Representantes das centrais sindicais de todo o país concluíram, nesta
quinta-feira (2), em Brasília, a segunda etapa do Curso Nacional de
Negociação Coletiva e Igualdade de Gênero no Mundo do Trabalho. A
formação reuniu lideranças sindicais para debater estratégias de
negociação coletiva, ampliar a participação das mulheres nos espaços de
decisão e fortalecer a atuação conjunta do movimento sindical.
No
encerramento, a presidente da Nova
Central Sindical de Trabalhadores
(NCST), Sônia Zerino, destacou que o curso é resultado da articulação
das mulheres das centrais sindicais, construída em parceria com o
Ministério das Mulheres.
Segundo ela, a iniciativa demonstra que a atuação conjunta é fundamental
para ampliar a presença feminina nas negociações e consolidar novas
conquistas para a classe trabalhadora.
"Esse curso nasceu da luta e da união das mulheres das centrais
sindicais. É uma conquista construída coletivamente, que fortalece nossa
atuação e amplia a participação feminina nos espaços de negociação",
afirmou.
Durante sua fala, Sônia também ressaltou que a mobilização permanece
essencial para o avanço das pautas defendidas pelo movimento sindical,
citando as articulações realizadas ontem no Senado Federal em defesa do
fim da escala 6x1.
Ao longo da programação, as participantes compartilharam experiências,
debateram desafios da negociação coletiva e reforçaram a importância da
atuação articulada das mulheres na construção de um movimento sindical
cada vez mais representativo.
Conselho Curador decidirá neste mês quanto será
distribuído; pagamento ocorrerá até 31 de agosto
O Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS)
deverá registrar lucro de aproximadamente R$ 14,7
bilhões em 2025, segundo técnicos do governo.
Segundo o jornal O Globo, apesar do resultado
positivo, a parcela do lucro destinada aos
trabalhadores deverá ser menor do que a distribuída
no ano passado.
A definição sobre o percentual que será repassado
aos cotistas ficará a cargo do Conselho Curador do
FGTS, que deverá deliberar sobre o tema ainda neste
mês. Após a decisão, a Caixa Econômica Federal terá
até 31 de agosto para efetuar os créditos nas contas
vinculadas.
Distribuição deve ser inferior à de 2024
Em 2024, o Fundo distribuiu R$ 12,9 bilhões,
correspondentes a cerca de 95% do lucro obtido
naquele exercício, beneficiando aproximadamente 134
milhões de trabalhadores.
Neste ano, entretanto, técnicos do governo avaliam
que será necessário preservar uma parcela maior dos
recursos do FGTS. A expectativa é de que pelo menos
metade do lucro seja distribuída, percentual
inferior ao registrado no ano anterior.
Entre os fatores que influenciam essa decisão estão
medidas adotadas recentemente que reduziram a
disponibilidade de recursos do Fundo. Entre elas,
destacam-se o saque residual destinado a
trabalhadores demitidos que aderiram ao
saque-aniversário e permaneceram com parte dos
recursos bloqueados, além da utilização de parte do
saldo do FGTS para quitar débitos por meio do
programa Desenrola 2.
Governo quer reforçar patrimônio do Fundo
A retenção de parte do lucro tem como objetivo
fortalecer o patrimônio líquido do FGTS, que
financia políticas públicas, especialmente programas
habitacionais, como o Minha Casa, Minha Vida.
Segundo integrantes do Conselho Curador, o
patrimônio líquido do Fundo deverá ficar entre R$
110 bilhões e R$ 112 bilhões em 2025, enquanto o
ativo total alcança aproximadamente R$ 840 bilhões.
Na avaliação dos técnicos, esse patrimônio precisa
crescer para garantir maior solidez financeira ao
FGTS e assegurar sua capacidade de investimento.
