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segunda-feira, 24 de agosto de 2026

Em 13 anos, MG tirou 5,6 mil pessoas de trabalho análogo à escravidão

 


Universidade federal do estado promove seminário sobre o assunto
 
Alana Gandra – repórter da Agência Brasil
 
 
 trabalho_escravo_2 © Divulgação MPT
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Em 13 anos, de 2013 a 2026, a Superintendência Regional do Trabalho em Minas Gerais (SRTE/MG) resgatou 5.651 pessoas em trabalho análogo ao de escravo.

Foram fiscalizadas 1.042 empresas e 43.806 empregados. Nesse período, 4.566 trabalhadores tiveram seus contratos formalizados no curso do ato fiscal, enquanto 7.731 casos de trabalho análogo ao de escravo foram identificados.

Os auditores-fiscais do Trabalho lavraram 10.665 autos de infração que resultaram no pagamento de seguro-desemprego para 5.475 trabalhadores. Somente em 2026, foram resgatados 416 trabalhadores em situação análoga à escravidão.

O trabalho escravo é um dos temas principais do seminário Entre a Norma e o Real: Desafios e Perspectivas do Mundo do Trabalho, que ocorre nos próximos dias 20 e 21, na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), em Belo Horizonte.

O evento é promovido pela Delegacia Sindical de Minas Gerais do Sindicato Nacional dos Auditores-Fiscais do Trabalho (DS-MG/SINAIT), em parceria com a Clínica de Trabalho Escravo e Tráfico de Pessoas da Faculdade de Direito da UFMG (CTETP/UFMG).

Autos de infração

O diretor da Delegacia Sindical de Minas Gerais do SINAIT, auditor-fiscal do trabalho Rogério Lopes da Costa Reis contou à Agência Brasil que as empresas fiscalizadas têm prazo administrativo de dez dias para defesa, após o conhecimento do auto de infração, e mais dez dias para apresentar recurso, se a decisão for julgada procedente.

No final, ficando caracterizado o trabalho escravo, o nome da empresa passa a figurar, pelo prazo de dois anos, na listagem de empregadores que submeteram trabalhadores a trabalho escravo. E pagam multas também.

As multas são administrativas, representadas pelos próprios autos de infração lavrados. Esses autos incluem não só autuações referentes à irregularidade de ter trabalhadores na informalidade, que é a autuação por falta de registro, mas também a autuação por questões da segurança e saúde, como não entrega de equipamentos de proteção individual (EPIs), não fornecimento de banheiro, não fornecimento de água, dependendo de cada caso, disse Costa Reis. 

Segundo o diretor, às vezes as empresas fazem um termo de ajustamento de conduta, na própria ação, com o Ministério Público do Trabalho (MPT), que também pode definir valores a serem quitados como dano moral individual ao trabalhador, bem como dano moral coletivo.

No caso de falta de registro, por exemplo, uma pequena empresa paga multa de R$ 800 para cada trabalhador sem registro. Esse valor sobe para R$ 3 mil por trabalhador sem registro, para uma empresa de maior porte.

Pela caracterização de trabalho escravo, porém, a multa é quase irrisória e não chega a R$ 500, disse o auditor-fiscal do Trabalho.

Costa Reis adverte, por outro lado, que a empresa autuada e julgada procedente pela caracterização de trabalho escravo sofrerá repercussões negativas da parte das instituições financeiras ao ter seu nome incluído na lista de trabalho escravo.

Para ele, o seminário vai aproximar a experiência da fiscalização do debate acadêmico e jurídico.

“A legislação estabelece direitos e parâmetros fundamentais para a proteção de quem trabalha, mas a realidade encontrada pelos auditores-fiscais muitas vezes revela situações de extrema vulnerabilidade e violações, demonstrando assim que parte da sociedade está longe de promover a dignidade no mundo do trabalho”.

Para Costa Reis, o evento vai aproximar fiscalização, universidade, operadores do Direito e a sociedade para discutir caminhos concretos de enfrentamento dessas violações.

