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sexta-feira, 30 de janeiro de 2026

PARA LEMBRAR AOS ASSOCIADOS: ELEIÇÕES DA DIRETORIA DO SINDICATO SERÁ HOJE ENTRE 16:00 ÀS 18:00 HORAS

  

CONFORME O EDITAL PUBLICADO NO DIA 27 DE NOVEMBRO DE 2025, POR HAVER SOMENTE UMA CHAPA REGISTRADA PARA AS ELEIÇÕES, NA FORMA DO PREVISTO NO ARTIGO 531, § 2º DA CLT, A ASSEMBLEIA SE INSTALARÁ, COM URNA FIXA NA SEDE DO SINDICATO, NO DIA 30 DE JANEIRO DE 2026, ÀS 16:00 HORAS, EM PRIMEIRA CONVOCAÇÃO E DUAS HORAS  DEPOIS, ÀS 18:00 HORAS, EM SEGUNDA E ÚLTIMA CONVOCAÇÃO, COM QUALQUER NÚMERO DE ELEITORES, PODENDO A ASSEMBLEIA GERAL ELEGER, POR ACLAMAÇÃO, NA FORMA DO ARTIGO 96 DO ESTATUTO SOCIAL, OS MEMBROS DA DIRETORIA E DO CONSELHO FISCAL.

CONTAMOS COM A PRESENÇA DOS COMPANHEIROS!

quinta-feira, 29 de janeiro de 2026

Congresso: maioria capturada

O lobby governa, o mercado manda e o trabalhador paga a conta.


Marcos Verlaine*


Estamos falando ou tratando da pauta que nunca ou muito pouca anda no Legislativo federal. Por que o Congresso Nacional não vota proposições estruturais como a redução da jornada de trabalho, o fim da escala 6x1 e outras medidas capazes de melhorar objetivamente a vida dos trabalhadores?


A resposta não está na falta de propostas, nem na ausência de debate técnico. Está na correlação de forças.


Essas matérias não avançam porque enfrentam o poder organizado do chamado “mercado” e de seus agentes, que atuam por meio de lobbies estruturados, permanentes, profissionalizados e profundamente influentes sobre o processo legislativo. Essa influência é cotidiana e diuturna.


Assim, o Parlamento, em vez de ser mediador entre interesses sociais distintos, converte-se, nesse tema, em espaço de bloqueio institucional.


Não se trata de inércia. Trata-se, pois, de veto político. E veto é ideológico.


“MERCADO” COMO PODER DIFUSO E ORGANIZADO

 

O chamado mercado não é entidade abstrata e/ou neutra. É composto por investidores, empresas, bancos, fundos, instituições financeiras, conglomerados econômicos e seus intermediários: corretores, gestores, analistas, consultorias, bancos de investimento, associações empresariais e entidades representativas.

 

Esse conjunto atua de forma coordenada por meio de:

- pressão direta sobre os parlamentares;

- financiamento de campanhas;

- produção de narrativas econômicas;

- captura da agenda pública;

- interlocução permanente com as mesas diretoras; e

- influência técnica disfarçada de neutralidade.


O lobby não é episódico: é estrutural, cotidiano e profissionalizado.


PACTO SILENCIOSO

 

Nesse contexto, forma-se entendimento tácito — e profundamente funcional — entre os agentes do mercado e os presidentes das Casas Legislativas. Não é necessário acordo formal: basta convergência de interesses.


As pautas que ampliam direitos sociais, reduzem a exploração do trabalho ou reorganizam a lógica produtiva são tratadas como “sensíveis”, “inconvenientes” ou “arriscadas para a economia”.


Assim, não são derrotadas no plenário. Até porque sequer são pautadas.


São simplesmente engavetadas ou “esquecidas” nos desvãos do Parlamento sob a ficção de que não há consenso para apreciá-las.


O método é mais eficiente: não votar é melhor do que perder.


CHANTAGEM DA NARRATIVA ECONÔMICA

 

O bloqueio dessas proposições é sustentado por narrativa hegemônica:

- redução da jornada “gera desemprego”;

- fim da escala 6x1 “aumenta custos”;

- direitos trabalhistas “quebram empresas”; e

- proteção social “afugenta investimentos”.

