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sexta-feira, 14 de fevereiro de 2025

Por que as negociações coletivas não estão sendo utilizadas como instrumento para fortalecer a Lei de Igualdade Salarial? – Marilane Oliveira Teixeira


As negociações coletivas desempenham um papel crucial nas relações de trabalho, sendo responsáveis por definir condições de trabalho, salários e benefícios. Elas são ferramentas eficazes para reduzir desigualdades laborais e salariais. Contudo, mesmo após a aprovação da Lei de Igualdade Salarial e sua regulamentação em 2023, o tema segue negligenciado ou subvalorizado nas mesas de negociação.

De acordo com a Nota Técnica nº 282 do DIEESE, publicada em setembro de 2024, entre os milhares de instrumentos coletivos negociados ao longo do ano, apenas 63 cláusulas faziam referência à Lei nº 14.611/2023, envolvendo apenas 13 entidades sindicais. O que chama atenção é a completa ausência de grandes sindicatos, especialmente aqueles representando setores industriais e de serviços, tradicionalmente mais organizados. Por que, então, um debate tão estratégico para o movimento sindical continua fora das prioridades?

A igualdade salarial, que assegura o direito à mesma remuneração por trabalho igual ou de valor equivalente, é uma questão central nos debates sobre justiça social e direitos laborais. Desde a adoção da Declaração Universal dos Direitos Humanos, em 1948, que reconhece o direito a uma remuneração justa e igualitária, muitos avanços foram alcançados em diversas partes do mundo. No entanto, a aplicação efetiva desse princípio ainda encontra barreiras significativas.

O Brasil, signatário de convenções internacionais que tratam do tema, já contempla o princípio da igualdade salarial na Constituição Federal e na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). A Lei nº 14.611/2023 trouxe inovações importantes, como a exigência de transparência nos critérios remuneratórios adotados pelas empresas e a participação dos sindicatos na elaboração de relatórios para mitigar desigualdades identificadas.

O argumento de que a lei já aborda o tema não se sustenta, uma vez que instrumentos coletivos frequentemente incluem cláusulas que apenas reproduzem o que já está previsto na legislação. Nesse caso, a Lei de Igualdade Salarial oferece uma oportunidade valiosa para incluir cláusulas que não apenas fortaleçam sua aplicação, mas também consolidem o papel dos sindicatos. Parece, no entanto, faltar vontade política ou prioridade em relação ao tema, muitas vezes tratado como secundário ou “uma pauta de mulheres”. A escassa presença feminina nas mesas de negociação é outro obstáculo a ser superado.

Nas negociações coletivas, o foco geralmente recai sobre demandas imediatas e tangíveis, como reajustes salariais, Participação nos Lucros e Resultados (PLR) e benefícios, como vales alimentação e refeição. A igualdade salarial, sendo uma questão de longo prazo e aparentemente mais abstrata, acaba relegada a um segundo plano, mesmo tendo implicações profundas para a justiça social.

Além disso, a implementação da igualdade salarial exige um processo criterioso de avaliação e comparação das funções, de modo a determinar o valor relativo de diferentes cargos. Essa análise, embora complexa, é essencial para identificar e corrigir disparidades injustificadas.

A desigualdade salarial afeta desproporcionalmente as mulheres, perpetuando desigualdades de gênero no ambiente de trabalho. A ausência de um enfoque na igualdade salarial durante as negociações coletivas contribui para a manutenção dessas disparidades, dificultando o avanço rumo à equidade.

A inclusão do tema da igualdade salarial nas mesas de negociação não é apenas urgente, mas estratégica. Promover esse debate pode trazer benefícios sociais e econômicos significativos, além de fortalecer a confiança das trabalhadoras na eficácia da lei e no papel dos sindicatos como agentes de transformação social.

Marilane Oliveira Teixeira é Economista, doutora em desenvolvimento econômico e social, professora e pesquisadora do CESIT na área de trabalho, relações de trabalho, gênero e sindicalismo

 FONTE: Agência Sindical

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2025

Diretoria da CNTI participa de reunião pelo fortalecimento e priorização das ações do Fórum Sindical dos Trabalhadores FST



No dia de ontem, reuniram-se, na sede da CNTC, em Brasília, os presidentes e dirigentes de 13 confederações nacionais de trabalhadores, com especial participação da Diretoria da CNTI, cujo centro do debate foi o fortalecimento do importante papel que o Fórum Sindical dos Trabalhadores (FST) sempre teve e tem na defesa histórica do sistema sindical brasileiro, notadamente da estrutura confederativa, da unicidade e do custeio sindical.