Tráfico de pessoas

De 2013 a 2026, os auditores-fiscais do Trabalho de Minas Gerais libertaram 3.676 pessoas vítimas de tráfico. O auditor Costa Reis esclareceu que as ações tentam sempre evitar que a exploração acabe caracterizando trabalho análogo ao de escravo, além de exploração sexual.

“Para ter o tráfico de pessoas, você tem que ter, pelo menos, uma oferta enganosa da coisa. Por exemplo, falam que você pode vir que vai receber tudo. Chega lá, é tudo diferente. O alojamento não é adequado, o contratante começa a cobrar, a pessoa começa a ter dívida. Aí caracteriza esse tráfico”.

Os auditores-fiscais enfrentam também resistência da parte de mulheres vítimas de tráfico sexual, que não querem ser caracterizadas como prostitutas.

Proteção policial

A Auditoria Fiscal do Trabalho vem combatendo o trabalho escravo desde 1995, quando foram realizadas as primeiras ações, que eram centralizadas em Brasília.

“Os grupos especiais de trabalho, a análise, a fiscalização móvel eram todos gerenciados, planejados e executados pelo órgão central, na capital federal”.

Minas Gerais foi o primeiro estado do Brasil a ter uma equipe específica de combate ao trabalho análogo ao de escravo, o que ocorreu a partir de 2013. Costa Reis afirmou que, por isso, Minas Gerais sempre apresenta os maiores números frente aos demais estados brasileiros, “porque a gente tem uma grande experiência nesse período todo”.

A auditoria adquiriu procedimentos a serem usados nas operações, porque não se trata de uma fiscalização normal.

"Você tem que ir com proteção policial, porque nós já tivemos casos de colegas que foram assassinados em Unaí. Então, a gente sempre toma toda precaução para fazer essa fiscalização. Às vezes, há muita resistência da parte do empregador e, também, até do trabalhador pela caracterização de trabalho escravo”, explicou.

A Chacina de Unaí ocorreu em 28 de janeiro de 2004, quando três auditores-fiscais do trabalho e um motorista do Ministério do Trabalho foram assassinados em uma emboscada na zona rural de Unaí (MG) durante fiscalização de combate ao trabalho escravo.

Pela instrução normativa, os auditores-fiscais do Trabalho são obrigados a fazer a comunicação ao empregador de que tem que paralisar as atividades dos trabalhadores que estão na condição de trabalho análogo ao de escravo, fazer o acerto dos contratos de trabalho, se eles estiverem na informalidade, e efetuar o pagamento das rescisões contratuais, como se fosse demissão sem justa causa.

“Porque o trabalhador não tem culpa da situação em que ele foi encontrado. A culpa é toda do empregador e ele deve ser responsabilizado por isso. Na conversa com esses empregadores, eles sempre falam assim: 'Eu estou fazendo um grande favor por dar emprego para essas pessoas, que não têm condição boa'”.

Costa Reis argumenta que as pessoas têm de ter, no mínimo, o marco legal brasileiro de trabalho, que inclui o registro em carteira, a garantia de que a empresa vai fornecer os equipamentos para que o trabalhador realize suas tarefas.

“É isso que acontece ainda, não só no meio rural, mas também no meio urbano, como os casos de trabalho escravo doméstico. A pessoa não recebe nenhum salário e, muitas vezes, é impedida até de ter contato com a família”. 

FONTE: Agência Brasil

https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-08/em-13-anos-mg-tirou-56-mil-pessoas-de-trabalho-analogo-escravidao

Sônia Zerino participa de reunião institucional da Secretaria de Inspeção do Trabalho

Nesta quinta-feira (20), a presidente da Nova Central Sindical de Trabalhadores (NCST), Sônia Zerino, participou, em Brasília, de reunião institucional promovida pela Secretaria de Inspeção do Trabalho (SIT). O encontro reuniu representantes das centrais sindicais e teve como objetivo fortalecer o diálogo, promover o alinhamento institucional e ampliar a interlocução entre o movimento sindical e a Secretaria.


Durante a reunião, foram discutidos temas relacionados à atuação da Inspeção do Trabalho e às questões de interesse dos trabalhadores, em um espaço de diálogo e troca de informações entre o governo e as entidades sindicais.