 

São discursos apresentados como técnicos, mas são profundamente ideológicos. Transformam interesses privados em supostas verdades universais e convertem privilégios econômicos em dogmas econômicos.


O resultado é a naturalização da desigualdade como se fosse racionalidade.


DEMOCRACIA DE BAIXA INTENSIDADE

 

Quando propostas que beneficiam milhões de trabalhadores não chegam sequer ao plenário, o problema deixa de ser político-partidário e passa a ser de ordem democrática.


O Congresso deixa de representar a sociedade e passa a operar como filtro de interesses econômicos organizados. A democracia se esvazia, porque a soberania popular é substituída pela soberania dos fluxos de capital.


Formalmente, há eleições. Materialmente, há captura de poder.


TRABALHO COMO VARIÁVEL DE AJUSTE

 

Nesse modelo, o trabalhador não é sujeito político. É variável econômica. A jornada exaustiva, a escala desumana, a precarização e a insegurança não são vistas como problemas sociais, mas como “custos operacionais”. As contrarreformas Trabalhista (2017) e da Previdência (2019) evidenciam isto fortemente.


A lógica é simples: o capital não negocia sua taxa de lucro; ajusta o trabalho. E, consequentemente, não permite que nenhuma matéria que possa comprometer essa lógica fure esse bloqueio imposto pelo chamado mercado comandado pelo capital.


PARLAMENTO SITIADO

 

O Congresso não vota a redução da jornada, nem o fim da escala 6x1, nem outras proposições estruturais porque não governa livremente a agenda. O Parlamento a administra sob vigilância.


Entre a maioria social e a minoria econômica organizada, escolhe a minoria organizada. Entre o interesse público e o interesse de mercado, escolhe o mercado. Entre a democracia social e a estabilidade dos privilégios, escolhe os privilégios.


Não é ausência de projeto. Não é falta de proposta. Não é limitação técnica. É escolha política.


Enquanto isso, milhões de trabalhadores seguem esperando que o Parlamento cumpra sua função básica: legislar para a sociedade. E não para os seus financiadores.


Em ano eleitoral isso fica mais latente, inclusive porque os prazos da legislatura diminuem, o tempo dos parlamentares escasseia em razão da disputa eleitoral e a pressão do chamado mercado se intensifica porque a força dos interesses não cessa nem tampouco tira recesso ou férias.


(*) Jornalista, analista político, assessor parlamentar do Diap e reator do HP

 

 Fonte: Diap - Do Blog de Notícias da CNTI - https://cnti.org.br

Acordos sustentaram ganhos reais, avalia Dieese

 

 
Aprovação da pauta de reivindicações dos Metalúrgicos do ABC na Campanha Salarial de 2025. (Foto: Adonis Guerra)

A edição 64 do Boletim de Olho das Negociações, do Dieese, publicado neste mês de janeiro, traz o balanço das negociações coletivas, com base em 21.510 acordos firmados entre empregados e patrões em 2025.

Os números principais são: 77,7% dos acordos obtiveram resultado acima da inflação (basicamente o INPC); 14,1%, reajustes iguais à inflação; e 8,2% ficaram abaixo do INPC. Comparando-se com 2018, a evolução foi positiva: 72,6% acima da inflação; 17,3% ficaram iguais à inflação; e 10,1% fecharam no negativo. O pior ano foi 2021, quando foram negativos 46,6% dos acordos.

Muitos desses acordos não agregam os ganhos salariais obtidos por meio da PLR – Participação nos Lucros e/ou Resultados da empresa. É o caso dos 700 mil metalúrgicos ligados à Força Sindical, cuja imensa maioria procura negociar PLR empresa por empresa.

Conclusão – O Boletim conclui: “Os dados refletem, por um lado, piora em relação a 2024. Por outro, mostram também a continuidade de um padrão observado desde 2023, ou seja, prevalência dos ganhos reais e pequena incidência de reajustes abaixo da inflação na comparação principalmente com o período que vai de 2019 a 2022, quando houve fortes perdas para a classe trabalhadora”.

