo Azi
BA
Sim
Professora Dorinha Seabra Rezende
TO
Não
Total DEM: 16 

PCdoB
Alice Portugal
BA
Não
Aliel Machado
PR
Não
Carlos Eduardo Cadoca
PE
Não
Daniel Almeida
BA
Não
Davidson Magalhães
BA
Não
Jandira Feghali
RJ
Não
Jô Moraes
MG
Não
João Derly
RS
Não
Luciana Santos
PE
Não
Orlando Silva
SP
Não
Rubens Pereira Júnior
MA
Não
Wadson Ribeiro
MG
Não
Total PCdoB: 12   

PDT
Abel Mesquita Jr.
RR
Não
Afonso Motta
RS
Não
André Figueiredo
CE
Não
Dagoberto
MS
Não
Damião Feliciano
PB
Não
Félix Mendonça Júnior
BA
Sim
Flávia Morais
GO
Não
Giovani Cherini
RS
Não
Major Olimpio
SP
Não
Marcelo Matos
RJ
Não
Marcos Rogério
RO
Não
Mário Heringer
MG
Sim
Pompeo de Mattos
RS
Não
Roberto Góes
AP
Não
Ronaldo Lessa
AL
Não
Sergio Vidigal
ES
Não
Subtenente Gonzaga
MG
Não
Weverton Rocha
MA
Não
Wolney Queiroz
PE
Não
Total PDT: 19


PEN
André Fufuca
MA
Sim
Junior Marreca
MA
Não
Total PEN: 2

PHS
Adail Carneiro
CE
Não
Diego Garcia
PR
Não
Kaio Maniçoba
PE
Sim
Marcelo Aro
MG
Sim
Total PHS: 4 
PMDB
Alberto Filho
MA
Sim
Aníbal Gomes
CE
Sim
Baleia Rossi
SP
Sim
Cabuçu Borges
AP
Sim
Carlos Bezerra
MT
Sim
Carlos Henrique Gaguim
TO
Sim
Carlos Marun
MS
Sim
Celso Jacob
RJ
Sim
Celso Maldaner
SC
Sim
Celso Pansera
RJ
Sim
Daniel Vilela
GO
Sim
Danilo Forte
CE
Sim
Darcísio Perondi
RS
Sim
Dulce Miranda
TO
Não
Edinho Bez
SC
Sim
Edio Lopes
RR
Sim
Eduardo Cunha
RJ
Art. 17
Fernando Jordão
RJ
Sim
Flaviano Melo
AC
Sim
Geraldo Resende
MS
Sim
Hermes Parcianello
PR
Não
Hildo Rocha
MA
Não
Hugo Motta
PB
Sim
Jarbas Vasconcelos
PE
Não
Jéssica Sales
AC
Sim
João Arruda
PR
Não
João Marcelo Souza
MA
Sim
José Fogaça
RS
Sim
José Priante
PA
Sim
Josi Nunes
TO
Não
Laudivio Carvalho
MG
Não
Lelo Coimbra
ES
Sim
Leonardo Picciani
RJ
Sim
Leonardo Quintão
MG
Sim
Lindomar Garçon
RO
Sim
Lucio Mosquini
RO
Sim
Manoel Junior
PB
Sim
Marcelo Castro
PI
Sim
Marcos Rotta
AM
Sim
Marinha Raupp
RO
Sim
Marquinho Mendes
RJ
Sim
Marx Beltrão
AL
Não
Mauro Lopes
MG
Sim
Mauro Mariani
SC
Sim
Mauro Pereira
RS
Sim
Newton Cardoso Jr
MG
Sim
Osmar Serraglio
PR
Sim
Osmar Terra
RS
Não
Pedro Chaves
GO
Sim
Rodrigo Pacheco
MG
Não
Rogério Peninha Mendonça
SC
Sim
Ronaldo Benedet
SC
Sim
Roney Nemer
DF
Não
Saraiva Felipe
MG
Sim
Sergio Souza
PR
Sim
Silas Brasileiro
MG
Sim
Simone Morgado
PA
Não
Soraya Santos
RJ
Sim
Valdir Colatto
SC
Sim
Veneziano Vital do Rêgo
PB
Não
Walter Alves
RN
Sim
Washington Reis
RJ
Sim
Total PMDB: 62