Outro ponto considerado pelo governo é que a
remuneração mínima das contas do Fundo, composta por
3% ao ano mais a Taxa Referencial (TR), já será
suficiente para acompanhar a inflação registrada no
ano anterior. Além disso, uma decisão do Supremo
Tribunal Federal (STF) determina que a remuneração
das contas do FGTS não poderá ser inferior à
variação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor
(IPCA).
Pagamento será feito até 31 de agosto
Antes da decisão final, o assunto será analisado pelo
grupo técnico que assessora o Conselho Curador, em
reuniões previstas para esta e para a próxima
semana.
Após a aprovação do percentual de distribuição, a
Caixa Econômica Federal realizará os depósitos até
31 de agosto.
O valor creditado será proporcional ao saldo
existente na conta vinculada de cada trabalhador em
31 de dezembro de 2025. Os recursos incorporados ao
saldo permanecerão sujeitos às regras legais de
saque, podendo ser movimentados apenas nas hipóteses
previstas em lei, como demissão sem justa causa,
aquisição da casa própria, aposentadoria e casos de
doenças graves.
A Nova Central Sindical de Trabalhadores (NCST), ao lado das demais
centrais sindicais, segue mobilizada pela aprovação da Proposta de
Emenda à Constituição (PEC) que reduz a jornada de trabalho para 40
horas semanais, sem redução salarial, e põe fim à escala 6x1.
Com a mensagem "A redução da jornada beneficia trabalhadores, empresas e
o Brasil. Todos ganham!", as centrais e o Fórum Sindical do
Trabalhadores (FST) reafirmam que é possível construir um país mais
justo, mais forte e mais humano, valorizando o trabalho e promovendo o
desenvolvimento com inclusão social.
Compartilhe o card abaixo e ajude a ampliar essa mobilização. Juntos,
vamos fortalecer a luta pela redução da jornada de trabalho e pelo fim
da escala 6x1.
Objetivo é corrigir distorção no cálculo de
benefícios e garantir que aposentados recebam o
valor mais vantajoso
O Projeto de Lei 3379/026, do deputado Ribamar Silva
(Pode-SP), garante aos segurados da Previdência
Social o direito de optar pela regra de cálculo de
benefício mais vantajosa, permitindo a inclusão das
contribuições realizadas antes de julho de 1994. A
medida resgata a tese conhecida como "revisão da
vida toda".
O texto altera a Lei de Benefícios da Previdência
Social (8.213/91) e a lei que criou o fator
previdenciário (9.876/99).
Pela proposta, a regra valerá para os segurados
filiados à Previdência até 28 de novembro de 1999 e
que cumpriram os requisitos para a aposentadoria
antes da reforma da Previdência de 2019 (Emenda
Constitucional 103). Para os benefícios concedidos
entre novembro de 1999 e novembro de 2019, o projeto
determina que a revisão seja feita de ofício
(automaticamente) pelo Instituto Nacional do Seguro
Social (INSS).
Sem pagamentos retroativos
Para viabilizar a aprovação da matéria e manter a
responsabilidade fiscal, o projeto estabelece uma
trava importante: a revisão não gerará direito ao
recebimento de diferenças financeiras retroativas.
Ou seja, o aposentado passará a receber o valor
maior apenas a partir da entrada em vigor da nova
lei, sem cobrar os "atrasados" dos anos anteriores.
"A solução se concentra em corrigir o valor mensal
do benefício para o futuro, garantindo-se justiça
previdenciária a partir da vigência da lei, sem
impor um passivo financeiro desproporcional à
União", explica o deputado Ribamar Silva.
O texto também faculta ao segurado que já possui
ação judicial em andamento sobre o tema a
desistência da demanda, com dispensa do pagamento de
honorários e custas processuais, para que seu
benefício seja revisto administrativamente pelas
novas regras.
Justificativa e histórico
A regra de transição de 1999 determinou que, para quem
já era filiado ao INSS, o cálculo da aposentadoria
consideraria apenas os salários a partir de julho de
1994 (início do Plano Real). Segundo o autor do
projeto, isso gerou uma "profunda iniquidade",
prejudicando trabalhadores que tiveram seus maiores
salários e contribuições antes desse período.