MAIS – www.dieese.org.br

 

quarta-feira, 28 de janeiro de 2026

Centrais realizam novo ato contra juros

Ato reuniu oito Centrais sindicais e diversos Sindicatos.

Terça (27) as Centrais Sindicais realizaram novo protesto contra a taxa Selic. Força Sindical, CUT, UGT, CTB, CSB, Intersindical, Pública e Nova Central se reuniram novamente na avenida Paulista, região central de São Paulo, para repudiar a política monetária do Banco Central (BC), que definiu a taxa atual de juros em 15% ao ano, considerada abusiva pelo movimento sindical.

Com a palavra de ordem “Eu quero já! Eu quero ver o juro baixar!”, as lideranças sindicais reafirmaram que o atual índice do BC trava o crescimento, reduz empregos e penaliza a classe trabalhadora.

Miguel Torres, presidente da Força Sindical, CNTM e Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo e Mogi das Cruzes, afirma que juros elevados travam o crescimento econômico, reduzem investimentos produtivos e prejudicam diretamente a classe trabalhadora, agravando desemprego, endividamento e desigualdades sociais. “Juros menores estimulam consumo, ampliam produção e fortalecem a economia”, defendeu o sindicalista em discurso na manifestação.

Para Maria Auxiliadora dos Santos, secretária Nacional das Mulheres da Força Sindical, é inaceitável conviver com uma inflação controlada, que não chega a 5%, e, ao mesmo tempo, com juros tão altos. “Essa política penaliza especialmente as mulheres trabalhadoras, aumenta o custo de vida, dificulta o acesso ao crédito e aprofunda desigualdades. Precisamos de juros mais baixos para garantir emprego, renda e justiça social”, disse.

O Sindicato dos Comerciários de São Paulo (UGT) foi representado por Josimar Andrade, diretor da entidade. Em seu discurso, ele cobrou urgência na queda da taxa de juros.  “É urgente reduzir a taxa Selic. Com juros altos, não há consumo, não há investimentos e não há geração de empregos. Essa política sufoca a economia e penaliza milhões de trabalhadores que dependem do crescimento para garantir renda e dignidade”, frisou.

MAIS – Sites das centrais sindicais.

 

FONTE: Agência Sindical

 

terça-feira, 27 de janeiro de 2026

Sindicato dos Comerciários de São Paulo, UGT e centrais denunciam exploração da Starbucks e trabalho escravo no Brasil



O Sindicato dos Comerciários de São Paulo (SECSP), juntamente com a União Geral dos Trabalhadores (UGT) e outros sindicatos participaram no dia 26 de janeiro de 2026 do ato promovido pelo movimento Sem Direitos Não é Legal, realizado em frente à unidade da Starbucks na Avenida Paulista. A mobilização reuniu cerca de 100 trabalhadores rurais do Sul de Minas Gerais, organizados pela ADERE/MG, além de dirigentes sindicais e apoiadores, denunciando graves violações de direitos humanos e trabalhistas na cadeia produtiva do café.

 

Durante a manifestação, o presidente da UGT e dos Comerciários, Ricardo Patah, declarou: “A Starbucks tem que responder criminalmente por comprar café de plantações que utilizam mão de obra escrava.”

 

Diretores do SECSP também estiveram presentes, entre eles a diretora Maria das Graças Silva Reis, responsável pela coordenação da campanha contra abusos da Starbucks e do McDonald’s no Brasil, que destacou a contradição entre o preço pago pelo consumidor e a exploração no campo: “Enquanto pagamos 30 reais em meio quilo de café, este é o valor pago em 60 quilos para o trabalhador.”

 

O caso do café se soma a outras formas de exploração laboral no Brasil. No setor da moda, por exemplo, trabalhadores estrangeiros — em sua maioria bolivianos e paraguaios — são submetidos a condições análogas à escravidão em oficinas de costura, recebendo valores irrisórios por jornadas exaustivas. Segundo dados oficiais divulgados por veículos como G1 e CBN, mais de 65 mil pessoas foram resgatadas de condições análogas à escravidão no Brasil nos últimos 30 anos, e em 2024 o país registrou um caso de tráfico de pessoas por dia, frequentemente ligado ao setor têxtil.