A presença conjunta das centrais sindicais também evidencia a importância da unidade do movimento sindical na interlocução com os órgãos públicos e na defesa dos direitos e interesses da classe trabalhadora.

 

Fonte: NCST - Do Blog de Notícias da CNTI -  https://cnti.org.br

sexta-feira, 21 de agosto de 2026

6ª Marcha dos Catarinenses reúne trabalhadores em Florianópolis

 

A NCST-SC participou da Marcha dos Catarinenses foi realizada nesta terça-feira, 18 de agosto, em Florianópolis, reunindo trabalhadores e trabalhadoras de diferentes regiões de Santa Catarina em uma mobilização em defesa dos direitos trabalhistas, da democracia e da valorização de quem vive do trabalho.

A concentração ocorreu no Parque da Luz, na cabeceira da Ponte Hercílio Luz, a partir das 13h. Participantes levaram bandeiras e camisetas de suas entidades sindicais, reforçando a união da classe trabalhadora catarinense.

Entre as principais pautas da mobilização estiveram a defesa dos direitos dos trabalhadores e a construção de um projeto de Santa Catarina que valorize quem contribui diariamente para o desenvolvimento do Estado.

Do campo à cidade, a mobilização destacou a força e a unidade da classe trabalhadora catarinense.

Fonte: NCST-SC -https://www.ncst.org.br/subpage.php?id=27449 

 

 

Encontro Regional CNTI Nordeste reúne lideranças sindicais em João Pessoa

 


José Reginaldo – presidente da CNTI


A Confederação Nacional dos Trabalhadores na Indústria (CNTI) realizou, nesta quinta-feira (20), em João Pessoa (PB), a segunda etapa do Encontro Regional CNTI Nordeste, na sede da Federação dos Trabalhadores na Indústria do Estado da Paraíba. O evento contou com a participação do presidente da CNTI, José Reginaldo, que conduziu os debates sobre o tema “Análise da Conjuntura e Eleições 2026”. Também estiveram presentes o secretário Regional da CNTI/Nordeste, Israel Ferreira de Torres; o presidente da Federação dos Trabalhadores na Indústria do Estado da Paraíba, Thiago de Araújo Costa; o presidente do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias de Vidros, Cristais e Espelhos do Recife, Carpina e Vitória de Santo Antão, Moacir Alves Cordeiro; além de dirigentes e lideranças de diversos sindicatos dos trabalhadores na indústria da Paraíba.

 


Israel Ferreira de Torres – Secretário CNTI/Nordeste


A programação foi marcada por um amplo espaço de diálogo, reflexão e troca de experiências sobre o cenário político, econômico e social do país, assim como sobre as transformações que vêm impactando o mundo do trabalho. Ao longo dos debates, foram destacados os desafios enfrentados pelos trabalhadores e a importância do fortalecimento da organização, da unidade e da mobilização sindical para ampliar a defesa dos direitos e interesses da classe trabalhadora.


As perspectivas para as Eleições de 2026 também estiveram entre os temas centrais do encontro, reforçando a relevância da participação dos trabalhadores e do movimento sindical no debate político nacional. A iniciativa reafirma o compromisso da CNTI com o fortalecimento da representação sindical e com a construção de estratégias que contribuam para a valorização do trabalho, a defesa dos direitos sociais e a melhoria das condições de vida dos trabalhadores.

 


Thiago de Araújo Costa, presidente da FTI do Estado da PB

 

 

#CNTI #Sindicalismo #Trabalhadores #Indústria #MovimentoSindical #DefesaDosTrabalhadores

#CNTI80Anos #UnidosSomosFortes #ClasseTrabalhadora 

 

FONTE: CNTI

https://cnti.org.br/html/noticias/2026/EncontroRegCNTINordestePB.htm

quarta-feira, 19 de agosto de 2026

OAB e MPT firmam acordo contra assédio eleitoral no trabalho


Cooperação envolve ações conjuntas durante as eleições de 2026 e no período subsequente.


A OAB Nacional e o Ministério Público do Trabalho (MPT) firmaram, nesta segunda-feira (17), um Acordo de Cooperação Técnica para prevenir e combater o assédio eleitoral nas relações de trabalho.