PMN
Antônio Jácome
RN
Não
Dâmina Pereira
MG
Sim
Hiran Gonçalves
RR
Não
Total PMN: 
PP
Afonso Hamm
RS
Sim
Arthur Lira
AL
Sim
Beto Rosado
RN
Sim
Cacá Leão
BA
Sim
Conceição Sampaio
AM
Não
Covatti Filho
RS
Sim
Dilceu Sperafico
PR
Sim
Dimas Fabiano
MG
Sim
Eduardo da Fonte
PE
Sim
Esperidião Amin
SC
Sim
Ezequiel Fonseca
MT
Sim
Fernando Monteiro
PE
Sim
Iracema Portella
PI
Sim
Jerônimo Goergen
RS
Sim
José Otávio Germano
RS
Sim
Julio Lopes
RJ
Sim
Lázaro Botelho
TO
Sim
Luis Carlos Heinze
RS
Sim
Luiz Fernando Faria
MG
Sim
Marcelo Belinati
PR
Não
Marcus Vicente
ES
Sim
Mário Negromonte Jr.
BA
Sim
Missionário José Olimpio
SP
Sim
Nelson Meurer
PR
Não
Odelmo Leão
MG
Sim
Renato Molling
RS
Sim
Ricardo Barros
PR
Sim
Roberto Balestra
GO
Sim
Roberto Britto
BA
Sim
Ronaldo Carletto
BA
Sim
Sandes Júnior
GO
Sim
Total PP: 31 


PPS
Alex Manente
SP
Sim
Arnaldo Jordy
PA
Não
Carmen Zanotto
SC
Sim
Eliziane Gama
MA
Não
Hissa Abrahão
AM
Não
Marcos Abrão
GO
Sim
Moses Rodrigues
CE
Não
Raul Jungmann
PE
Não
Roberto Freire
SP
Sim
Rubens Bueno
PR
Sim
Sandro Alex
PR
Sim
Total PPS: 11

PR
Alfredo Nascimento
AM
Não
Altineu Côrtes
RJ
Sim
Anderson Ferreira
PE
Não
Bilac Pinto
MG
Sim
Cabo Sabino
CE
Não
Capitão Augusto
SP
Sim
Clarissa Garotinho
RJ
Não
Dr. João
RJ
Sim
Francisco Floriano
RJ
Não
Giacobo
PR
Sim
Gorete Pereira
CE
Sim
João Carlos Bacelar
BA
Sim
Jorginho Mello
SC
Sim
José Rocha
BA
Não
Laerte Bessa
DF
Sim
Lincoln Portela
MG
Não
Lúcio Vale
PA
Sim
Luiz Cláudio
RO
Abstenção
Magda Mofatto
GO
Sim
Marcio Alvino
SP
Sim
Maurício Quintella Lessa
AL
Sim
Miguel Lombardi
SP
Sim
Milton Monti
SP
Sim
Paulo Feijó
RJ
Sim
Remídio Monai
RR
Sim
Silas Freire
PI
Não
Tiririca
SP
Não
Wellington Roberto
PB
Não
Zenaide Maia
RN
Não
Total PR: 29

PRB
Alan Rick
AC
Sim
André Abdon
AP
Não
Beto Mansur
SP
Sim
Celso Russomanno
SP
Não
César Halum
TO
Sim
Cleber Verde
MA
Não
Fausto Pinato
SP
Sim
Jhonatan de Jesus
RR
Abstenção
Jony Marcos
SE
Não
Marcelo Squassoni
SP
Sim
Ronaldo Martins
CE
Abstenção
Sérgio Reis
SP
Não
Total PRB: 12
         
PROS
Ademir Camilo
MG
Não
Antonio Balhmann
CE
Sim
Beto Salame
PA
Não
Domingos Neto
CE
Não
Dr. Jorge Silva
ES
Não
Givaldo Carimbão
AL
Não
Leônidas Cristino
CE
Não
Miro Teixeira
RJ
Não
Rafael Motta
RN
Não
Ronaldo Fonseca
DF
Sim
Valtenir Pereira
MT
Não
Total PROS: 11