 

O ato que contou com a Central Única dos Trabalhadores (CUT), o Sinthoresp e a Femaco,  também lembrou a Chacina de Unaí, ocorrida em 2004, quando três auditores-fiscais do trabalho e um motorista foram assassinados durante fiscalização de denúncias de trabalho escravo em Minas Gerais, reforçando a gravidade e a persistência da exploração laboral no setor. Entre os depoimentos, Fernando Henrique de Araujo Lopes, que trabalha há 10 anos em uma fazenda de Betim, no Sul de Minas, declarou: “Eu vejo o trabalho escravo, a carga horária, sempre tiram proveito dos trabalhadores e trabalhadoras. Sobre o ato de hoje, eu digo que todo posicionamento gera uma mudança.”

 

A mobilização também se conectou à luta dos baristas nos Estados Unidos, organizados pelo Starbucks Workers United, que estão em greve desde novembro de 2025 contra baixos salários, sobrecarga de trabalho e práticas antissindicais. As organizações presentes defenderam maior transparência na cadeia do café “do campo à xícara”, fortalecimento da fiscalização trabalhista por parte do Ministério do Trabalho e do Ministério Público do Trabalho, reparação às vítimas de trabalho escravo, revisão dos sistemas de certificação e responsabilização das empresas globais que lucram com violações de direitos, como a Starbucks

FONTE: Página da U.G.T. (União Geral dos Trabalhadores)

https://www.ugt.org.br/Noticias/79948-Sindicato-dos-Comerciarios-de-Sao-Paulo-UGT-e-centrais-denunciam-exploracao-da-Starbucks-e-trabalho-escravo-no-Brasil

 

segunda-feira, 26 de janeiro de 2026

Petrópolis amplia atendimentos do SUS com adesão ao programa Agora Tem Especialistas

 


Foto: Demétrio do Carmo
Foto: Demétrio do Carmo

Demétrio do Carmo - Especial para o Diário

Na manhã deste sábado (24/01), o prefeito Hingo Hammes e o secretário municipal de Saúde, dr. Aloísio Barbosa, receberam o diretor nacional do programa Agora Tem Especialistas, Rodrigo Oliveira, para a assinatura do termo de adesão que amplia a oferta de atendimentos especializados pelo Sistema Único de Saúde (SUS) em Petrópolis. Com a adesão, dois hospitais particulares passam a realizar procedimentos gratuitos pelo SUS, além da integração do Hospital Alcides Carneiro ao programa do governo federal. 


O Hospital Sociedade Médico Hospitalar (SMH) e o Hospital de Olhos Dr. Tannure firmaram contrato para a realização de quase 2 mil cirurgias, totalizando mais de R$ 3,3 milhões em atendimentos gratuitos à população.

Segundo o diretor nacional do programa, Rodrigo Oliveira, a iniciativa representa uma mobilização nacional para reduzir o tempo de espera por atendimento especializado. “Com a adesão dos hospitais em Petrópolis, ampliamos a ação em cerca de R$ 3 milhões por ano, o que significa mais de mil procedimentos especializados anuais para a cidade e a região. É o governo federal fortalecendo a parceria com estados e municípios para atender mais e mais rápido o povo brasileiro, especialmente o povo de Petrópolis e região”, destacou.

O prefeito Hingo Hammes comemorou a inclusão do município no programa. “Ficamos felizes por sermos contemplados. Petrópolis enfrenta muitas dificuldades desde a pandemia de covid-19, que gerou uma grande retenção de procedimentos eletivos. Agora, temos a possibilidade de atender a população com mais agilidade e avançar para zerar a fila de espera”, afirmou.