Assinado pelo presidente da OAB Nacional, Beto Simonetti, e pelo procurador-geral do Trabalho, Gláucio Araújo de Oliveira, o acordo prevê ações conjuntas durante as eleições de 2026 e no período subsequente.


A parceria busca tornar mais ágil o encaminhamento e a apuração de denúncias, além de ampliar as ações de informação e capacitação sobre o tema. Entre as medidas previstas estão a divulgação de campanhas, o compartilhamento de materiais e boas práticas e a realização de treinamentos para a advocacia e para os integrantes do MPT.


Durante as tratativas que antecederam a assinatura, a secretária-geral da OAB Nacional, Rose Morais, destacou a necessidade de mobilização conjunta.


"Nós queremos a mesma coisa. Nessa hora, todo mundo tem que agir junto. Vamos aderir à campanha do Ministério Público do Trabalho, mobilizar nossas seccionais e desenvolver ferramentas que facilitem o encaminhamento das denúncias, garantindo uma resposta mais rápida e eficiente para a sociedade."


Para o procurador-geral do Trabalho, a atuação coordenada das instituições é fundamental para proteger a liberdade de escolha dos trabalhadores. "O enfrentamento ao assédio eleitoral exige uma atuação firme e articulada das instituições. A cooperação entre o Ministério Público do Trabalho, a OAB e os demais parceiros reforça o compromisso comum com a liberdade de escolha de trabalhadoras e trabalhadores e com a proteção do voto livre e secreto", afirmou Gláucio Araújo de Oliveira.


Denúncias

 

Um dos principais pontos do acordo é a integração do fluxo de denúncias. Notícias de fato relacionadas ao assédio eleitoral nas relações de trabalho que chegarem à OAB serão encaminhadas ao MPT, responsável pelo processamento e pela apuração dos casos. O Ministério Público do Trabalho, por sua vez, comunicará ao Conselho Federal da OAB as providências adotadas.


O acordo também prevê a divulgação, nos sites e nas redes sociais das duas instituições, de campanhas informativas e dos canais disponíveis para denúncias. Cartilhas, materiais informativos, ações e decisões judiciais de referência poderão ser compartilhados entre a OAB e o MPT.

 

Fonte: Congresso em Foco -Do Blog de Notícias da CNTI - https://cnti.org.br

terça-feira, 18 de agosto de 2026

Trabalhadores nascidos em novembro e dezembro recebem abono salarial

 

Serão liberados R$ 5,2 bilhões para 4,1 milhões de beneficiários
 
Pedro Peduzzi - Repórter da Agência Brasil

Dinheiro
© Marcello Casal JrAgência Brasil
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Os trabalhadores nascidos em novembro e dezembro que ganharam até R$ 2.766 por mês com carteira assinada em 2024 começam a receber nesta segunda-feira (17) o último lote do abono salarial de 2026. Serão liberados R$ 5,2 bilhões para cerca de 4,1 milhões de beneficiários.

O valor do benefício varia de R$ 136 a R$ 1.621, conforme a quantidade de meses trabalhados no ano-base 2024. Com o pagamento deste lote, o calendário do abono salarial referente ao ano-base 2024 chega ao fim. Os valores ficarão disponíveis para saque até 30 de dezembro de 2026.

Quem recebe neste lote

Do total de trabalhadores contemplados nesta etapa:

3.652.648 são empregados da iniciativa privada inscritos no Programa de Integração Social (PIS), com pagamento feito pela Caixa Econômica Federal;

• 471.948 são servidores públicos inscritos no Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep), que receberão pelo Banco do Brasil.

Quem tem direito

Tem direito ao abono salarial o trabalhador que:

• esteja inscrito no PIS/Pasep há pelo menos cinco anos;

• tenha trabalhado com carteira assinada por, no mínimo, 30 dias em 2024, consecutivos ou não;

• tenha recebido remuneração média mensal de até R$ 2.766 durante o ano-base;

• tenha os dados corretamente informados pelo empregador no eSocial.

