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terça-feira, 13 de outubro de 2026

NCST reúne dirigentes sindicais para analisar o cenário eleitoral

 

Mais de 100 dirigentes sindicais participaram, nesta sexta-feira (9), de uma reunião virtual da Nova Central Sindical de Trabalhadores (NCST) para discutir o cenário eleitoral e os desafios para a atuação sindical no primeiro e no segundo turno das eleições.




Mediado pela presidente da NCST, Sônia Zerino, o encontro contou com a palestra “Análise sindical das eleições: 1º e no 2º turno, o que fazer?”, ministrada pelo jornalista, analista político e assessor parlamentar do DIAP, André Santos.

Durante a reunião, foram discutidas estratégias para fortalecer o diálogo com os trabalhadores, ampliar a participação cidadã e aproximar as entidades sindicais de suas bases e da sociedade.

Sônia Zerino destacou a importância da mobilização presencial e digital, da articulação entre sindicatos e centrais sindicais e do respeito à diversidade de opiniões. Também ressaltou a continuidade da atuação sindical em defesa dos direitos trabalhistas e sociais, com destaque para a luta pelo fim da escala 6×1 e pela redução da jornada de trabalho sem redução salarial.

Nesse contexto, a presidente também mencionou a plataforma Na Pressão como ferramenta para ampliar a mobilização e permitir que trabalhadores e dirigentes sindicais manifestem suas posições e cobrem dos senadores apoio às pautas de interesse da classe trabalhadora.
 

Centrais sindicais ampliam pressão no Senado pela aprovação do fim da escala 6×1

 


Centrais sindicais se mobilizam em Brasília para aprovar a PEC que altera a jornada de trabalho e salários dos trabalhadores.

Centrais sindicais querem transformação na jornada de trabalho sem perdas salariais. Saiba mais sobre essa luta.

Centrais sindicais querem transformação na jornada de trabalho sem perdas salariais. 

Saiba mais sobre essa luta.

Segundo a coluna Painel, da Folha de S.Paulo, a decisão foi tomada em uma reunião das direções nacionais das entidades sindicais na sexta-feira (9). O objetivo é ampliar o apoio à proposta e pressionar por sua votação em meio à resistência de senadores da oposição.

O secretário-geral da Força Sindical, João Carlos Gonçalves, conhecido como Juruna, defendeu que o calendário eleitoral não adie a análise da mudança na jornada de trabalho.

“Os benefícios aos trabalhadores devem ser ampliados. É uma luta constante em torno da redução de jornada e fim da escala 6×1. Votar agora seria fundamental, independente da agenda eleitoral”, afirmou.

A manutenção dos salários é um ponto central da reivindicação das entidades. As centrais defendem que a redução do tempo de trabalho, com o encerramento do regime de seis dias de atividade para um de descanso, seja aprovada sem perda de renda para os trabalhadores.

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), marcou sessões para discutir e votar a PEC. A aprovação em primeiro turno, caso ocorra, ainda não encerra a análise: o texto precisa passar por uma segunda votação.

O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) busca aprovar a proposta antes do segundo turno das eleições. Para acelerar a tramitação, recolhe assinaturas para um requerimento que pode antecipar a votação.

A oposição, por sua vez, articula-se para impedir que a PEC seja submetida ao plenário. De acordo com a Painel, senadores contrários à mudança esvaziaram sessões nos últimos dias para dificultar o cumprimento da exigência regimental de realização de cinco sessões antes da votação.

Essa disputa pelo andamento da proposta coloca o calendário do Senado no centro da mobilização sindical. Enquanto as entidades pressionam pela redução da jornada com preservação dos salários, a realização das sessões exigidas permanece como uma etapa necessária para levar o texto à votação.

FONTE: Rádio peão Brasil - https://radiopeaobrasil.com.br

sexta-feira, 9 de outubro de 2026

Paim: Redução da jornada é reivindicação histórica

Ao discursar em Plenário nesta quarta-feira (7), o senador Paulo Paim (PT-RS) defendeu mais uma vez a redução da jornada de trabalho, por meio da aprovação da PEC 221/2019 — proposta de emenda à Constituição que está em discussão na Casa.