Na oportunidade o Deputado Federal Luiz Carlos Motta, que também é o presidente da CNTC, fez breve relato de suas atividades na defesa dos interesses da classe trabalhadora.
 

 

José Reginaldo Inácio, presidente da CNTI, enalteceu a iniciativa do coordenador nacional do FST, o companheiro Luiz Araes, e evidenciou a urgência de se priorizar as pautas de interesse da classe trabalhadora e buscar meios para avançarmos em nossas conquistas, com ênfase na redução de jornada (fim da escala 6x1), diminuição do IR classe trabalhadora, a questão climática e seus efeitos na saúde, na segurança e na vida de quem trabalha.

Participaram, além da CNTI, CNTC, CNTS, CONTEC, CONTRATUH, CNTTT, CNTA, CNTEEC, CONACATE, CSPB, CONTTMAF, CONTRICOM, CNPL. A atividade também teve a participação de representantes da Nova Central Sindical, com especial destaque ao seu presidente, Moacyr Auersvald, do analista político e sócio-diretor da Contatos Assessoria Política, André Santos, do assessor jurídico do FST, Dr. Cristiano Meira, e dirigentes de Federações e Sindicatos de diversos setores.

 

 

 FONTE: Blog de Notícias das CNTI 

 

 https://cnti.org.br/html/noticias/2025/DiretoriaCNTI-ReuniaoFortalecimentoAcoesFST.htm

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2025

Crescem os empregos formais, mas desalento e subocupação ainda causam preocupação.

 



O crescimento das contratações com carteira assinada em 2024 trouxe um alívio para o mercado de trabalho brasileiro. No entanto, especialistas alertam que, apesar desse avanço, a realidade de muitos trabalhadores ainda é de desalento e subocupação, fenômenos que continuam afetando milhões de brasileiros.

Cenário atual do mercado de trabalho

Segundo os dados mais recentes, o número de empregos formais no Brasil registrou um crescimento significativo em relação ao ano anterior.


No entanto, essa recuperação não foi suficiente para reduzir completamente a precarização do trabalho.

Destaques do mercado de trabalho:

Aumento de 16,5% no número de empregos formais em 2024, passando de 1,4 milhão para 1,7 milhão de novas vagas.

O Brasil tem cerca de 3 milhões de pessoas desalentadas, ou seja, que desistiram de procurar emprego por não enxergarem oportunidades viáveis.

Subocupação em alta: 5,8 milhões de trabalhadores enfrentam essa situação, com salários insuficientes para o sustento básico.

Desafios para os trabalhadores brasileiros

O aumento dos empregos formais é positivo, pois garante acesso a benefícios como 13º salário, FGTS, férias remuneradas e estabilidade financeira.

Entretanto, o crescimento ainda não atinge todas as categorias e não resolve o problema da falta de oportunidades de trabalho de qualidade para muitos brasileiros.

Principais problemas enfrentados:

Baixos salários e precarização do emprego mesmo dentro da CLT.


Alguns setores ainda têm altas taxas de informalidade, sem acesso a direitos básicos. Falta de investimento em políticas públicas para absorver a população desalentada.


O crescimento do emprego formal não pode mascarar a realidade de milhões de trabalhadores que ainda lutam contra a informalidade, subempregos e condições precárias.


É necessário que políticas públicas sejam fortalecidas para garantir que o trabalho digno seja acessível a todos, com direitos, proteção e oportunidades reais para quem ainda está à margem do mercado formal.

FONTE: UGT - União Geral dos Trabalhadores

https://www.ugt.org.br/Noticias/77282-Crescem-os-empregos-formais-mas-desalento-e-subocupacao-ainda-causam-preocupacao

 

terça-feira, 11 de fevereiro de 2025

Defesa da democracia com a participação consciente dos trabalhadores – Eusébio Pinto Neto

 

O movimento sindical desempenha um papel histórico e significativo na manutenção da democracia no Brasil. A atuação dos sindicatos vai além das negociações salariais e da luta pelos direitos trabalhistas. A construção de uma sociedade mais justa e igualitária depende da conscientização da classe trabalhadora.

Os ataques ao movimento sindical nos últimos anos fazem parte da agenda neoliberal, cujo objetivo é retirar direitos sociais, escravizar a classe trabalhadora e deixá-la ainda mais submissa ao capital. Com Donald Trump na liderança do país mais imperialista do mundo, as organizações sociais e trabalhistas devem se reestruturar para garantir a segurança das nações e dos grupos mais vulneráveis.

As últimas declarações de Donald Trump não são fruto de especulações, aberrações ou campanhas publicitárias. O Vale do Silício, berço das maiores empresas de tecnologia, está investindo pesado nas ideias trumpistas para manter a hegemonia, construir uma supremacia e uma falsa verdade para o mundo.