PRP
Alexandre Valle
RJ
Não
Marcelo Álvaro Antônio
MG
Não
Total PRP: 2 


PRTB
Cícero Almeida
AL
Não
Total PRTB: 1

PSB
Adilton Sachetti
MT
Sim
Átila Lira
PI
Não
Bebeto
BA
Não
César Messias
AC
Sim
Fabio Garcia
MT
Sim
Fernando Coelho Filho
PE
Sim
Flavinho
SP
Não
Glauber Braga
RJ
Não
Gonzaga Patriota
PE
Não
Heitor Schuch
RS
Não
Heráclito Fortes
PI
Sim
Janete Capiberibe
AP
Não
João Fernando Coutinho
PE
Não
José Reinaldo
MA
Sim
Jose Stédile
RS
Não
Júlio Delgado
MG
Sim
Keiko Ota
SP
Não
Leopoldo Meyer
PR
Sim
Luciano Ducci
PR
Não
Luiz Lauro Filho
SP
Sim
Luiza Erundina
SP
Não
Maria Helena
RR
Não
Paulo Foletto
ES
Sim
Rodrigo Martins
PI
Não
Stefano Aguiar
MG
Não
Tadeu Alencar
PE
Não
Tenente Lúcio
MG
Sim
Tereza Cristina
MS
Sim
Vicentinho Júnior
TO
Sim
Total PSB: 29

PSC
Andre Moura
SE
Sim
Eduardo Bolsonaro
SP
Sim
Erivelton Santana
BA
Não
Irmão Lazaro
BA
Não
Júlia Marinho
PA
Sim
Marcos Reategui
AP
Não
Pr. Marco Feliciano
SP
Não
Professor Victório Galli
MT
Sim
Raquel Muniz
MG
Sim
Silvio Costa
PE
Sim
Total PSC: 10 

PSD
Alexandre Serfiotis
RJ
Não
Átila Lins
AM
Sim
Cesar Souza
SC
Sim
Danrlei de Deus Hinterholz
RS
Não
Delegado Éder Mauro
PA
Não
Evandro Rogerio Roman
PR
Sim
Fábio Faria
RN
Sim
Fábio Mitidieri
SE
Sim
Felipe Bornier
RJ
Sim
Fernando Torres
BA
Não
Francisco Chapadinha
PA
Sim
Goulart
SP
Sim
Herculano Passos
SP
Sim
Heuler Cruvinel
GO
Sim
Indio da Costa
RJ
Sim
Irajá Abreu
TO
Sim
Jaime Martins
MG
Sim
João Rodrigues
SC
Sim
Joaquim Passarinho
PA
Sim
José Carlos Araújo
BA
Sim
Júlio Cesar
PI
Não
Marcos Montes
MG
Sim
Paulo Magalhães
BA
Não
Rogério Rosso
DF
Abstenção
Rômulo Gouveia
PB
Sim
Silas Câmara
AM
Sim
Sóstenes Cavalcante
RJ
Sim
Walter Ihoshi
SP
Sim
Total PSD: 28  

PSDB
Alexandre Baldy
GO
Sim
Alfredo Kaefer
PR
Sim
Antonio Imbassahy
BA
Sim
Arthur Virgílio Bisneto
AM
Sim
Betinho Gomes
PE
Não
Bonifácio de Andrada
MG
Sim
Bruna Furlan
SP
Sim
Bruno Araújo
PE
Sim
Bruno Covas
SP
Sim
Caio Narcio
MG
Sim
Carlos Sampaio
SP
Sim
Célio Silveira
GO
Sim
Daniel Coelho
PE
Não
Delegado Waldir
GO
Não
Domingos Sávio
MG
Sim
Eduardo Barbosa
MG
Sim
Eduardo Cury
SP
Sim
Fábio Sousa
GO
Sim
Geovania de Sá
SC
Não
Giuseppe Vecci
GO
Sim
Izalci
DF
Sim
João Castelo
MA
Sim
Lobbe Neto
SP
Não
Luiz Carlos Hauly
PR
Sim
Mara Gabrilli
SP
Não
Marco Tebaldi
SC
Sim
Marcus Pestana
MG
Sim
Max Filho
ES
Não
Miguel Haddad
SP
Sim
Nelson Marchezan Junior
RS
Sim
Nilson Leitão
MT
Sim
Nilson Pinto
PA
Sim
Otavio Leite
RJ
Sim
Paulo Abi-Ackel
MG
Sim
Pedro Cunha Lima
PB
Não
Pedro Vilela
AL
Sim
Raimundo Gomes de Matos
CE
Não
Rocha
AC
Não
Rogério Marinho
RN
Sim
Samuel Moreira
SP
Sim
Shéridan
RR
Sim
Silvio Torres
SP
Sim
Vitor Lippi
SP
Sim
Total PSDB: 43 

PSDC
Aluisio Mendes
MA
Sim
Luiz Carlos Ramos
RJ
Sim
Total PSDC: 2


PSOL
Cabo Daciolo
RJ
Não
Chico Alencar
RJ
Não
Edmilson Rodrigues
PA
Não
Ivan Valente
SP
Não
Jean Wyllys
RJ
Não
Total PSOL: 5  