Sen. Paulo Paim (PT-RS) — Radar do Congresso


Ele destacou que essa é uma reivindicação histórica que acompanha as mudanças nas relações laborais dos últimos séculos.


— O mundo está avançando. O Brasil precisa avançar. Lembramos que lá atrás eram praticamente 60 horas por semana, e o mundo caminhou para menos de 40 horas. O Brasil está agora lutando para chegar às 40 horas. Isso não é ruptura com a história; é continuidade da história. É a própria história conquistando o seu tempo — declarou.


Paim argumentou que, em razão dos avanços tecnológicos, os trabalhadores hoje podem ter mais tempo livre para consumir bens e serviços, ou seja, têm mais tempo para movimentar a economia.


— Uma pessoa descansada não é uma pessoa que deixou de produzir; é uma pessoa que produz melhor e tem até condições de passear com a família. O corpo humano tem limites, a mente humana tem limites, o descanso não é luxo. O descanso é uma necessidade e faz muito bem para a saúde — disse ele.


Ao criticar a escala 6x1, ele afirmou que nela muitos trabalhadores precisam utilizar o único dia de folga para realizar tarefas domésticas e cuidar da família — especialmente as mulheres. Ele reiterou que o debate sobre a redução da jornada também envolve saúde, segurança e qualidade de vida.

 

Fonte: Agência Senado


BC cria indicador para acompanhar reajustes salariais negociados

 


Ganhos reais foram mais frequentes em períodos de baixa desocupação
 
 
Pedro Peduzzi – Repórter da Agência Brasil
10/07/2026 - Brasília - dinheiro, moeda, real, reais, cédula, cédulas, nota, notas, moeda brasileira, dinheiro brasileiro, inflação, inflação alta, deflação, economia, economia brasileira, mercado, mercado financeiro, finanças, finanças pessoais, orçamento, orçamento doméstico, renda, renda familiar, salário, salário mínimo, remuneração, vencimento, pagamento, poder de compra, custo de vida, custo dos alimentos, aumento de preços, alta dos preços, carestia, desvalorização, valorização, perda do poder de compra, crise econômica, recessão, crescimento econômico, consumo, consumidor, compras, supermercado, cesta básica, despesas, gastos, contas, contas a pagar, boletos, dívida, dívidas, endividamento, inadimplência, poupança, economia doméstica, investimento, investimentos, aplicações financeiras, juros, taxa de juros, taxa Selic, Banco Central, crédito, empréstimo, financiamento, cartão de crédito, débito, PIX, transferência bancária, banco, instituição financeira, orçamento familiar, planejamento financeiro, reserva de emergência, patrimônio, riqueza, patrimônio líquido, capital, capital financeiro, lucro, prejuízo, receita, despesa, balanço financeiro, impostos, tributos, tributação, imposto de renda, arrecadação, arrecadação fiscal, carga tributária, imposto, taxa, tarifas, câmbio, dólar, euro, cotação, câmbio flutuante, desvalorização cambial, valorização cambial, moeda estrangeira, inflação acumulada, índice de preços, IPCA, INPC, IGP-M, poder aquisitivo, renda per capita, desenvolvimento econômico, estabilidade econômica, política monetária, política fiscal, oferta, demanda, produtividade, consumo consciente, educação financeira, planejamento financeiro, equilíbrio financeiro, independência financeira, riqueza, prosperidade, orçamento público, gastos públicos, contas públicas, déficit, superávit, tesouro nacional, moeda forte, moeda fraca, liquidez, circulação de dinheiro, s
© Rafa Neddermeyer/Agência Brasil
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O Banco Central (BC) passará a divulgar mensalmente um novo conjunto de indicadores sobre reajustes salariais negociados em convenções coletivas de trabalho. A iniciativa deve ampliar a capacidade de monitorar as condições do mercado de trabalho e seus efeitos sobre a inflação.