O tema foi alvo de intensa disputa judicial. Em
2022, o STF chegou a reconhecer o direito à "revisão
da vida toda". No entanto, em março de 2024, a Corte
mudou o entendimento ao julgar ações de
inconstitucionalidade (ADIs 2110 e 2111), decidindo
que a regra de transição de 1999 é obrigatória, o
que, na prática, impediu a opção pela regra mais
vantajosa.
"A oscilação jurisprudencial não ofereceu uma
solução estável para a questão, ensejando a
necessidade de que o Poder Legislativo discipline a
matéria de forma definitiva", argumenta Ribamar
Silva. Ele defende que a proposta cria um "novo
direito, mais justo e equânime", respeitando a
decisão do STF, mas atuando dentro da competência do
Parlamento para responder às demandas da sociedade.
Para virar lei, a proposta precisa ser aprovada pela
Câmara e pelo Senado.
Muitas
explanações, muito debate, excelentes falas, reunião amigável das
Centrais com Davi Alcolumbre (União-AP), mas até agora (manhã do dia 2) o
presidente do Senado não enviou a PEC 221 à Comissão de Constituição e
Justiça do Senado.
Mesmo assim, Antônio Neto, presidente da CSB
(Central dos Sindicatos do Brasil) segue otimista. Ele diz: “O dia de
ontem foi intenso. Considero muito positiva nossa reunião com
Alcolumbre. Lembro que ele já nos apoiou em questões anteriores, como,
por exemplo, a pedido do sindicalismo, não dar andamento do projeto da
Carteira verde e amarela, de Bolsonaro”.
No debate do dia 1º, no
Senado, falaram 56 representantes dos trabalhadores, empresários,
governo federal e movimentos sociais, como o VAT (Vida Além do
Trabalho). Nas Centrais, a orientação geral é seguir com atos e
movimentos, mas, principalmente, a partir de agora, buscar diálogo com
os senadores, de todos os partidos.
E o governo? O jornalista e
consultor do Diap, Marcos Verlaine, comenta: “O governo federal tem
jogado peso a favor da PEC 221. Tanto assim que ontem a própria líder do
governo no Senado, Teresa Leitão (PT-PE), fez uso da palavra e se opôs à
narrativa de que a PEC é eleitoreira. Não é. Até porque ela tramita
desde 2019”.
Passos – Se Davi Alcolumbre enviar a
PEC 221 à CCJ do Senado, e ela for aprovada conforme o texto originário
da Câmara, a matéria será aprovada. É o que defende o sindicalismo.
Os
movimentos sindical e social, porém, batalham para que a PEC não
retorne à Câmara dos Deputados, o que atrasaria a implementação da
redução da jornada pra 40 horas e colocaria em risco o fim da escala
6×1.
Por várias razões, Davi Alcolumbre vive um período de
escaramuças com o governo federal. Na reunião com as Centrais, os
dirigentes deixaram claro que a pauta da classe trabalhadora é
independente frente ao governo.
Apoios – Ao falar
no Senado, Sérgio Nobre, presidente da CUT, destacou o apoio popular ao
fim da escala 6×1, como também pela redução da jornada pra 40 horas.
“Essa pauta tem amplo apoio da população. Pesquisa entre CUT/Vox Populi
mostra que “passam de 80% os que defendem 40 horas semanais e também o
fim da escala 6×1”.
Entre as Centrais, a CUT é a quem mais tem
feito atos e ações de estímulo ao engajamento popular a favor da PEC
221. No ato na avenida Paulista, SP, dia 30, a Central teve grande
participação.
A 326ª Reunião Ordinária do Conselho Nacional de
Previdência Social (CNPS) foi realizada nesta
terça-feira (30), no Ministério da Previdência
Social, em Brasília, reunindo representantes do
governo, dos trabalhadores, dos empregadores e dos
aposentados para discutir temas estratégicos
relacionados à Previdência Social.