O momento requer atenção e vigilância do movimento sindical, que é um agente de transformação social. O avanço do pensamento conservador resultou em golpes no Brasil visando reduzir os direitos trabalhistas. O golpe militar de 1964 resultou na revogação de diversos artigos da CLT. O golpe mais recente de 2016, contra a ex-presidenta Dilma Rousseff, culminou na Reforma Trabalhista e aumentou a informalidade no país.

A direita tentou enfraquecer o movimento sindical, mas o sindicalismo mostrou-se capaz de manter a democracia do país e os direitos trabalhistas e sociais. Os sindicatos foram fundamentais para a redemocratização do Brasil, a elaboração da Constituição Cidadã de 88 e a recente eleição do presidente Lula.

O Relatório de Riqueza Global de 2024 mostra que quase metade da riqueza mundial, 47.5%, está nas mãos de apenas 1.5% da população adulta global. Cerca de 44% dos mais ricos vivem nos Estados Unidos, justificando as investidas e os ataques trumpistas às nações.

É preciso resgatar a consciência de classe dos trabalhadores, de modo a reduzir as desigualdades e romper com a lógica do sistema, que aprisiona e promove a divisão social em prol da exploração. Sendo assim, é dever do movimento sindical brasileiro reforçar os laços com as suas bases, criando mecanismos para estimular a conscientização social e fortalecer a democracia no país.

Eusébio Pinto Neto. Presidente da Fenepospetro e do Sinpospetro-RJ

 FONTE: Agência Sindical

 

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2025

A importância dos sindicatos gerais na defesa do serviço público e dos trabalhadores – Mônica Carneiro

 


Em um mundo cada vez mais marcado pelo avanço do capital especulativo, os sindicatos gerais cumprem um papel fundamental na defesa do serviço público gratuito, universal e de qualidade, na garantia de direitos trabalhistas e na resistência contra os retrocessos impostos pelas elites econômicas do país.

Os sindicatos gerais são os instrumentos elementares de organização dos trabalhadores e trabalhadoras, garantindo melhores condições de trabalho, renda e benefícios para todos. No setor público, a atuação sindical se torna ainda mais relevante, pois protege não apenas os direitos dos servidores, mas também a qualidade dos serviços prestados a toda a população trabalhadora brasileira. Diante de um cenário global de reforço à fragmentação, ao individualismo e à competitividade extrema, os sindicatos gerais se consolidam como barreiras de resistência.

Além das negociações coletivas, que garantem reajustes salariais e recuperam o poder de compra dos trabalhadores – fortalecendo, assim, a economia e a geração de empregos –, os sindicatos gerais também atuam politicamente para pressionar governos e combater políticas que restringem direitos e favorecem a exploração. A correção das distorções salariais no funcionalismo, a garantia da estabilidade e a valorização dos servidores, independentemente do cargo ou nível de escolaridade, são bandeiras centrais desta luta.

A fragmentação sindical, promovida por entidades corporativistas, enfraquece a luta dos trabalhadores e cria divisões que beneficiam apenas os setores que desejam restringir direitos. Ao contrário dessas práticas, os sindicatos gerais apostam na unidade da classe trabalhadora como única via para barrar o desmonte do serviço público e conquistar novos avanços.

Nossa luta vai além. Os sindicatos gerais atuam em solidariedade de classe com diversos movimentos sociais, estabelecendo laços entre trabalhadores do setor público e privado, do campo e da cidade.

A autonomia e a democracia sindical também são nossos pilares para uma organização forte e combativa. Ao se manter independente de governos e patrões, um sindicato geral pode atuar de forma coerente na defesa intransigente dos trabalhadores. Essa postura classista permite que os sindicatos não apenas defendam os servidores públicos, mas também fortaleçam a resistência dos trabalhadores do setor privado, dos movimentos sociais e dos povos do campo e da cidade.

A luta por um serviço público de qualidade é inseparável da luta por um mundo mais justo e democrático. O sucateamento dos órgãos públicos interessa apenas àqueles que veem na privatização e na exploração dos trabalhadores uma forma de aumentar seus lucros. Por isso, a unificação das pautas da classe trabalhadora é estratégica.

Fortalecer um sindicato geral, classista, autônomo e democrático é uma necessidade histórica. Só por meio da unidade e da organização seremos capazes de barrar os retrocessos em curso e conquistar novos direitos.