Com base em informações do Sistema de Negociações Coletivas de Trabalho (Mediador), do Ministério do Trabalho e Emprego, os indicadores mostrarão os percentuais de reajustes negociados e a proporção de acordos que resultaram em aumentos acima, abaixo ou em linha com a inflação.

As estatísticas incluirão os reajustes nominais, que representam o aumento dos salários em valores correntes, e os reajustes reais, que descontam a inflação e indicam se houve ganho efetivo de poder de compra para os trabalhadores.

A nova base permitirá ao BC acompanhar com maior precisão o comportamento das negociações salariais e avaliar como as condições do mercado de trabalho influenciam a dinâmica dos salários.

Estudo divulgado pelo BC mostra que ganhos reais de salário tendem a ser mais frequentes em períodos de mercado de trabalho aquecido e de baixa taxa de desemprego.

De acordo com a autoridade monetária, esse movimento foi observado entre 2012 e 2014 e voltou a aparecer a partir de 2023, quando cresceu a proporção de convenções coletivas com reajustes acima da inflação.

Segundo a análise, os reajustes negociados mantêm forte relação com a inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC).

Embora não haja obrigação legal de reposição integral das perdas inflacionárias, a inflação acumulada continua sendo uma das principais referências para trabalhadores e empregadores durante as negociações.

Ferramenta adicional

A divulgação regular dos indicadores ampliará o conjunto de informações disponíveis para a sociedade acompanhar a evolução dos salários negociados no país e sua relação com a inflação.

Os dados abrangem convenções coletivas de todas as regiões e dos principais setores da economia, como agropecuária, indústria, construção, comércio e serviços, e estarão disponíveis no Sistema Gerenciador de Séries Temporais (SGS) do Banco Central.

FONTE: Agência Brasil

https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-10/bc-cria-indicador-para-acompanhar-reajustes-salariais-negociados 

Pelo fim da escala 6x1 e pela redução da jornada de trabalho

 


A participação cidadã não termina no voto. Ela também acontece quando trabalhadores e trabalhadoras se mobilizam, cobram seus representantes e defendem mudanças que podem transformar suas vidas.


Na Pressão (https://napressao.org.br/) é uma plataforma de mobilização pela internet que permite pressionar autoridades e representantes de qualquer instância do Executivo, Legislativo ou Judiciário, fortalecendo a participação popular nas decisões que impactam a sociedade.


Queremos o fim da escala 6x1 e a redução da jornada de trabalho, com mais tempo para a família, o descanso, a saúde, o lazer e a vida.


Escolha uma campanha e pressione!


Informação, participação e mobilização são ferramentas para fortalecer a democracia e defender os direitos dos trabalhadores.


Na pressão, a voz dos trabalhadores ganha força!


#FimDaEscala6x1 #ReduçãoDaJornada #5x2Já #DireitosTrabalhistas

#Trabalhadores #ParticipaçãoPopular #NaPressão #CNTI

 

FONTE: CNTI

 

https://cnti.org.br/html/noticias/2026/NaPressaoFimdaEscala6x1.htm 

quarta-feira, 7 de outubro de 2026

Senado já discute fim da 6×1

 O Senado começou nesta terça (6) a debater a PEC 221, que acaba com a escala 6×1 e reduz a jornada de trabalho pra 40 horas semanais. Segundo o presidente da Casa, Davi Alcolumbre, serão realizadas cinco sessões, que devem ser encerradas entre terça e quarta da próxima semana.



A Agência Sindical falou com Ronaldo Leite, presidente em exercício da CTB – Central dos Trabalhadores e das Trabalhadoras do Brasil. Ele informa que, de manhã, reuniram-se os presidente das Centrais, mais o Diap, representado pelo consultor Neuriberg Dias, e o Dieese, por sua coordenadora-técnica Adriana Marcolino.

Segundo Ronaldo, “as sessões serão de forma híbrida, porque muitos senadores ainda estão em seus Estados cuidando dos processos eleitorais locais”. Alguns deputados, eleitos senadores, dia 4 também estiveram presentes.