Entre os principais assuntos da pauta estiveram a
atualização sobre o ressarcimento dos descontos
associativos, as medidas para reduzir a fila de
requerimentos do Instituto Nacional do Seguro Social
(INSS) e da Perícia Médica Federal, o cumprimento
dos acórdãos do Conselho de Recursos da Previdência
Social (CRPS), a redução do prazo para inclusão de
processos no Programa de Gerenciamento de Benefícios
(PGB) e a ampliação da rede de atendimento da
Previdência Social, com a implantação da Agência
Flutuante PrevBarco Belém II.
Representando os trabalhadores no colegiado, o
presidente do Sindicato dos Eletricitários de São
Paulo, Eduardo Annunciato, o Chicão, participou da
reunião e acompanhou as discussões sobre as
políticas públicas previdenciárias que impactam
milhões de segurados em todo o País.
Para Chicão, a participação dos representantes dos
trabalhadores nas reuniões do CNPS é essencial para
acompanhar as decisões que afetam diretamente a
população segurada e defender melhorias no sistema
previdenciário.
“A Previdência Social é uma das maiores conquistas
da classe trabalhadora. Estar no CNPS significa
acompanhar de perto as decisões, cobrar melhorias no
atendimento, defender a redução da fila do INSS e
garantir que os direitos dos trabalhadores, dos
aposentados e dos pensionistas sejam preservados. O
Sindicato continuará atuando de forma firme em todos
os espaços onde essas decisões são tomadas”,
afirmou.
O Senado Federal realizou, nesta quarta-feira (1º), uma audiência
pública para debater a Proposta de Emenda à Constituição (PEC 221/2019),
que reduz a jornada semanal de trabalho de 44 para 40 horas. Coordenado
pelo senador Paulo Paim (PT-RS), o debate reuniu representantes das
centrais sindicais, parlamentares, integrantes do Governo Federal,
especialistas e entidades empresariais para discutir os impactos da
proposta nas relações de trabalho, na economia e na qualidade de vida da
população. NCST reforça defesa da redução da jornada
A Nova Central Sindical de Trabalhadores (NCST) participou da audiência
por meio de sua presidente, Sônia Zerino, que defendeu a aprovação da
proposta e destacou a importância da redução da jornada para garantir
mais qualidade de vida, saúde e dignidade à classe trabalhadora.
"Não estamos discutindo apenas números ou horas trabalhadas. Estamos
falando de vidas, do direito de milhões de trabalhadores e trabalhadoras
de conviver com suas famílias, cuidar da saúde, estudar, descansar e
viver com dignidade", afirmou.
Sônia também chamou a atenção para a realidade enfrentada pelas mulheres
trabalhadoras, que, além da jornada profissional, acumulam
responsabilidades com os cuidados da casa e da família. Segundo a
dirigente, pesquisas demonstram que as mulheres dedicam, em média, 16
horas semanais a mais do que os homens às tarefas domésticas e de
cuidados, o que amplia a sobrecarga física e emocional.
Durante sua intervenção, a presidente da NCST relacionou ainda a redução
da jornada ao enfrentamento da violência contra a mulher. Ela relatou
que, durante uma atividade promovida pela Nova Central, trabalhadoras
apontaram a necessidade de ampliar o funcionamento das Delegacias
Especializadas de Atendimento à Mulher nos fins de semana, período em
que muitas situações de violência doméstica ocorrem.
Ao defender o fim da escala 6x1, Sônia ressaltou que a organização do
trabalho precisa acompanhar as transformações da sociedade. Para ela,
jornadas mais equilibradas favorecem a saúde física e mental dos
trabalhadores, fortalecem a convivência familiar, ampliam as
oportunidades de qualificação profissional e podem contribuir para
ambientes de trabalho mais produtivos.