Instituído pela Lei nº 7.998/1990, o abono salarial é custeado pelo Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT) e pode chegar ao valor de um salário mínimo, de forma proporcional ao tempo trabalhado no ano-base.

Como o pagamento é feito

Para os trabalhadores da iniciativa privada (PIS), a Caixa faz o pagamento prioritariamente por crédito em conta corrente, poupança ou Conta Digital. Também pode haver depósito em poupança social digital movimentada pelo aplicativo Caixa Tem.

Quem não possui conta bancária pode sacar o benefício nas agências da Caixa, casas lotéricas, terminais de autoatendimento e correspondentes Caixa Aqui.

No caso dos servidores públicos vinculados ao Pasep, o Banco do Brasil realiza o pagamento preferencialmente por crédito em conta. Trabalhadores sem conta podem receber por transferência via TED, Pix ou atendimento presencial nas agências, quando não tiverem chave Pix cadastrada.

Como consultar

Informações sobre valor do benefício, data de pagamento e habilitação podem ser consultadas na Carteira de Trabalho Digital, no portal Gov.br e pelo telefone 158, do Ministério do Trabalho e Emprego.

FONTE: Agência Brasil

https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-08/trabalhadores-nascidos-em-novembro-e-dezembro-recebem-abono-salarial 

Rais aponta 10 milhões de empregos

 



Entre janeiro de 2023 e maio de 2026, o Brasil gerou 10 milhões de empregos formais durante o período de janeiro de 2023 a junho 2026. Os números constam da Relação Anual de Informações Sociais, divulgada quinta (13), pelo Ministério do Trabalho e Emprego.

O presidente da CUT, Sérgio Nobre, saúda a boa notícia e a melhoria na vida do trabalhador empregado. Ele comenta: “O desemprego é o momento mais duro na vida do trabalhador. O desempregado não dorme, não sabe se vai pagar as contas do mês, o aluguel. Mas quando ele consegue um emprego leva alegria e esperança de um futuro melhor para dentro de casa”.

Para o líder da CUT, a retomada dos empregos com Carteira assinada se deve principalmente pelos fomentos levados a cabo por estatais, bancos públicos e em razão de uma política industrial, a NIB. Ele comenta: “Estamos vendo um Estado indutor do crescimento econômico, fazendo planejamento novamente. O Estado dirigindo esse país. É Brasil que a gente quer”.

Números – Nosso mercado de trabalho acumulou 10.100.342 vínculos formais, de janeiro 2023 a junho 2026, ou seja, crescimento de 19,1% no período. No acumulado apenas de 2026, são mais 2,46 milhões de empregos formais, um crescimento de 4,1%.

Os empregos via CLT, inclusive os temporários, cresceram de 4,75 milhões, ou 10,9% – o maior crescimento absoluto no período (13,5%), passando de 43,4 milhões de vínculos em janeiro de 2023 para 48,15 milhões em junho desse ano.

Outros tipos de vínculos (trabalhadores avulsos, dirigentes sindicais, trabalhadores cedidos, diretores não empregados) aumentaram 6,3%, passando de 402 mil para 429 mil vínculos.

Dados Setoriais – O setor de Serviços apresentou o maior crescimento absoluto (28,3%), com criação de 8,45 milhões na Indústria – O setor industrial também cresceu, com mais 832 mil vínculos (10%), alcançando 9,15 milhões de empregos em junho deste ano. A Construção passou de 2,68 milhões para 3,04 milhões, crescimento de 357 mil, ou mais 13,3%.

Raça ou Cor – O maior crescimento absoluto ocorreu entre os trabalhadores pardos, com mais 12,8 milhões de vínculos (88,3%), chegando a 27,34 milhões em junho. Entre os brancos, o crescimento foi de 8,74 milhões de vínculos (48,2%), alcançando 26,88 milhões. Pretos 2,15 milhões (85,4%), chegando a 4,66 milhões de novos vínculos. Amarelos, crescimento de 320 mil (114,5%). Indígenas, mais 90 mil vínculos (164,8%).

MAIS – Site do Ministério do Trabalho e Emprego e CUT

 

FONTE: Agência Sindical