Vale lembrar que a PEC 221 passou pela Câmara, com grande votação favorável, e depois foi encaminhada à Comissão de Constituição e Justiça, presidida por Otto Alencar (PSD-Bahia), onde também foi aprovada. Houve pressão para Alcolumbre levar a matéria ao plenário antes do primeiro turno, mas a PEC não andou.

Para Ronaldo, existe disposição do presidente Davi Alcolumbre de levar a matéria a voto assim que encerradas as sessões de debate da PEC.

A PEC 221 atende a um clamor geral do sindicalismo. O Presidente Lula apoia e mobiliza seus aliados. Já os bolsonaristas são contra e tentam emplacar a “pec da maldade”, de Rogério Marinho (PL-RN), que agride fortemente os direitos dos trabalhadores e precariza as relações de trabalho.

O presidente em exercício da CTB é trabalhador dos Correios, no Rio de Janeiro.

MAIS – Sites das Centrais e do Diap.

FONTE: Agência Sindical

Direitos dos trabalhadores entram no centro do debate

 


Para o movimento sindical, o segundo turno também representa uma oportunidade para colocar reivindicações históricas e atuais dos trabalhadores no centro do debate político nacional


Direitos dos trabalhadores entram no centro do debate

As reivindicações no centro do debate focam na redução da jornada semanal e condições de trabalho mais justas para todos os trabalhadores.

Para o movimento sindical, o segundo turno abre espaço para colocar reivindicações históricas e atuais dos trabalhadores no centro do debate político nacional brasileiro.

Entre essas pautas, destaca-se o fim da escala 6×1, proposta que relaciona diretamente jornada, descanso, saúde, convivência familiar e melhor qualidade de vida.

Além disso, a redução da jornada sem redução salarial permanece entre as principais reivindicações sindicais, relacionando produtividade, avanços tecnológicos e melhores condições de trabalho.

A Câmara aprovou neste ano proposta que reduz gradualmente a jornada semanal para 40 horas, garante duas folgas semanais e mantém integralmente os salários.

Valorização do salário mínimo

Outro ponto fundamental envolve a valorização permanente do salário mínimo, instrumento que influencia diretamente trabalhadores, aposentados, pensionistas e beneficiários da proteção social em todo país.

Nesse sentido, o movimento sindical defende políticas que assegurem ganhos reais, ampliem o poder de compra das famílias e fortaleçam o mercado interno brasileiro.

Negociação coletiva

O fortalecimento da negociação coletiva aparece como instrumento essencial para ampliar direitos, construir melhores condições laborais e equilibrar relações entre capital e trabalho.

Sindicatos também reivindicam maior participação dos trabalhadores nas decisões sobre jornadas, salários, benefícios, ambientes laborais, novas tecnologias e mudanças na organização produtiva das empresas.

Proteção previdenciária

A proteção previdenciária também integra essa agenda, enquanto sindicatos defendem aposentadorias dignas, segurança social e políticas públicas capazes de proteger trabalhadores durante toda vida laboral.

Por isso, entidades sindicais defendem que eventuais ajustes econômicos preservem direitos previdenciários e evitem transferir aos trabalhadores os maiores custos das mudanças fiscais propostas.

Emprego digno e direitos sociais

Portanto, além de acompanhar alianças partidárias, o movimento sindical busca cobrar compromissos concretos relacionados ao emprego digno, renda, direitos sociais e valorização do trabalho.

Nesse cenário, democracia e direitos caminham juntos, enquanto a participação dos trabalhadores no debate público amplia a capacidade coletiva de defender conquistas sociais já alcançadas.

Assim, o segundo turno também coloca em discussão projetos distintos para desenvolvimento, emprego e proteção social, temas que impactam diretamente milhões de trabalhadores brasileiros diariamente.

Para o sindicalismo, o debate precisa apresentar respostas concretas sobre quem trabalha e produz riqueza, considerando direitos, renda, proteção social, desenvolvimento e qualidade de vida.

FONTE: Rádio Peão Brasil

https://radiopeaobrasil.com.br/direitos-dos-trabalhadores-entram-no-centro-do-debate/