A dirigente reconheceu que a transição para um novo modelo exige diálogo
entre trabalhadores, empregadores e governo, respeitando as
características dos diferentes setores da economia e garantindo
segurança jurídica para todos os envolvidos. "O desafio é construir um
modelo de desenvolvimento que coloque a pessoa humana no centro das
decisões, conciliando crescimento econômico, competitividade e qualidade
de vida", afirmou.
Também representando a NCST, o diretor de Relações Institucionais da
entidade e vice-presidente da CONTRATUH, Moacyr Auersvald, afirmou que a
redução da jornada de trabalho é uma reivindicação histórica do
movimento sindical, presente nas negociações coletivas, convenções,
acordos e mobilizações desde a Constituição Federal de 1988.
Ao defender a aprovação da PEC, Moacyr rebateu argumentos de que a
medida prejudicaria a economia, lembrando que previsões semelhantes
foram feitas quando da criação do 13º salário e da política de
valorização do salário mínimo. Para ele, essas conquistas fortaleceram o
mercado interno e demonstraram que a ampliação de direitos pode
caminhar junto com o desenvolvimento econômico.
O dirigente ressaltou ainda que o debate sobre a jornada de trabalho vai
além das relações entre empregados e empregadores, envolvendo o direito
das pessoas ao convívio familiar, ao lazer, à cultura e a uma vida com
mais qualidade. "Por que queremos tanto tempo? Para que as pessoas
possam viver", concluiu. Estudos reforçam benefícios da proposta
Durante a audiência, representantes do Governo Federal defenderam a
redução da jornada com base em estudos técnicos que apontam impactos
positivos para trabalhadores e empresas.
O ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República,
Guilherme Boulos, apresentou levantamento do Instituto de Pesquisa
Econômica Aplicada (Ipea), segundo o qual o custo médio adicional para
as empresas seria de aproximadamente 7,8%, percentual que, segundo ele,
não comprometeria a atividade econômica.
Já o ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, apresentou estudos do
Ministério do Trabalho e da Fundação Getulio Vargas (FGV) indicando que
jornadas mais equilibradas podem aumentar a produtividade, reduzir o
absenteísmo, melhorar o ambiente de trabalho e facilitar a contratação
de trabalhadores. Marinho também destacou o crescimento dos casos de
adoecimento relacionados ao excesso de trabalho, especialmente entre
mulheres e jovens. Paulo Paim destaca diálogo e perspectiva de avanço
Ao encerrar a audiência, o senador Paulo Paim agradeceu a participação
de representantes das centrais sindicais, do setor empresarial, do
governo, da academia e da sociedade civil e afirmou que o diálogo é o
caminho para a construção de consensos em torno da proposta.
O parlamentar lembrou que acompanha o debate sobre a redução da jornada
há mais de quatro décadas e recordou sua atuação na Assembleia Nacional
Constituinte, quando participou das discussões que reduziram a jornada
semanal de 48 para 44 horas. Para Paim, o Congresso Nacional tem agora a
oportunidade de promover um novo avanço histórico em favor da classe
trabalhadora.
Segundo o senador, a redução da jornada sem redução salarial deve ser
compreendida como uma política de desenvolvimento, justiça social e
saúde pública, capaz de garantir mais tempo para a convivência familiar,
a qualificação profissional, o lazer e a qualidade de vida.
Paim também destacou que as transformações tecnológicas e as novas
formas de organização do trabalho exigem uma atualização das relações
trabalhistas, construída por meio do diálogo entre trabalhadores,
empregadores e poder público.
Em um dos momentos mais emocionantes da audiência, o senador, que está
em seu último mandato parlamentar, afirmou que espera ver aprovada a
jornada de 40 horas semanais como mais um marco histórico do Congresso
Nacional.
"Esse tema não é apenas uma discussão trabalhista. É uma discussão sobre
desenvolvimento, produtividade, saúde pública e qualidade de vida.
Nenhum indicador econômico é mais importante do que a dignidade das
pessoas, a justiça social e a vida humana", concluiu.
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