Mônica Carneiro
Secretária de Comunicação do Sindsep-DF

FONTE: Agência Sindical

Faturamento da indústria tem maior crescimento anual desde 2010

Segundo CNI, setor faturou 5,6% a mais, e emprego cresceu 2,2% em 2024
Indústria Têxtil ,SENAI CETIQT - Centro de Tecnologia da Indústria Química e Têxtil. Planta piloto de tecelagem.
Indústria Textil
© CNI/José Paulo Lacerda

Embalada pelo aquecimento da produção e do consumo, o faturamento real (descontada a inflação) da indústria de transformação cresceu 5,6% em 2024, divulgou nesta sexta-feira (7) a pesquisa Indicadores Industriais, da Confederação Nacional da Indústria (CNI). Mesmo tendo caído 1,3% de novembro para dezembro, o setor teve o maior crescimento anual desde 2010.

Segundo a CNI, a demanda por bens industrializados foi estimulada pelo baixo desemprego, pelo aumento de gastos do governo e pela maior concessão de crédito. A combinação desses fatores, aponta a entidade, manteve o consumo e o investimento aquecidos, o que se refletiu no maior faturamento.

O número de horas trabalhadas na produção cresceu 4,2% no ano passado em relação a 2023. Em dezembro, no entanto, o índice diminuiu 1,3%, mostrando desaceleração da indústria no fim de 2024.

A utilização da capacidade instalada (UCI) caiu 0,8 ponto percentual em dezembro, fechando 2024 em 78,2%, na série livre de efeitos sazonais (sem oscilações típicas da época do ano). Na média do ano passado, a UCI cresceu 0,6 ponto percentual em relação a 2023.

O bom desempenho da indústria em 2024 também se reflete no mercado de trabalho. No ano passado, o número de postos de trabalho ativos no setor subiu 2,2%. A massa salarial cresceu 3%, e o rendimento médio do trabalhador industrial aumentou 0,8%.

Em dezembro, porém, os indicadores não foram tão bons. O nível de postos de trabalho manteve-se estável, mas a massa salarial e o rendimento médio do trabalhador recuaram 0,5% no mês.

Realizada desde 1992 em parceria com as federações estaduais da Indústria, a pesquisa identifica, mensalmente, a evolução de curto prazo da atividade da indústria de transformação. Os estados pesquisados respondem por mais de 90% do produto industrial brasileiro.

FONTE: Agência Brasil
 
Publicado em 07/02/2025 - 10:02Brasília
 
https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-02/faturamento-da-industria-tem-maior-crescimento-anual-desde-2010

 

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2025

CURSO DE EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA

 Faça Curso de Extensão Valores da democracia: Direitos Humanos na Candido Mendes

 O curso trata de temas contemporâneos e de temáticas específicas relacionadas aos Direitos Humanos e aos Valores da Democracia, com ênfase em princípios fundamentais, como a dignidade da pessoa humana, a cidadania, o pluralismo político e o desenvolvimento social. Busca aliar teoria e prática e explorar técnicas e ferramentas para o domínio do assunto e para a argumentação na esfera jurídica.

O curso representa a 3ª etapa do programa “Valores da Democracia”, que vem sendo desenvolvido desde 2015 pela Universidade Candido Mendes/UCAM junto com o Centro Alceu Amoroso Lima para a Liberdade-CAALL e outras instituições, abordando temas de grande importância para a ressignificação de valores democráticos para a sociedade brasileira, com perspectivas que vão para além do Direito, em conexão com a Ética, a Sociologia, a História e a Filosofia.

O programa vem contando, ao longo desses anos, com professores de excelência em suas áreas e com personalidades renomadas ─ sendo várias delas integrantes do Grupo de Trabalho Alceu Amoroso Lima.

O curso interage, ademais, com os programas de pós-graduação “stricto sensu” da Universidade Candido Mendes (Mestrado em Direito; Mestrado e Doutorado em Sociologia Política), bem como com alguns de seus centros de pesquisa (Instituto Universitário de Pesquisas do Rio de Janeiro-IUPERJ, o Centro de Estudos Afro-Asiáticos e a Academia da Latinidade).

A quem se destina esse curso

 O Curso é recomendado para ALUNOS, PROFESSORES, PUBLICO EM GERAL Pessoas que pertencem a Grupos de DH ou que tenha a questão dos DH e o Estado Democrático de Direito como referência em suas vidas.

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Dados do Curso

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Extensão

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horários

online a partir das 19h30min - terças e quintas

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duração

3 meses (19 encontros)

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próxima turma

11 de março de 2025

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investimento

R$ 150,00 à vista ou 2 x R$ 75,00

 

https://www.candidomendes.edu.br/cursos/extensao/curso-de-extensao-valores-da-democracia-direitos-humanos/