O SMH, também celebrou a parceria.  Na unidade, pacientes do SUS encaminhados pela Secretaria Municipal de Saúde poderão realizar cirurgias relacionadas às glândulas endócrinas e ao aparelho digestivo, além de pequenas cirurgias e procedimentos dermatológicos e urológicos. A instituição realizará, ao longo de um ano, mais de R$ 2,1 milhões em cirurgias, com média mensal de R$ 181,3 mil

"Esse é mais um relevante passo em nosso processo de reestruturação e que reafirma a importância do Hospital para toda a rede de saúde de Petrópolis. Seguimos trabalhando com muita dedicação e entrega para oferecer ao povo petropolitano e aos nossos colaboradores, um ambiente seguro, estável e com foco total na saúde da população", disse a direção da unidade em nota.

Já o Hospital de Olhos Dr. Tannure oferecerá cirurgias oftalmológicas que somam R$ 1,1 milhão em atendimentos, com produção mensal média de R$ 95,9 mil.

Com a entrada das novas unidades, o programa Agora Tem Especialistas passa a contar com 34 instituições de saúde privadas, com ou sem fins lucrativos, responsáveis por garantir anualmente R$ 178 milhões em procedimentos de média e alta complexidade à população usuária da rede pública. A iniciativa do governo federal é viabilizada por um modelo pioneiro no sistema de saúde brasileiro, que permite a troca de atendimentos especializados por créditos financeiros para abatimento de tributos federais vencidos ou a vencer.

Edição: segunda-feira, 26 de janeiro de 2026

 

FONTE: DIÁRIO DE PETRÓPOLIS

https://diariodepetropolis.com.br/integra/petropolis-amplia-atendimentos-do-sus-com-adesao-ao-programa-agora-tem-especialistas-38832

O impacto da jornada de trabalho na saúde é discutido em artigo sobre o Fim da Escala 6×1


Saiba mais sobre o impacto da jornada de trabalho na saúde e como o fim da escala 6×1 pode beneficiar os trabalhadores.


O vigésimo terceiro artigo do dossiê “Fim da Escala 6×1 e Redução da Jornada de Trabalho”, organizado pelo Organizado pelo Cesit (Centro de Estudos Sindicais e de Economia do Trabalho) em parceria com as centrais sindicais, fala sobre “Por uma jornada mais humana: impactos da redução da carga horária na saúde laboral“. O artigo é assinado por Emerson Victor Hugo Costa de Sá e Francisco Péricles Rodrigues Marques de Lima.


O estudo destaca que, desde a Constituição de 1988, quando a jornada semanal foi fixada em 44 horas, o país não avançou por meio da legislação, apesar de conquistas pontuais obtidas via negociação coletiva. No pós-pandemia, o debate voltou a ganhar força diante do agravamento das condições de trabalho, do aumento dos transtornos mentais e da mobilização contra a escala 6×1, considerada prejudicial à saúde e à qualidade de vida.


De acordo com os autores, jornadas prolongadas estão associadas a doenças cardiovasculares, problemas musculoesqueléticos, distúrbios metabólicos, estresse ocupacional e síndrome de burnout. Dados da Auditoria-Fiscal do Trabalho mostram que parte significativa dos acidentes analisados entre 2023 e 2024 apresentou irregularidades relacionadas à jornada, descanso ou férias, evidenciando o descumprimento recorrente da legislação trabalhista.


O artigo também analisa experiências internacionais, com destaque para a França, onde a adoção da jornada de 35 horas resultou em maior satisfação dos trabalhadores e ganhos de produtividade, ainda que com criação de empregos abaixo do esperado. A experiência, segundo os autores, demonstra que a redução da jornada precisa vir acompanhada de mudanças na organização do trabalho para evitar a intensificação das tarefas.


Na conclusão, o texto defende que a redução da jornada de trabalho deve ser tratada como uma estratégia de saúde pública, justiça social e valorização do trabalho humano. Para que seja efetiva, é necessária a combinação de políticas públicas, fiscalização rigorosa e mudanças culturais nas empresas, garantindo ambientes de trabalho mais seguros, saudáveis e compatíveis com a dignidade dos trabalhadores.


Leia aqui o artigo: Por uma jornada mais humana: impactos da redução da carga horária na saúde laboral

 

 Fonte: Rádio Peão Brasil - Do Blog de Notícias da CNTI - https://cnti.org.br