PT
Adelmo Carneiro Leão
MG
Não
Afonso Florence
BA
Não
Alessandro Molon
RJ
Não
Ana Perugini
SP
Não
Andres Sanchez
SP
Não
Angelim
AC
Não
Arlindo Chinaglia
SP
Não
Assis Carvalho
PI
Não
Assis do Couto
PR
Não
Benedita da Silva
RJ
Não
Beto Faro
PA
Não
Bohn Gass
RS
Não
Caetano
BA
Não
Carlos Zarattini
SP
Não
Chico D Angelo
RJ
Não
Décio Lima
SC
Não
Enio Verri
PR
Não
Erika Kokay
DF
Não
Fabiano Horta
RJ
Não
Fernando Marroni
RS
Não
Gabriel Guimarães
MG
Não
Givaldo Vieira
ES
Não
Helder Salomão
ES
Não
João Daniel
SE
Não
José Airton Cirilo
CE
Não
José Guimarães
CE
Não
José Mentor
SP
Não
Leo de Brito
AC
Não
Leonardo Monteiro
MG
Não
Luiz Couto
PB
Não
Luiz Sérgio
RJ
Não
Luizianne Lins
CE
Não
Marco Maia
RS
Não
Marcon
RS
Não
Margarida Salomão
MG
Não
Maria do Rosário
RS
Não
Merlong Solano
PI
Não
Moema Gramacho
BA
Não
Nilto Tatto
SP
Não
Paulão
AL
Não
Paulo Pimenta
RS
Não
Paulo Teixeira
SP
Não
Pedro Uczai
SC
Não
Professora Marcivania
AP
Não
Reginaldo Lopes
MG
Não
Rubens Otoni
GO
Não
Ságuas Moraes
MT
Não
Sibá Machado
AC
Não
Valmir Assunção
BA
Não
Valmir Prascidelli
SP
Não
Vander Loubet
MS
Não
Vicente Candido
SP
Não
Vicentinho
SP
Não
Waldenor Pereira
BA
Não
Weliton Prado
MG
Não
Zé Carlos
MA
Não
Zé Geraldo
PA
Não
Zeca do Pt
MS
Não
Total PT: 58


PTB
Alex Canziani
PR
Sim
Antonio Brito
BA
Sim
Arnaldo Faria de Sá
SP
Não
Arnon Bezerra
CE
Sim
Cristiane Brasil
RJ
Sim
Deley
RJ
Não
Eros Biondini
MG
Não
Jorge Côrte Real
PE
Sim
Josué Bengtson
PA
Sim
Jovair Arantes
GO
Sim
Jozi Rocha
AP
Sim
Luiz Carlos Busato
RS
Sim
Nelson Marquezelli
SP
Sim
Nilton Capixaba
RO
Sim
Pedro Fernandes
MA
Não
Ricardo Teobaldo
PE
Não
Ronaldo Nogueira
RS
Não
Sérgio Moraes
RS
Sim
Walney Rocha
RJ
Sim
Wilson Filho
PB
Não
Zeca Cavalcanti
PE
Não
Total PTB: 21 

PTC
Brunny
MG
Não
Uldurico Junior
BA
Não
Total PTC: 2

PTN
Bacelar
BA
Não
Christiane de Souza Yared
PR
Não
Delegado Edson Moreira
MG
Sim
Renata Abreu
SP
Sim
Total PTN: 4 

PV
Dr. Sinval Malheiros
SP
Não
Evair de Melo
ES
Sim
Evandro Gussi
SP
Sim
Fábio Ramalho
MG
Sim
Leandre
PR
Sim
Sarney Filho
MA
Não
Victor Mendes
MA
Sim
William Woo
SP
Sim
Total PV: 8 

Solidariede
Arthur Oliveira Maia
BA
Sim
Augusto Carvalho
DF
Não
Augusto Coutinho
PE
Sim
Benjamin Maranhão
PB
Sim
Carlos Manato
ES
Sim
Elizeu Dionizio
MS
Sim
Expedito Netto
RO
Não
Genecias Noronha
CE
Sim
JHC
AL
Não
Laercio Oliveira
SE
Sim
Lucas Vergilio
GO
Sim
Paulo Pereira da Silva
SP
Sim
Zé Silva
MG
Sim
Total Solidariede: 13 



Fonte: sitio eletrônico da CUT (www.cut.org.br)